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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

segunda-feira, 31 de julho de 2023

Filme O Exorcista: uma sinopse escrita por mim

Autoria: João Emiliano Martins Neto




Recentemente eu mudei o plano de fundo deste meu blog para o cartaz em inglês supra do clássico filme de terror O Exorcista e eu escrevi uma sinopse sobre este filme maravilhoso e assustador que se segue abaixo.


Uma jovem menina vítima de nada menos do que um mal que a ciência não pode identificar e diagnosticar, vê-se no impasse doloroso e assustador de uma força invisível e misteriosa que tomou conta dela e a ignorância diante desse mistério da parte da ciência, dos médicos, da ignorância de sua família e de quem com ela vive e um padre praticamente ateu que duvida até quase o último momento da existência de um mal que pode ser nada menos do que diabólico que a assedia.

Igrejas vazias e lotadas. Eu entre o falatório horizontal e plano e a verticalidade silenciosa

Autoria: João Emiliano Martins Neto



Era Nelson Rodrigues que dizia que Deus estava em igrejas vazias. Ele que tinha uma mãe herege protestante batista e um pai infiel ateu, andava sempre em igrejas vazias, buscava-as, fiquei sabendo da parte de Luiz Felipe Pondé. Eu que sou além de burro, sou um covarde rato e barata de marca maior, um medo meu de largar a Igreja Católica, a religião e o cristianismo é de eu acabar um monstro totalitário homossexualista. Temo acabar com o discurso filosófico ou sofístico, de ideias e científico pobre e podre dos homossexuais militantes que vai do relativismo passando pelo hedonismo o mais baixo que é o tesão anal e bucal em um sensualismo lamentável, também na ciência a falsa ciência que não reconhece mais macho e fêmea, homem e mulher realmente e concretamente biologicamente considerados até politicamente no fascismo, o fascismo LGBT que chama de homofobia à qualquer crítica à homossexualidade. Eis o totalitarismo puro e simples de nada fora do Estado, nada contra o Estado, nada fora e contra a tirania do Estado, Nero ressurreto, infiel, ai de quem criticar a prática homossexual ou a esquizofrenia transgênera promovidas pelo Leviatã.


Eu acabo aferrado à religião diante de um tal medo meu de no limite acabar um monstro totalitário ridículo contíguo à uma vã filosofia e de política ditadorial totalitária por uma falsa noção materialista de justiça típica do que Friedrich Engels dizia do materialismo histórico e dialético e com um discurso tão miserável e uma vida mais miserável ainda espraiando no meu convívio social em que eu análogo a um rei Miraz assassino e usurpador chefe dos telmarinos em Nárnia ou este mundo sem vida e sem encanto subjugado por meu apego sensual tão baixo homossexual. Apesar de que, o que felizmente é mais raro dada à força de sabedoria, luz e verdade do cristianismo romano-católico, mesmo no âmbito da relgiião com a minha presença miserável covarde e totalitária em tal meio religioso ainda no trato já aqui neste mundo real e social pode degringolar no falatório horizontal de igrejas vazias de Deus e sem a verticalidade silenciosa onde habitaria Deus, segundo Nelson Rodrigues, e que pode-se notar tal silêncio e divino no chamado véu do silêncio que compõe a Missa de sempre que é a Santa Missa Tridentina diferente do que se celebra comumente na Santa (sempre santa não obstante tudo) Missa Novus Ordo onde há o falatório ensurdecedor de tantas leituras bíblicas, do padre de frente para a plateia como que vigiando-a e sem a complicação de altares laterais das antigas igrejas católicas que humilha e já tarde a pobre, que quer ser dominadora e pequena razão humana, pois a ultrapassa a transcendência por tais sinais sensíveis.

sexta-feira, 28 de julho de 2023

O meu fundo cético, ateu e niilista e os tons de cinza da descrença e da crença

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Eu tenho um fundo cético, ateu e niilista que eu ainda não consegui me livrar, porque eu sou tentado pela minha questão homossexual. Lá no fundo eu não quero que as pessoas se convertam, em especial a minha família, porque eu vejo tons de cinza, tomando aqui de empréstimo metafórico o livro de Érika Leonard James, na crença que é uma certa rigidez, um moralismo, fanatismo que, de fato, pode ocorrer (e para piorar ocorrendo na casa onde eu resido): fanatismo, rigidez e moralismo que até em mim mesmo ocorre enquanto religioso onde eu me vejo em diatribe em relação aos infiéis e pecadores e quero me afastar deles se diante deles eu não posso falar-lhes, porque eles não permitem, sobre o cristianismo (católico romano).


