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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

quinta-feira, 11 de maio de 2023

Rita Lee

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Rita Lee (todos os direitos reservados da imagem)


Rita Lee faleceu nesta semana e o que se há de dizer de uma pessoa besta e boba como ela mergulhada na modernidade, assim como o alto e baixo clero romano pós-conciliar, também besta e bobo, se deixou enganar pelas ideias modernas? Graças à Lee com o seu feminismo nós, homens, hoje, não estamos em condições, nem mesmo os heterossexuais normais, de dizer o óbvio para uma mulher, que ela volte para casa e vá cuidar da cozinha e das crianças.


Rita Lee se desmentiu em uma canção no seu feminismo da maneira mais besta e boba e se mostrando um capacho, semelhante a mim que sou um grande capacho, de machos ao ponto deles reduzi-la a um animal pegado "de trás" (sexo anal) como na canção Pega Rapaz, na qual em uns versos está escrito: "me pega rapaz / De frente e de trás / Cada vez mais."


Como disse São Paulo aos romanos, querendo ser sábio o homem acabou louco. O homem na pessoa da mulher revoltada no feminismo contra o seu legítimo pai, ou marido acabou como Rita Lee uma besta louca atracada por trás por qualquer zé mané com o pênis na mão.

De capacho a evangelizador

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Realmente eu tenho muitos defeitos. Sou gay, vagabundo preguiçoso, covarde (capacho), sou doente mental. As pessoas podem atacar-me em várias frentes de minhas vulnerabilidades. Atualmente eu venho sendo atacado por um vizinho homofóbico que sofre de uma doença mental da mais alta gravidade tanto quanto a minha, mas, que o torna violento, e ele está certo em me xingar de "bichona", "veado", pois que eu tenho atração afetiva e sexual por pessoas do mesmo sexo, apesar de que por enquanto eu estou sem praticar o esporte (homossexualismo), que Deus me conserve assim, porém, nunca se sabe o dia de amanhã. Antigamente eu era muito mais um capacho que apanhava com razão calado, hoje eu posso ser um evangelizador, hoje que eu me arrogo católico romano. Eu posso dizer para ele que ele está pecando, segundo ensina São Pio X em seu catecismo, por ficar espezinhando sem caridade, ficar ofendendo as pessoas, por xingá-las e por não cumprir uma das obras de misericórdia espirituais que é o de suportar as fraquezas alheias, obras das quais seremos cobrados por Deus no dia do Juízo Final.


Este vizinho que é pelo menos um sodomita, pelo que eu conheço dele, que já me disse que busca homossexuais para fazer sexo com eles e já disse querer fazer sexo comigo e ele que fica fornicando com várias mulheres que ele leva para o apartamento dele. Ou seja, ele é um fariseu hipócrita, é um sepulcro caiado, denunciado por ninguém menos do que por Jesus Cristo, é um falsário, vive em pecado mortal e vai para o inferno junto com os gays, desde que praticantes para merecerem o inferno, que ele falsamente diz detestar. No inferno eles se merecem.

quarta-feira, 10 de maio de 2023

O testemunho de fé de Santo Antônio Maria Zaccaria

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Santo Antônio Maria Zaccaria


Eu já soube de livros que eu não estou certo se são de autoria de Santo Antônio Maria Zaccaria, o fundador da ordem dos clérigos barnabitas e das freiras angélicas, livros que eu ainda não li, mas, do pouco que eu sei da vida dele, ele que é o meu santo de devoção, Santo Antônio instaurou na época dele uma jornada de quarenta horas de adoração ao Santíssimo Sacramento. Então, eu imagino que por tal devoção ele tenha dado um interessnte testemunho de fé.


