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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

sexta-feira, 25 de agosto de 2023

7 MOTIVOS PELOS QUAIS NENHUM CATÓLICO DEVE SEGUIR OLAVO DE CARVALHO






1 - Olavo não confere à razão seus direitos: Execra-se a abstração como sendo "fuga da realidade" e impugna-se o raciocínio metafísico como se fosse mero formalismo lógico, inapto a demonstrar qualquer coisa a respeito da mesma realidade, como no caso das cinco vias tomistas, tratadas como meros argumentos de razoabilidade [1], mas também em questões morais. 



2 - Olavo perverte o objeto da fé. Desconsidera-se que a fé tem também um objeto lógico-proposicional: ela seria apenas "confiança numa pessoa" [2], que supostamente é Cristo mas, no fim das contas, é Olavo, como se verá. As portas estão, assim, abertas para quaisquer proposições que contrariem a Doutrina Católica, desde que a suposição de se estar "confiando em Cristo" seja mantida. Tal suposição pode ser reforçada por meio de práticas em si mesmo boas, como a reza diária do terço ou uma maior frequência à Missa ao longo da semana.



3 - Olavo ignora a regra próxima da fé. Uma vez que já não se considera que o objeto da fé seja constituído de proposições conceituais, o Magistério da Igreja, que é a regra que confirma nosso assentimento à verdadeira fé, isto é, às proposições verdadeiramente reveladas por Deus, pode ser simplesmente ignorado, o que se reforça com frases de efeito como "o cristianismo não é uma doutrina".



4 - Olavo separa a fé e a razão. Tendo seu objeto pervertido e sua regra próxima ignorada, a fé já não goza de primazia sobre a razão, o que significa que a teologia já não é apta para julgar as conclusões emitidas pelos filósofos [3], o que inclui os desvios já expostos no ponto 1.



5 - Olavo torna-se a medida de tudo. Se já não é à luz das proposições de fé, em si mesmo infalíveis porque reveladas por Cristo, que se julga tudo mais, o que resta é julgar tudo a partir da mesma pessoa em cujas ideias errôneas sobre a fé se acreditou [4]: aquela confiança que deveria ser depositada em Cristo, acaba por ser depositada em Olavo.



6 - Olavo confunde os pecados contra a fé e a caridade. Ao ter seus erros doutrinais expostos, Olavo defende-se alegando que não é santo [5], enquanto aqueles que o acusam não passariam de "santarrões" (pessoas que pretendem ser santas, mas que não o são). Ora, os erros doutrinais atentam contra a fé e distinguem os católicos dos não-católicos, ao contrário dos erros contra a caridade, pelos quais se diferenciam os mais santos dos mais pecadores, ou os melhores católicos dos piores. O que se exige de Olavo não é que ele seja o melhor dos católicos, mas sim o mínimo para ser católico, ou seja, a profissão íntegra da Doutrina.



7 - Olavo leva à perda da fé. Diante de tudo quanto foi exposto até aqui não há outra conclusão possível a se chegar senão a de que Olavo, no mínimo, põe em sério risco a fé daqueles que o seguem, uma vez que "a Fé perde-se negando ou duvidando voluntariamente, ainda que seja de um só artigo que nos é proposto para crer" (Catecismo de São Pio X, 863). Perceba-se que esta mesma citação do Catecismo será inócua para quem já se convenceu que não está obrigado, como católico, a assentir por fé a proposições conceituais à luz das quais deve julgar tudo. Ou se está ao lado de Olavo, ou se está ao lado da Igreja. 


Em suma: os ensinamentos de Olavo de Carvalho em matérias éticas, metafísicas e religiosas são absolutamente incompatíveis com a Fé católica. São contrários ao Magistério da Igreja e às verdades naturais conexas com a Revelação.
 

Nós do Instituto Jackson de Figueiredo, alertamos a todos os católicos que se afastem deste homem, que é um lobo em pele de cordeiro. E que rezem por sua conversão. E pela conversão dos que foram completamente fanatizados e deformados por sua influência anticristã. 