Os tons de cinza da descrença é que em minhas tentações céticas, ateísticas e niilistas eu não me veria aplicando estas ideias na forma do utópico ou distópico super-homem de Friedrich Nietzsche, o homem do subterrâneo, da escuridão descrito por Fiódor Dostoiésvki, em um complexo de Édipo de menino tão mimado que não refreia as suas vontades bem ao estilo esquerdista. Apesar do meu caráter totalitário e fanático sob qualquer ideia ou bandeira que eu abrace visto que eu tenho uma noção de justiça muito forte - eu deveria ser advogado - que é o que me faz defender com unhas e dentes o que eu ache como certo, justo, ainda que não seja uma ideia segura, metafísica de justiça, então, aí a justiça torna-se o direito do mais forte, o direito do meu bando ou facção e não a ideia metafísica correta e universal de uma eterna justiça. Não obstante, como dito, eu me apegue obcecadamente às minhas ideias dentro do que eu aprendi de sabedoria vinda da Igreja Católica e da metafísica exercitada à excelência no romano-catolicismo eu não acabaria absolutamente inadvertido no distópico monstrengo super-homem ou sub-homem nietzscheano, o homem subterrâneo mesmo que eu um dia eu aderisse à tais ideias céticas, ateias e niilistas ou mesmo esquerdistas. Eu julgo-me bem instruído pelo catolicismo que realmente é um fundamento sólido, Jesus Cristo é chamado por São Pedro em uma de suas cartas católicas de pedra de esquina, a principal, além de temivelmente para os infiéis rocha de escândalo e pedra de tropeço. O Cristo é algo firme, angular. Não há homossexualidade que faça-me negar tal fundamento, eu acho que eu não megulharia em uma tal loucura e burrice totais. Mesmo a descrença tem seus tons de cinza para os homens que não sejam psicopatas ou em outro caso idiotas marionetes cachorrinhos poodle do tirano da vez.

quarta-feira, 26 de julho de 2023

O ódio amargo e brutal

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Sem dúvida alguma que não há verdadeiro amor a Deus e ainda mais acima de todas as coisas e amor ao próximo como a nós mesmos sem um ódio a tudo o que nega este amor a Deus e ao próximo e queiram destruí-los. Contudo, um ódio amargo e brutal é o que não convém e este tal ódio eu vejo da parte de gente que vive uma vida dupla, hipócrita traindo a esposa ou traindo o marido ou levando uma vida conjugal onde há a prática do sexo anal e da não abertura do sexo para a geração de uma nova vida com o uso de anticoncepcionais que tornam os úteros de suas esposas em túmulos de seus filhos já concebidos, mas, que não podem se fixar em seus úteros por causa do uso de medicamentos francamente abortivos.


É uma gente hipócrita, com uma vida dupla traindo suas esposas com amantes ou seus maridos com amantes. Homens que condenando a homossexualidade relacionam-se carnalmente não raro com travestis nas caladas das noites e ainda mais, sendo passivos com eles, homens que como dito usam anticoncepcionais abortivos em suas esposas para não terem mais filhos e vem com um ódio amargo e brutal desprezar a nós, homossexuais e demais LGBT.


Contra o ódio amargo e brutal há o testemunho de um santo como Santo Antônio Maria Zaccaria que é sempre retratado em suas imagens sagradas com um lirio, símbolo da pureza. Contra o ódio amargo e brutal há o ódio santo contra tudo o que é contra a Deus e ao bem do próximo, mas, é um ódio de um santo puro, casto, virgem, milagres impressionantes realizaram-se com ele em vida e depois de falecido, ele que foi padre, alguém semelhante ao Divino Antônio que é retratado com a doce, bela e delicada e não brutal flor do lírio. Uma vida dupla tipo a dos hipócritas homofóbicos em uma homofobia realmente injusta que sodomizam travestis e se deixam sodomizar por eles e que sodomizam as suas esposas e instauram cemitérios nos ventres delas são coisas que impedem o acesso à realidade da doçura, pureza, delicadeza, beleza de uma alma assemelhada a um lírio que era a vida de Santo Antônio.


