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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

A perplexidade fundamental

Autoria: João Emiliano Martins Neto

A perplexidade fundamental é o espanto diante do tamanho da covardia humana ou da minha própria covardia e a pedra de tropeço que é querer preservar o próprio interesse pessoal a qualquer custo. Ou o homem liberto da caverna platônica tenebrosa, corajosamente, volta à caverna aonde estão os seus antigos companheiros ainda em algemas,


terça-feira, 27 de novembro de 2018

O homem atual: sepultado no inferno

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Eis mais um artigo meu, caro amigo leitor, de inspiração cristã, assim espero e espero que também com uma pegada metafísica, isto é, filosófica como convém a um crassus philosophus ou quem sabe mais que isso, porque um crassus philosophus christianus, ou seja, um filósofo, com a ajuda de Deus, fortemente cristão.


segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Esquerda, uma armadilha para o homem

Autoria: João Emiliano Martins Neto




A esquerda é uma armadilha para o homem. Não que a esquerda em si seja o mal mesmo encarnado em quem é esquerdista, porque é justo questionar uma certa inflexibilidade de pedra e aço que os capazes do mundo da direita em seu farisaísmo queiram impor sobre os outros, mas a esquerda por princípio tende a ser uma armadilha e por que? Porque na busca de ampliação de espaços na democracia para certos grupos excluídos historicamente como os LGBT, mulheres, negros, estrangeiros ou pobres,


Homens que fazem sexo com homens: sexo, poder e afeto

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Foto tirada por mim na praça da República de Belém (Pará, Brasil), local antigo de encontro de HSH.

Homens que
fazem sexo com homens (HSH) é a idéia criada por médicos para descrever o fato de homens que relacionam-se carnalmente com outros homens, machos transando com machos, como causa de certas doenças venéreas. Muito bem, tentarei aqui nestas próximas mal traçadas linhas, amigo leitor, tentar entender tal fenômeno partindo de minha experiência concreta no homossexualismo e mesmo que eu não fosse homossexual é patente que há homens que ardem de desejo venéreo por outros homens e que são homens que não têm exatamente trejeitos, "pinta", aquele estereótipo do gay ou da bicha: o homossexual clássico.


domingo, 25 de novembro de 2018

Festa de Cristo Rei, um reino fora deste mundo

Autoria: João Emiliano Martins Neto




Pela gula de um reino neste mundo descarta-se o reino de Cristo Jesus Senhor nosso que ocorre somente fora deste mundo. Nesta festa de Cristo Rei do universo lemos na leitura do evangelho da Missa o Cristo diante de Pôncio Pilatos dizer que o reino d'Ele não é deste mundo. Claro que desde o século IV com os imperadores Constantino Magno e Teodósio o cristianismo ganhou grande impulso mundano ao virar a religião do Império Romano e a partir daí quanta opressão, totalitarismo, mortes, sangue e lágrimas correram no mundo conhecido à época, como relata o grande filósofo Michel Onfray em


sábado, 24 de novembro de 2018

O lugar comum do mundo

Autoria: João Emiliano Martins Neto



Mundo e rico como termos de tudo o que é alheio ao povo eleito, pobre diante de tal mundo, mas rico para Deus, eleito por Deus que fora o povo hebreu sem qualquer qualidade intrínseca a tal povo, como diz a Bíblia Sagrada. Os hebreus que cunharam tais termos como mundo e rico para o resto da humanidade, por tais termos de inspiração hebraica, eis a raiz inegável de nossa civilização ocidental, cuja glória de tal povo hebreu é Jesus Cristo, mas que fora rejeitado pelos israelitas, todavia,

sábado, 17 de novembro de 2018

Eu, o crassus philosophus filosofando

Debate filosófico meu na página oficial, pessoal e homônima de Olavo de Carvalho no Facebook.



Olavo de Carvalho:

Tentar vencer os comunistas por meio de leis em vez de derrotá-los no campo intelectual e cultural é conceder a eles uma honra que não merecem, é abrir-lhes, de graça, o caminho da hegemonia.
O problema central a ser discutido dia e noite é: Os comunistas exercem ou não exercem um controle ditatorial das opiniões na universidade e na mídia? Sabemos que exercem. Só falta prová-lo de maneira irrespondível. Tão logo esse ponto esteja firmemente estabelecido na consciência popular, o controle hegemônico cairá de podre, assim como o império eleitoral dos partidos de esquerda ruiu ante o simples acúmulo das provas de corrupção.


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