Temos ciência da associação pública que muitos católicos, inclusive sacerdotes famosos, possuem com Olavo de Carvalho, como o Padre Paulo Ricardo, ainda que supostamente aleguem, em privado, terem se afastado de seu ensinos e reconhecerem sua influência nociva e venenosa para os fiéis. Esperamos, sinceramente, que a exposição dos argumentos acima contribuam para um posicionamento decidido e público, para o bem das almas e para a melhoria dos apostolados. Não ignoramos a polêmica da questão, mas nos manifestamos por meio da presente cumprindo um estrito dever de consciência, de modo a não sermos confundidos com o movimento cultural, pseudo-intelectual e anticatólico capitaneado pela referida figura. Trabalhamos em direções opostas.


Reiteramos os pedidos de orações por todos. Que Nossa Senhora Aparecida nos abençoe a todos e, sob a proteção seu manto maternal, sejamos livres de toda heresia, dos falsos profetas, e possamos contribuir em seu exército para a restauração de todas as coisas em Cristo e pela expansão das fronteiras do Reinado Social de seu Filho. 


Viva Cristo Rei!


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[1] Olavo afirma o seguinte: "Eu acredito que você pode ter uma evidência da existência de Deus, mas NÃO uma prova lógica. A prova lógica, tal como desenvolvida por S. Tomás de Aquino e outros apenas demonstra que é mais razoável você crer num Deus do que não crer. [...] A existência de Deus não pode ser provada por argumentos no nível da certeza absoluta. Pode no nível da razoabilidade. Link para o vídeo de Olavo de Carvalho é este aqui. Aqui ele trata as provas tomistas como sendo um exercício de lógica formal, que diz respeito apenas a possibilidades e não à realidade. Ora, as provas tomistas são metafísicas. Se os argumentos dele podem ser qualificados como "lógicos" é porque em toda ciência a lógica é empregada na demonstração, daí o Magistério da Igreja condenar a seguinte tese blondeliana, da qual Olavo é caudatário: "Os argumentos lógicos da existência de Deus, bem como da credibilidade da Religião cristã, não possuem, por si sós, nenhum valor objetivo, como se diz; a saber, eles não provam nada, por si mesmos, atinente à ordem do real." (Decreto do Santo Ofício contra a filosofia da ação de 01/12/1924). Ou ainda o próprio Concílio Vaticano I: "Se alguém disser que o Deus uno e verdadeiro, Criador e Senhor nosso, não pode ser conhecido com certeza pela luz natural da razão humana, por meio das coisas criadas – seja excomungado".


***


[2] Diz Olavo que "A religião não é uma doutrina para ser 'acreditada' ou uma tábua de mandamentos morais exteriores como um código civil. Ela é um conjunto de acontecimentos de ordem histórico-espiritual cuja notícia nos chega pelas escrituras sagradas e pela tradição. Esses acontecimentos podem, em parte, ser confirmados historicamente, mas não podem ser historicamente compreendidos, pois prosseguem até hoje e seu sentido só se elucida nesse prosseguimento, na medida em que você toma ciência de que eles o envolvem pessoalmente. Você pode participar deles através dos ritos, da prece, da fé e sobretudo dos milagres. A fé não significa adesão a uma doutrina, mas confiança numa Pessoa em cuja humanidade transparece, de maneira ao mesmo tempo auto-evidente e misteriosa, a presença do transcendente e do infinito."


Aqui link para o texto de Olavo de Carvalho indicado pelo autor da presente condenação.


Por sua vez, o Catecismo de São Pio X, na questão 860, define fé como "uma virtude sobrenatural, infundida por Deus em nossa alma, pela qual nós, apoiados na autoridade do mesmo Deus, acreditamos que é verdade tudo o que Ele revelou e por meio da Santa Igreja nos propõe para crer", o que significa que é falsa a dicotomia proposta por Olavo. Por confiarmos na pessoa divina de Cristo é que aderimos à Doutrina que ele confiou a sua Igreja. O Pe. Álvaro Calderón comenta a respeito das origens modernistas de tal ideia: 


"Entendido isso, podemos então discernir em seu primeiro rebento o subjetivismo de toda a nova teologia: se alguém negar que o objeto da fé seja também una doutrina, anathema sit! porque já é modernista. O neoteólogo insiste sempre em que o objeto da fé não é uma doutrina, mas uma realidade; repete que Deus não revelou especulações acerca d’Ele, mas se revelou a Si mesmo; fala, enfim, da verdade revelada só em sentido ontológico e nunca em sentido lógico. Como toda mentira, tem um pedaço verdadeiro; e é bem feita, com a parte verdadeira mais brilhante, pois quem não prefere ver a Deus no céu que ler a Suma eternamente? Mas é uma mentira péssima, porque na terra não há acesso ao Verbo divino senão nos verbos mentais da doutrina revelada. Certamente é Cristo mesmo quem habita pela fé em nossos corações (Ef 3, 17), mas habita por uma fé recebida ex auditu pela pregação (Rm 8, 17): Não há acesso à realidade divina senão pela doutrina." (Pe. Calderón, "A candeia debaixo do alqueire", Ed. Sétimo Selo, p. 163.)