Em um mundo de farsa, ódio amargo e brutal, mesmo que no passado, nós, homossexuais, fôssemos condenados à morte por um grande Papa santo e sábio que foi o Papa São Pio V que venceu rezando o Santo Rosário aos turcos na batalha do golfo de Lepanto, é evidente que ele não era movido pela hipocrisia querendo fazer os outros de fantoche por interesses de poder e prazer sendo ao mesmo tempo um um fantoche da hipocrisia do poder pelo poder e sem nenhum pudor. Nem jamais na comprovada santidade de São Pio V, em sua santidade e sabedoria, foi o fim dele a glória e pompa deste mundo. Ele era puro e movido pela doçura do lírio de pureza que ele portou em vida se ele nos condenou à morte é porque viu que, realmente, com o nosso pecado impuro contra a natureza nós memos nos tornamos amargos e brutais transgressores com um da nossa parte ódio amargo e brutal à flor delicada e doce de um lírio de pureza e ódio amargo e brutal a tudo o que é deveras o bem e a verdade e como não sermos dignos da morte, nós, com almas tão ínfimas?

Prática homossexual: a dor do ridículo constante ou intermitente e o alívio no céu e na terra

Autoria: João Emiliano Martins Neto


A prática homossexual envolve algum tipo de punição já aqui na terra, alertou o Papa São Pio X em seu Catecismo Maior, que é pelo menos o ridículo constante, senão o intermitente de pelo menos algum gaiato vir a fazer uma piadinha, afinal, nós, LGBT, somos os piores homens. Por que? Porque parece que somos burros, não nos convencemos de uma vez por todas que o pênis é para a vagina e vice-versa e a união de ambos deve ser em vista da geração de uma nova vida?


O nosso alívio pode vir do céu com o acolhimento que Jesus Cristo, Ele que é o bálsamo de Galaad, que com o seu sangue como o vinho da parábola do bom samaritano lava as nossas feridas causadas pelo pecado na nossa descida de Jerusalém para Jericó, aqui em Belém do Pará seria a Jericó a Praça da República que é um point gay informal daqui da capital paraense, quando fomos assaltados por bandidos que nos deixam desacordados como diz tal parábola. Os bandidos podem ser os demônios que nos conduzem à morte de nossa alma pela prática do pecado mortal que é a homossexuailidade ou um bandido mesmo de carne e osso, humano que pode vir a fazer-nos algum mal ainda mais em um bas-fond perigoso como tal Praça, e eu sei bem o que é isso ali onde eu já fui assaltado várias vezes. E Jesus como o bom samartiano derrama em nossas feridas o óleo, sangue e óleo através do sacramento da penitência, que é o Espírito Santo que retorna às nossas almas reconciliadas com Deus.


Ou o nosso alívio a nós, LGBT, vem da terra no gozo sexual de uns poucos segundos em comparação à uma vida inteira de ridículo constante ou pelo menos intermitente e culpa, culpa se não somos psicopatas ou se não somos tão burros para deixarmos de perceber a verdade que há na Igreja Católica. Os corpos, o erotismo, a nudez masculina ou feminina, os pelos corporais dos rapazes, o contato corpo a corpo, o beijo quente, os órgãos sexuais, a penetração tudo isto junto com bebidas alcoólicas, cigarro, outros incluem absolutamente indevidamente as drogas, podem servir de um alívio terreno.

Quem mistura-se com porcos, farelo come

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Eu não sei se é um excesso de cristianismo ou um efeito de minha doença mental, o transtorno bipolar ou se é mau gosto, eu acabo sempre envolvido com a ralé da sociedade, porteiros, empregadas domésticas (uma delas que trabalhou na minha casa quando eu era mais jovem chamou-me de "mulherzinha", porque eu ficava muito próximo a ela), faxineiros, camelôs, flanelinhas de rua, que eu me lembre, só nunca cheguei ao ponto de conversar com moradores de rua mendigos a não ser para pelo menos ver se algum deles era digno de um desejo sexual.


