O passado esquerdista é o atual presente direitista. Caso se possa acusar a União Soviética de desinformação, de através dos meios comuns de informações contar mentiras, a direita, mormente a brasileira toda ela sem qualquer exceção, faz o mesmo com o uso da altíssima tecnologia atual forjando um mundo paralelo, um Brasil Paralelo, um Brasil Para Lerdos.
Pasme! Quem te viu, quem te vê, diria o poeta Chico Buarque. Hoje é a esquerda que diz querer os fatos, a verdade, ela que durante décadas ou séculos no mundo ocidental inteiro por meio das universidades entupiu os estudantes com kantismo, neokantismo, sobretudo e acima de tudo kantismo e neokantismo; desconstrucionismo; relativismo; pragmatismo; ateísmo; propaganda anticristã e sobretudo anti-católica e semelhantes. Agora a esquerda reclama da direita, a cobra que ela criou em cativeiro está devorando-a e está devorando a sanidade mental, as instituições, aliás, aqui no Brasil segundo a Constituição Federal de 1988, instituições instituídas pelo povo "insitituinte", diz textualmente a Carta Magna. Um povo alijado das decisões e das tais instituições por um estamento burocrático esquerdista, uma ralé que é elite, com as ideias zelotas, de Barrabás próprias da esquerda.
Barrabás é um personagem de outrora hoje é Caifás, são os fariseus espécimes típicas da direita sem querer ser anacrônico em relação aos fariseus históricos, mas é que a direita sabe ser hipócrita, que desponta pelo poderio da referida altíssima tecnologia, as redes sociais, já que dada a derrota por uma ínfima porcentagem de votos é Luiz Inácio Lula da Silva que ocupa como inquilino o Palácio da Alvorada por um intervalo de quarto anos, amanhã um outro da dinastia Bolsonaro pode voltar ao poder. Dinastia stritu sensu, um herdeiro de sangue de Jair Messias Bolsonaro, dado ele não confiar nem na mulher falsária, Micheque Bozo, que eu saiba ela nunca explicou os 89 mil reais depositado em sua conta pelo jagunço Fabrício Queiroz. Ela, denunciada pelo pobre por definição primo gay por abandono da avó traficante que a criou a quem ela nem convidou para a posse do marido em 1° de janeiro de 2019. Ela, Micheque ou Michelle Bolsonaro, a Piricrente, amante do Boy de Mogi das Cruzes (Valdemar Costa Neto), segundo a própria ex-esposa do Boy, e amante de outros políticos de Brasília. Bolsonaro não confia nem no trambiqueiro Nikolas Ferreira, um antigo homossexual afeminado que virou homofóbico porque mordido pela mosca azul do poder, estrela obscura política em atual assunção promovida pelo Diabo.
Hoje o adulto na sala é a esquerda, pasme, leitor, em sua lúcida defesa do Estado, apesar do engano panteísta espinosano da noção de Estado da esquerda ateia, o Estado que só sustenta-se não raro escorchando nos impostos. A esquerda é hoje uma força de estabilidade, ordem, é conservadora defendendo leis, ordem, regras de trânsito, instituições, tribunais, universidades, enfim, o mundo normal fora do hospício da direita maluca de redes sociais com seus pânicos morais, exploração do medo, preconceitos de uma classe média reduzida à sua bolha de bairros centrais de megalópoles ocidentais, onde nas mesmas redes sociais defende ela o nazifascismo que ela alia-se contra os fracos, quer o Movimento Brasil Livre que mendigos passem fome na rua junto com a deportação de nós paraenses do sul do Brasil. Uma classe média raivosa de direita contra toda a solidariedade, o solidarismo tão próprio do brasileiro em uma concepção americanófila tão alheia ao Brasil que só mostra o itinerário de destruição dessa mesma direita de matriz protestante a qual escorrerá pelo esgoto junto com um Samuel Câmara em seu itinerário incoercível de destruição, ele um heresiarca protestante evanjegue que como um vampiro alimenta-se do sangue de toda esta maluquice direitista ele que sempre foi um ateu, além de marginal branqueador de capitais, esquerdista.
Pobrezinho Brasil, triste ocidente decadente com suas ovelhas sem pastor desde a morte do glorioso Pio XII, tristes trópicos. Que Deus nos abençoe e a Virgem Maria nos cubra com seu manto.

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