[3] Olavo afirma que "TODO julgamento emitido sobre uma filosofia desde pressupostos teológicos é fora de propósito e quase sempre errado." Aqui link do texto no Facebook em que Olavo de Carvalho assevera o que lhe estão denunciando. Continua o denunciante: e aplica tal juízo universal ao caso concreto do prof. Orlando Fedeli, que o combateu, alegando que "O problema é que ele [Fedeli] é um professor de religião e não um filósofo -- o que em si não teria nada de mau se ele não achasse que, com esse seu equipamento doutrinal, está habilitado a entender e julgar filósofias [sic!]" Aqui link para um texto de Olavo de Carvalho citado pelo presente denunciante Instituto Jackson de Figueiredo para o chamado Blog do Angueth. Continua o denunciante: Ora, que a teologia deva julgar a filosofia é algo que já se encontra em livros tomistas introdutórios, como o de Maritain:


"A título de ciência superior, a Teologia julga a Filosofia do mesmo modo que a Filosofia julga as ciências. Como consequência, exerce para com ela um papel de direção, mas negativa, que consiste em declarar como falsa toda proposição filosófica incompatível com uma verdade teológica. A Teologia, pois, controla e mantém sob sua dependência as conclusões emitidas pelos filósofos." (Jacques Maritain, Introdução Geral à Filosofia, pp. 81-82)


Se não se quer dar ouvidos a Maritain, ouça-se então o próprio Santo Tomás de Aquino, Doutor Comum da Igreja, a esse respeito: "Os princípios das demais ciências ou são por si evidentes, e não podem ser provados; ou se demonstram noutra ciência por algum motivo natural. Porém, o conhecimento próprio desta ciência [a Teologia] assenta na revelação, e não em premissas naturais. Donde, não lhe cabe provar os princípios das outras ciências, mas só julgá-las; porque tudo o que nelas repugnar à verdade desta, condena-se, de vez, como falso, segundo o Apóstolo (II Coríntios X, 4-5): Derribando os conselhos e toda a altura que se levanta contra a ciência de Deus." (Santo Tomás de Aquino, Suma Teológica, Ia, q. 1, a. 6, ad 2) 


Por fim, que seja ouvido, em última análise, o próprio Magistério da Igreja: "Não haveria, certamente, tais desvios da verdade que deplorar se também no terreno filosófico todos olhassem com a devida reverência ao magistério da Igreja, ao qual compete, por divina instituição, não só custodiar e interpretar o depósito da verdade revelada, mas também vigiar sobre as disciplinas filosóficas para que os dogmas católicos não sofram dano algum da parte das opiniões não corretas." (Pio XII, Encíclica Humani Generis, 34) 


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[4] Perceba-se que o exercício que acabamos de fazer na nota anterior contraria a própria frase de Olavo, segundo a qual "TODO julgamento emitido sobre uma filosofia desde pressupostos teológicos é fora de propósito", o que significa que na mesma sentença onde ele propugna o erro, repele-se como "fora de propósito" o único meio de se constatar que ele está errado. O que resta, então, é julgá-lo à luz dele mesmo, no que será sempre perfeito e tomado como fundamento de todo o resto. 


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[5] Olavo chegou a expressar tal coisa certa vez em termos que beiram a presunção da própria salvação: "Se vocês esperam que eu seja "um católico exemplar", perdem o seu tempo. É Jesus Cristo quem fará isso de mim. Será nos últimos dias da minha vida e vocês não estarão lá para ver."

Aqui link para a postagem no perfil no Facebook de Olavo de Carvalho que comprova que ele disse tal coisa.

quinta-feira, 24 de agosto de 2023

A longa marcha da vaca para o brejo ou um pouco mais de massa crítica para o Estado confessional católico brasileiro

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Como eu prometi que ia estudar sobre as revoluções liberais que teriam contribuído para a perda do poder da Igreja Católica na sociedade, passei uma vista d'olhos em pelo menos uns dois sites sobre o assunto e das revoluções liberais achei interessante saber sobre o absolutismo monárquico que nomeadamente as revoluções liberais queriam se livrar, absolutismo que no primeiro site sobre esse assunto é chamado de Antigo Regime, mormente o da França que ocasionou a Revolução Francesa de 1789. 