Quem mistura-se com porcos, farelo come. Então, eu acabo um deles ou até pior, acabo alvo das rixas deles como as rixas dos bêbados de taberna descrito por Fiódor Dostoiévski no sonho de um de seus personagens, o por assim dizer homem do subsolo (outro de seus personagens), o homem mau, Raskólnikov, do romance Crime e Castigo que eu estou há meses nas mãos com o volume de tal livro emprestado da Bíblioteca Pública Arthur Vianna, daqui da minha cidade de Belém do Pará, a capital do Estado do Pará, e ainda não acabei de ler por indisciplina, por eu ser em parte talvez um filisteu da cultura que tem livros e não os lê, e não raro por falta de gosto, eu sou meio romântico, gosto de fazer as coisas com gosto.


A ralé, o zé povinho, a massa indistinta de povo onde tudo é igual, nada é melhor, diria o poeta Antônio Machado, ela mesma se destrói em rixas, em cobiça, concupiscência, em mau gosto, ignorância, ganância por ser tão pobre que precisa fazer um pacto como diabo. Gente do gosto o mais baixo, aqui em Belém pelo tipo de música lixo que é o brega que eles gostam; as mulheres aqui em Belém e no Brasil todo, quiçá em todo o ocidente nas estações quentes, aqui na capital é sempre quente, elas se vestem como putas com shortinhos cravados nas suas bundas e pernas cheias de pregas celulites e com saias muito acima dos joelhos. Faxineiros, porteiros, empregadas domésticas em meio a tanta banalidade, baixeza acabam em brigas as mais mesquinhas entre eles e eu no meio deles acabo comendo tais farelos, sou desrespeitado mesmo eu sendo o filho de um patrão no meu prédio, o Condomínio do Edifício São Paulo no bairro de Nazaré, uns dois porteiros mal conseguem cumprimentar-me com um boa noite no turno deles, eles se chamam Antônio Gonzaga e Romilton. O primeiro já falou mal de mim na minha cara quando eu falei de uma tatuagem besta que ele tem no braço retratando o Pica-pau, e ele ousado disse que dói mais eu já ter dado o cu. Romilton, este último, faltando dentes na boa dele, certa vez, reclamou do meu cigarro que eu costumo apagá-lo antes de retornar ao edifício, eu, covarde semelhante à uma barata e rato, em uma raríssima vez mandei ele para bem longe por causa disso, depois retornei e pedi perdão ao cara, acho que indevidamente. Romilton cumprimenta efusivamente a outros moradores do São Paulo, a mim com frieza, não era assim até há um tempo atrás.


Onde estão os aristocratas do mundo? Talvez ainda haja algum no mundo islâmico, aqui no ocidente os melhores o são, porque têm mais dinheiro e bens cobiçados pelos socialistas, à espreita do que pertence àqueles, eles que são os burgueses, eles, a elite que restou, que ainda vende aos socialistas a corda para enforcá-los, porque eles, os burgueses, que por sua vez por cobiça de dinheiro e lucro acabam sendo alvo dos bandidos esquerdistas ao fazerem aliança com os escarlates da cor do dragão apocalíptico. A aristocracia, viscondes, condes, marqueses, barões, ela acabou no início de nossa era moderna burguesa, derrubada pelos burgueses que ainda com os enclousurers no Reino Unido, eles cercaram e assim roubaram as terras que eram de todos na Idade Média e tomaram-nas para si. Bem que os burgueses por seus pecados passados e presentes de gância, merecem a punição dos cruéis esquerdistas querendo roubar-lhes, semelhantes aos hebreus punidos pela Babilônia por seus pecados acusados em lágrimas abundantes pelo santo profeta Jeremias. Não que eu concorde com o roubo esquerdista, eu sou anticomunista ferrenho, que Deus me conserve assim, mas, materialismo por materialismo, comunistas e capitalistas se merecem e ainda estes últimos financiam os primeiros.


