O filósofo é o homem do amor, ele está aí para observar, contemplar e descrever o real, isto é, o mundo, não para transformá-lo. Ninguém ama mais que o filósofo e é porque os homens desaprenderam o que é o amor na era moderna que os filósofos se transformaram em operários, em tarados, cruéis e impiedosos camaradas doidos para que a coisa seja a sua imagem e semelhança e não que a mesma tenha o direito sagrado de ser o que de fato é e que talvez não consiga mesmo, sem aniquilar-se, ser algo diferente do que é.
#Cinema: Conspiradores, de Roger Gual
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Eles desconfiam de tudo, menos das próprias crenças
Há 4 horas

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