O tal Antigo Regime combatido pelos liberais nem é tão antigo assim, visto que é fruto do século XVI, segundo eu vi no site seguinte sobre Absolutismo, que marcou a crise do feudalismo e que com a desculpa de combater a violência e as revoltas camponesas, que o diga Martinho Lutero que filho de um burguês combateu a revolta campônia da época dele mobilizando os príncipes do Sacro Império Romano-Germânico, houve uma concentração brutal do poder nas mãos do rei que no feudalismo precisava dividi-lo com a nobreza e os senhores feudais. Para piorar a nascente burguesia que um dia seria em meio às quinquilharias que quer tanto vender para acumular o capital que hoje é apenas o rentismo do dinheiro que compra dinheiro na apreciação altamente subjetiva do valor também venderia a burguesia a corda que já tarde os comunistas a enforcaria, a burguesia sedenta de lucro junto com os maus eclesiásticos da Igreja Católica venderiam as suas almas para o rei despótico e centralizador em troca da concessão de benefícios, isenções fiscais, nomeação de cargos, pensões vitalícias, indicações para cargos no Exército e vantagens econômicas.


O senhor meu pai chamado João Tadeu que não tem religião assim como os padres de apartir da décima sexta centúria e muito menos e até hoje ligam para religião os burgueses, ele também busca uma pensão vitalícia para mim, o que se chama hoje de aposentadoria, é o meu pai obcecado por coisas materiais, só fala nisso. Realmente as pessoas se vendem para o braço de carne humano, são malditos que confiam no homem, diria o santo profeta Jeremias, dando um poder desmesurado ao Príncipe despótico e corrupto teorizado por um Nicolau Maquiavel na referida centúria bem em meio à eclosão da tirania estatal que se formou naquela época e hoje é dividida entre dois monstrengos, os capitalistas bons e velhos eternos burgueses vendedores de batatas até foguetes e os comunistas que precisam mais do que nunca do Leviatã explorador e tirânico na falta bizarra na vida deles da santa religião católica romana.


Do século XVI, início da longa marcha da vaca para o brejo com o absolutismo monárquico fica aqui mais um rascunho meu para uma massa crítica para um Estado confessional católico brasileiro que não pode ser um monstrengo estatal, mas, deve primar pela descentralização, municipalização a começar das armas, armando a população individual e depois pela consecução de exércitos locais, porque no Absolutismo, li no site, o Exército ficou todo nas mãos do Príncipe. Cada municipalidade terá o como que o seu senhor feudal, um prefeito com sua força. Com relação aos burgueses é de se pensar se o resultado deles, do capitalismo, deve ser acima de tudo saciá-los a sede de lucro e se o domínio do homem à natureza pela técnica, ciência, indústria e tecnologia são necessárias sem o conhecimento profundo, substancial de tudo o que há pelo conhecimento do Deus que crê e ensina a Santa Igreja Católica Romana em um Estado confessional católico que faria sair mais barato do que uma revolução comunista ou na promoção da ciência moderna, da técnica, da indústria, sairia no fim de tudo mais barato a promoção da santa religião romana e católica.

quarta-feira, 23 de agosto de 2023

Uma massa crítica ou algum rascunho retórico para o Estado confessional católico do Brasil

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Cristo Rei do universo. (todos os direitos reservados da foto)


Massa crítica é um termo da esquerda que eu ouvi de José Genoíno, membro do Partido dos Trabalhadores e ex-presidente deste partido envolvido com corrupção, ele dizer sobre o que se deveria fazer contra os protestantes brasileiros. Então, eu escreverei aqui alguma massa crítica ou algum rascunho retórico para o Estado confessional católico do Brasil semelhante ao que possibilitou a eclosão da Filosofia na Grécia antiga com Sócrates iniciada antes com o discurso poético, mitológico e literário da tragédia grega segundo a ideia da teoria dos quatro discursos de Aristóteles sistematizado por Olavo de Carvalho, sendo tal teoria a ideia de que o discurso humano é uma potência que começa na religião e poesia ou literatura, passa à retórica ou massa crítica para uso político que foi muito usada pelos sofistas falsários, ascende à dialética ou Filosofia e chega à ciência na autoevidência apodítica.