De onde pode vir uma nova aristocracia digna deste nome que não seja uma oligarquia seja socialista, seja de meros endinheirados capitalistas sem cultura ou espírito cristão algum em ambos os casos, sobretudo no primeiro caso? Como acabar com a demagogia que conduz as massas ignaras para o precipício que é o que ocorre nas democracias? Pode vir uma real aristocracia da Igreja Católica, dos seus santos, apesar de que a Igreja, hoje, está afundada em uma crise seríssima que faz seriamente crer-se que os papas pós-Vaticano II não são verdadeiramente papas, visto o primeiro deles, São João XXIII, ter escrito em sua encíclica Pacem in Terris que era para os cristãos fazerem acordos com comunistas sob o guiamento eclesiástico, sendo que o Papa Pio XII em seu Decretum contra Communismum condenou todo o acordo com comunistas ou mesmo simpatizantes a eles, os filosocialistas. Ainda tem o atual Papa Francisco que disse que sociologicamente ele é comunista e o Senhor Jesus Cristo, também, o seria comunista. Também para a canonização, hoje, não é mais exigido o advogado do diabo que de forma salutar e extremamente desafiadora tentava provar por A mais B que o candidato a santo não seria digno de tal título e se o candidato sobrevivesse a tal escrutínio ele seria canonizado o que fazia o processo durar séculos a fio.


Nada é melhor, tudo é igual, é o que vive o mundo hoje em um mundo de uma massa indistinta de zés ninguéns semelhantes a mim que ainda sou um covarde tão baixo e tantos outros zé manés banais.

terça-feira, 25 de julho de 2023

Rancor e falta de fé

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Rancor e falta de fé andam juntos. Jesus Cristo em uma passagem evangélica diz que se o teu irmão pecar contra ti sete vezes durante o dia e sete vezes durante o dia vier te pedir perdão, perdoa-o. Diante de tal ensinamento do Senhor e a fraqueza da fé enfraquecida provavelmente na mente dos apóstolos pelo rancor, eles pediram a Cristo que Ele aumentasse-lhes a fé. É evidente que o Cristo já sabia da pouca fé do que os ouviam e que precisariam resistir com fé ao longo do período de um dia que pode ser a vida toda de uma pessoa e sete como número da perfeição, quer dizer que o pecador pecou perfeitamente, sete vezes durante a sua vida toda ele pecou, porém, buscou o perdão divino logo em seguida outras sete vezes, buscou perfeitamente reconciliar-se, graças a Deus.


O homem sem fé, especialmente o padre sem fé que o que dá o perdão sacramental fraqueja ao logo deste itinerário de faltas e reconcilação, o rancor é tentador para abalar a fé, sintoma da dúvida, do ceticismo. Foi o que aconteceu, ontem, comigo quando um dia depois de eu ter recebido o sacramento da penitência, no dia seguinte eu fui novamente me confessar, porque na madrugada do mesmo dia eu pequei contra a castidade ao ter praticado o esporte (homossexualismo) junto com a masturbação e a pornografia. O padre riu de mim no confessionário por eu ter voltado ao confessionário, e eu menti a ele dizendo que dois dias antes eu estivera por lá no confessionário da Basílica Santuário de Nossa Senhora de Nazaré do Desterro daqui de minha cidade de Belém do Pará, a capital do Estado do Pará.


Se há o propósito de se emendar e de penitência da parte do confessante, e de se evitar ressolutamente as ocasiões de pecado só o rancor e a falta de fé, o rancor que conduz à falta de fé é que o explicaria o sacerdote, especialmente ele, e também um leigo não quererem perdoar. Eu menti quanto ao tempo da minha última confissão quando o padre me perguntou há quanto tempo eu não confessava, eu disse dois dias, era na verdade só há um dia que eu estivera no confessionário, contudo, eu menti para não piorar a minha situação ali e o padre ficaria mais tentado a sentir a sua fé abalada por repetidamente dar o seu perdão para um pecador, espero que Deus não impute esta minha atitude a mim como um pecado, talvez de orgulho. Nunca é demais que nos lembremos que quem vai ao confessionário ou quem individualmente chega a alguém para perdir-lhe o perdão, que se humilhe totalmente diante do padre ou de outra pessoa e se for preciso uma restituição em dinheiro mesmo a quem ofendemos que paguemos e rogue-lhe a caridade do seu perdão e tal pessoa se não for rancorosa e tiver fé, vendo o propósito de emenda de quem pede-lhe o perdão, deverá perdoá-lo por ser também mandamento divino.

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