É interessante para o político católico e anteriormente aos teólogos mormente políticos e filósofos católicos a quem eu endereço este algum esboço de massa crítica e rascunho retórico terem bem presentes que precisam derrotar os protestantes antes de mais nada, antes de derrotarem os sediciosos liberais que os sucederam e foram esses sucedidos pelos comunistas. Os liberais e os burgueses nascentes afastaram e sepultaram a Igreja Católica de sua influência diante e muito acima do trono dos reis que absolutistas, aliados à burguesia e ao capitalismo de seus primeiros dias, varreram também os aristocratas em nome do lucro que é a corda que os burgueses vendem aos comunistas para que eles já tarde os enforque que é o que merece a quinta coluna da esquerda na cidadela da direita que são os anarcocapitalistas, membros da fase avançada em decomposição do liberalismo que são os anarcocapitalistas ou libertários, que em nome do lucro, o falso deus Mamon deles, eles vendem adoções de crianças e órgãos humanos e por que não empreendem em clínicas de aborto? É preciso a extirpação das heresias que é uma das intenções clássicas dos papas pelas quais os fiéis devem rezar a fim de lutarem pela glória de Deus, o próprio bem auferindo indulgências plenárias e pelo bem de toda a Santa Igreja conforme se diz no ofertório da Santa Missa.


Martinho Lutero era aquele monge maluco e que só falava merda, segundo dele dizia o glorioso e bem-aventurado valente mártir Santo Thomas More, forjou uma arma, diria o autor sacro bíblico (Isaías 54, 17), chamada protestantismo onde com o que se vê no mundo todo com um falso ar de piedade e moralismo na verdade quer a revolução, posteriormente liberal, do indivíduo que é marcado pelo orgulho, é cético quanto ao princípio de autoridade, a autoridade dos legítimos pastores católicos, a respeito dos quais disse o Senhor Jesus Cristo aos seus apóstolos que certamente estavam incluídos nos setenta discípulos enviados em missão pelo Cristo, precursores de tais pastores, que quem os ouve a Ele o ouve (São Lucas 10, 16). Um Samuel Câmara bandido, porque ameaçou-me de morte do púlpito mesmo da seita que ele preside em minha cidade de Belém do Pará (capital do Estado do Pará), a primeira seita Assembleia de Deus que surgiu no mundo. Ele ameaçou-me e expulsou-me de sua seita, pois na cara eu o xinguei de bandido, pois descobri que ele foi encontrado com uma fortuna incalculável de mais de 20 milhões de reais pelo Departamento de Polícia Federal nos anos 2000 deste século XXI em uma investigação de lavagem de dinheiro. Ele que é o chefe da primeira seita Assembleia de Deus que surgiu no mundo, e tais seitas Assembleias de Deus ou do Diabo que espalham-se no mundo todo são sumamente importantes para o protestantismo brasileiro. O elemento Câmara que é conhecido pelos próprios seguidores de sua seita pela soberba e de não ter ninguém acima de si, só ele manda e quer o poder a qualquer custo, ele mesmo olhando nos meus olhos o disse em um culto na seita dele onde ele pessoalmente histérico aos berros, o que é comum nesta falsidade religiosa, xingava-me, pois eu sou doente mental e aliás, xingou ninguém menos que o próprio Cristo em um culto na seita dele transmitido por sua rádio, a Boas Novas FM 91.9, ele xingou o Redentor de doido com ódio, com ódio do Cristo a quem ele não quer ouvir nas pessoas dos seus divinos pastores católicos, de forma salutar renunciando assim a toda a heresia. Câmara que disse na minha presença que vestiriam saias os padres romanos, referindo-se pejorativamente às batinas talares dos padres quando soube que eu retornaria para a Igreja Católica. A heresia protestante que nega a necessidade de boas obras da parte do homem colaborando ele assim com sua salvação, pois bastaria só a fé, sola fide, para a justificação, e os protestantes citam para tal São Paulo que ao longo de suas cartas garante que é preciso a consecução de obras para a salvação quando escreveu na mesma carta aos cristãos de Roma tão usada pelos hereges contra a verdade que a cada um será dado segundo as suas obras (Romanos 2, 6), e o Cristo em todo o Sermão Montanha ordena que se faça as boas obras, para derrota de Lutero e dos luteranos e demais protestantes, sendo que no final do sermão o Salvador diz que "Aquele pois que ouve estas minhas palavras e as põe em prática é semelhante a um homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha." (São Mateus 7, 24). Certamente o Apóstolo São Paulo negou, eu presumo, o mitzvot do judaísmo como a circuncisão e as cerimônias rituais judaicas não teria negado a lei moral. Negando as boas obras, eles negam o livre-arbítrio o que não deixa de estranhar que nos séculos seguintes posteriores ao décimo sexto da Reforma Protestante, viessem as revoluções liberais onde uma ideia de liberdade louca, não em vista de um bem que é a noção clássica de liberdade, em uma libertinagem sem uma noção do ser, em vista apenas do desejo, diria o filósofo Hegel, e sem uma noção de bem que é o que constituiria o verdadeiro filósofo.


Fico por aqui neste meu esboço de massa crítica e rascunho retórico para o Estado confessional católico do Brasil, pois preciso estudar as revoluções liberais que hoje culminam no comunismo que usa atualmente de perversões humanas como a bruxaria feminista bem ao gosto de Eva e Jezabel, seguido do homossexualismo e hoje das tais ideias de gênero na esteira das trevas do século XVI quando da perda da santa religião católica romana da noção correta de liberdade, ser e bem para a tomada do poder total.

terça-feira, 22 de agosto de 2023

Vai, força! Vai, coragem! | Uma oração a São Dionísio de Paris e a todos os mártires

Autoria: João Emiliano Martins Neto


São Dionísio de Paris (todos os direitos reservados da foto)


Salve, salve, São Dionísio de Paris! Salve, salve, São Dionísio de Paris! Graças a Deus por vós a nós em nossas vidas, graças a Deus por tudo. Obrigado pelo vosso testemunho de fé, esperança e amor. Testemunho até mesmo de sangue. Por Deus vós derramastes o vosso sangue, por tudo o que há de melhor, Deus, tudo o que há de mais alto quanto ao que é o bem, a verdade e beleza, tudo o que abre os nossos olhos, encanta, eleva, instrui com uma ciência perfeita, mobiliza-nos a perder tudo neste mundo por um campo onde há um tesouro inestimável escondido, a perdermos tudo por uma pérola de valor único e já neste mundo ainda que com o lusco-fusco da doutrina da fé, na obscuridade.


Vai, força! Vai, coragem! Assim vós, São Dionísio de Paris, junto do Senhor Jesus Cristo tu nos dizes para enfrentarmos com força, com coragem este mundo, este sistema manipulado pelo demônio, e vencê-lo como Cristo o venceu e disse que venceríamos desde que o enfretássemos com coragem. Força, coragem! Eu, Dionísio de Paris e todos os demais mártires debaixo do altar estamos rezando por ti.


Amém.

domingo, 20 de agosto de 2023

Raiva!

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Ontem eu estava com raiva de mim mesmo. Raiva! Raiva de eu ser tão covarde, veadinho, rato e barata nojento, nocivo, infecto, nefasto, traiçoeiro, pestilento vendido e amando mais a esta coisa mesquinha que eu sou em minh'alma. Eu estava com raiva de não enfrentar um funcionário do restaurante e casa de eventos, o Casa Mia, que fica na rua de casa, na travessa Quintino Bocaiúva, no meu bairro de Nazaré de minha cidade de Belém do Pará, a capital do Estado do Pará. Ele ameaça me agredir fisicamente se eu parar ali para conversar com os funcionários do lugar como eu fazia antigamente e junto com ele. Em uma postagem passada neste meu blog ortônimo eu até aventei a possibilidade do sujeito, que parece que se chama Charles, estar a fim de mim, ele que até um dia desses era heterossexual, porque que eu saiba ele seria casado e com filhos, e de repente me conheceu e virou veado? Nós, LGBTQIA+ parece que a gente leva as pessoas para um mau caminho, seríamos nós sedutores.


Bom, ontem, eu fui à uma delegacia aqui na minha cidade de Belém para denunciar o cara, fazer um boletim de ocorrência, mas, não o fiz, apareceu um rapaz que também queria fazer uma ocorrência ali que conversou comigo e contou-me de estar com problemas com uma ex-amante que não o deixa ver o filho em finais de semana alternados conforme determinado pelo juiz, ela estaria usando o filho de ambos como arma contra ele no que se chamaria de alienação parental. Eu achei que o meu problema era de pequena monta se comparado ao dele e fui em seguida embora antes dei-lhe a minha senha para que ele fosse logo atentido, visto que a delegacia do bairro de São Brás já ia encerrar o recebimento de ocorrências naquele horário de dez minutos faltando para as treze horas e só reabriria às quinze horas, dei a chance, então, para o rapaz, pai de família. Charles é um bandidinho, enquanto é uma bandidona a mulher do rapaz ali da delegacia.


Fiquei com raiva de mim mesmo. Raiva! Por eu ser tão covarde e fugir da luta de sair até ferido fisicamente de uma briga, o tal Charles quer jogar em cima de mim um cone sinalizador de rua, Uma briga pode ser justa, a guerra justa, contra alguém injusto. O verdadeiro corajoso não teme apanhar e nem morrer e eu que por ser católico romano defendo até mesmo um Estado confessional católico para o Brasil como posso ser tão fraco? No entanto, eu o sou.


Raiva! É preciso seguir os conselhos de Nosso Senhor Jesus Cristo e cingir os rins, segurar o coração para quem é ocidental, controlar as emoções ou paixões e manter acesa a lâmpada que é estar em estado de graça, estar de bem com o Espírito Santo para ser forte diante das batalhas da vida, batalhas até físicas, porém, eu que no fundo sou um ateu, niilista, agnóstíco, minha fé é pouca, enfim, preciso vencer estas minhas trevas e manter acesa a lâmpada, Deus me ajude.

Por um Estado confessional católico romano para o Brasil

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Basílica de São Pedro um símbolo do catolicismo (Gettyimages. Todos os direitos reservados da foto)


Eu defendo um Estado confessional católico romano para o Brasil. O Estado laico é um cadáver podre ainda que vivo atormentado como que em pesadelos pelos seus pensamentos: o consciente e o inconsciente freudiano, não vendo nada de substancial, o eu substancial que encontra-se radicado em algo divino, em Deus que o criou, pois que por analogia em tudo o que há de natural e preternatural nos anjos o que há de criado mostra o eterno poder e a divindade de Deus que os criou, diz os livros da Sabedoria e da epístola de São Paulo aos Romanos. É um cadáver tal Estado e são cadáveres os homens à frente de tal Estado que não veem nada acima de si mesmos que é o que ocorre como uma neurose e pesadelo beirando a psicose nos mais incliandos a isso no microcosmo de todo homem infiel.


Tal Estado separado da Igreja Católica Apostólica Romana é um Estado sem uma alma ou com uma alma debilitada, e debilitada por drogas, visto que recentemente o Supremo Tribunal Federal do Brasil liderado por aquele tirano Alexandre de Moraes, liberou o porte de maconha. Assim acaba um tal Estado sem uma união com a única religião verdadeira e revelada por Deus que é a Igreja Católica. É o Estado laico que é o que temos no Brasil atual, em sua república desde o ano de 1891 quando da promulgação da primeira Constituição republicana, onde o que resta são as razões de Estado, as razões da imposição tirânica da vontade, do impulso humano desordenado que mesmo que guiado pela razão ou pelas ditas "razões" o que resta é ainda assim a imposição de tal vontade louca, pois que conhecimento torna-se poder, o governante em sua razão solteira não conhece nada além, nada acima de seu arbítrio, não quer curvar a sua dura cerviz à fé divina e católica, nada além ele vê do que seja histórico humanamente construído por meros homens ao longo da história ao sabor das circunstâncias e em um determinado período histórico de um determinado povo, em um casuísmo posto de quatro às circunstâncias e aflições do momento por pior que seja. Nada ele vê além do que o enfeite sociológico de fenômenos sociais desconexos de grupos e povos se não estiverem na pertença ao corpo místico do Senhor Jesus Cristo que é a Igreja Católica. Tudo é uma construção humana e cultural, o culto ao homem, no final das contas nada além o governante conhece que esteja acima de si, nada além de sua cienciazinha e vã filosofia ou ideologia que por meio de discursos sofísticos hipnóticos, demagogia ou "narrativas", diria-se hoje, vale a versão de cada um e de cada grupo de pressão e estão a serviço do poder pelo poder e sem nenhum pudor.

sábado, 19 de agosto de 2023

Santo Antônio Maria Zaccaria, a intercessão dos santos e a visão maravilhosa deles no Céu

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Santo Antônio Maria Zaccaria (todos os direitos reservados da imagem)


Dia destes eu estava rezando como sempre pedindo a intercessão de Santo Antônio Maria Zaccaria, o meu santo de devoção, sobretudo diante dos meus sofrimentos na minha solidão e fraqueza: covardia, homossexualidade e tantas outras circunstâncias, mormente; e eu pensei que um bem-aventurado como Santo Antônio tem a visão marvilhosa dele no Céu que é a visão de Deus. O que há de mais alto, melhor, o Sumo Bem que é Deus; a suma de bem, verdade e beleza que nem olhos humanos viram, nem ouvidos ouviram e nem subiu ao coração de homem algum o que Deus tem preparado aos que O amam, palavras de São Paulo citando o profeta Isaías (1 Coríntios 2, 9. Isaías 64, 4). Deus que é algo muito mais excelente que não pode dar a dominação humana, o artifício humano, sua cienciazinha, vã filosofia, técnica, fruto tudo isso não raro de sua selvagem cobiça, concupiscência, vaidade.


Em meio a este mundo plano, horizontal, de linguagem e signos humanos, sensíveis e compreensíveis ao homem que podem estar no domínio destes que somos nós, homens, que podemos nos tornar senhores terríveis, tiranos neste mundo, queremos compreender no péssimo sentido dessa palavra, queremos o conhecimento como poder, porque o verdadeiro compreender é o estarmos abertos a coisas que eventualmente podem nos escapar. Que mal há não sermos os autossuficientes que nos pretendemos sê-lo se muitos de nós não sabe nem como plantar e cultivar as batatas que comemos? Será tudo para o homem um projeto de poder? Não haveria algo diante do qual não há uma relação apenas de poder e dominação? Qual de nós não deveu se submeter à legítima autoridade paterna, pois um dia fomos crianças indefesas, frágeis e dependentes de tudo de nossos pais que, aliás, por bem quiseram gerar a nós, eles que nos precederam na existência? Existe a fé divina e católica diante da qual devemos nos inclinar e nos inclinar beijando-lhes as mãos de nossos sagrados e divinos pastores que tutelam a nossa fé, confirmam-na a nós e nos iluminam, hoje quase nunca, pois que estamos em tempos de eclipse total da Igreja Católica em crise. Curvar a razão à fé talvez seja a última batalha do demônio contra o homem, visto que a razão humana é não raro de uma dura cerviz, razão que não vê nada acima dela como possível e tiraniza o que está abaixo, as crianças e nós, doentes mentais, então, o homem contrói armas de destruição em massa; constrói ele a bomba atômica.


Em uma tal situação um confessor e bem-aventurado semelhante a Santo Antônio Maria Zaccaria com sua oração incessante diante do maior dos bens que é Deus no Céu, temos desde Judas Macabeu que certamente rezando teve uma visão da comunhão do santos na Igreja Católica, da intercessão dos santos quando um santos profetas do passado, São Jeremias, a ele apareceu dando-lhe uma espada para o combate contra os impuros gentios (2 Macabeus 15, 12-16) e temos hoje nós, católicos romanos, claramente por meio do dogma da comunhão dos santos, pela intercessão dos santos, temos este mundo plano e como que hermeticamente fechado elevado e como que frestas nele são abertas para algo que não seja na raiz o domínio dos revoltados e que deveriam ser servos de Deus, desde o demônio que é um fantoche de si mesmo e que faz de fantoches os demais demônios e aos simples homens que por mais poderosos neste mundo e malignos que sejam não tem ideia do conhecimento e malícia incomensuráveis dos anjos. Pela intercessão dos justos no Céu com a maravilhosa visão deles de Deus no Paraíso e a oração do justo pode muito em seus efeitos (São Tiago 5, 16), diz o autor sacro, a verdadeira sabedoria pode penetrar neste mundo em particular se nos submetermos semelhantemente ao Senhor Jesus Cristo a toda a sorte de penitências, sofrimentos não por vil covardia, mas pelo triunfo do que é a verdade e uma ciência perfeita (Isaías 53, 11), chegará a nós da mesma forma que chegou a Cristo, o nosso cabeça sendo nós o seu corpo, a Igreja.

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