De fato, debaixo das espécies ou dos meros acidentes do pão e do vinho se encontra Jesus Cristo com seu corpo, sangue, alma e divindade. Apesar de nossos sentidos que acabam sempre aguçados pela nossa cobiça, concupiscência, digam que ali só haveria pão e vinho. A fé, então, deve dobrar os nossos sentidos grosseiros e deve dobrar a nossa mesquinha razão finita que por si mesma se torna como que a ideóloga dos mais baixos instintos. A fé faze-nos penetrar na substância, no cerne das coisas, onde se encontra a verdade, a sabedoria, a verdade e sabedoria que radica-se em Deus que tudo criou e sustenta todas as coisas e nos acidentes ou espécies do pão e do vinho encontra-se o próprio Deus Jesus Cristo substancialmente no que antes da transubstanciação operada pelas palavras consecratórias do padre eram apenas as substâncias do pão e do vinho.


Quarenta horas de devoção ao Santíssimo Sacramento prestou e ensinou o Divino Antônio Maria Zaccaria. Que formidável testemunho de fé, de humildade. Imitemo-lo!

Hook - A Volta do Capitão Gancho e a conversão à Igreja Católica

Autoria: João Emiliano Martins Neto




É bom lembrar de um filme da década de 1990, o filme Hook - A Volta do Capitão Grancho, e transpondo tal filme para a religião católica romana, quem não quiser ser católico romano e não quiser levar os filhos para a Igreja, tal pessoa e eles longe da Terra do Nunca (Neverland) que pode ser figura da Igreja, vão acabar gordos e fora de forma à semelhança de Petet Pan que acabou um sujeito banal, funcionariozinho de uma empresa, de meia idade, atarracado, escravo do trabalho e do dinheiro. Assim Peter restou assemelhando-se a quem dorme ou está morto espiritualmente em seus delitos e pecados. Tal pessoa um dia será uma velho decrépito espiritual como fisicamente, Wendy, personagem da fábula Peter Pan, envolvida neste mundo dominado por Satã, restou decrépita. Tal pessoa afastada do cristianismo acabará por perder a infância dos filhos e a inocência deles que espiritualmente nascem com poderes, por sua inocência infantil, como que mágicos dos chamados meninos perdidos (lost boys) da fábula de Peter deste filme Hook na Terra do Nunca (Neverland), figura da Igreja.



Tal pessoa tão afastada da Igreja Católica Apostólica Romana poderá acabar cometendo suicídio como o ator principal deste filme Hook - A Volta do Capitão Gancho, o ator Robin Williams, que se condenou ao inferno por ter se suicidado e espera-se que não tenha tido uma sepultura eclesiástica por seu ato maligno e tresloucado.

domingo, 7 de maio de 2023

A merdinha e a fé divina e católica

Autoria: João Emiliano Martins Neto


O homossexualismo ou a prática de sexo anal e oral entre dois machos do gênero humano ou no caso das lésbicas o chamado "colar o velcro", o esfrega-esfrega entre duas vaginas e o sexo oral em vaginas entre duas fêmeas somada à falta de complentariedade afetiva verdadeira, diz com paternos conselhos o atual Catecismo da Igreja Católica (1992), que é o que ocorre na desordem homossexual e a fé divina e católica que é a fé verdadeira no verdadeiro Deus é a relação entre a merdinha e um dom sobrenatural que é a fé na única e verdadeira religião revelada neste mundo por Deus que é a Igreja Católica Apostólica Romana. É a relação entre uma total deformação das mais baixas e a verdadeira sabedoria que é a sabedoria e luz incriada que já foi e é desafiada pelo menos por algo mais excelente a exemplo da razão humana e angélica, a filosofia e a ciência todas fruto da potência superior da alma humana e dos anjos que é o intelecto.


O homossexualismo rebaixa, esta merdinha vergonhosa, o homem e desafia a santa fé da maneira mais amesquinhante. É uma formiga protestando contra um elefante. É ridículo o homossexualismo e hoje por força de lei federal na Pátria de Macunaíma (Brasil) há ameaça de processo judicial e cadeia. Não se pode mais falar de gente como nós, os homossexuais, tão rebaixados que nós somos, infelizmente.


Isto não quer dizer que se vai ficar espezinhando a ninguém. Isto não quer dizer que se vai ficar fazendo arruaça na rua contra ninguém e nem fazer desordens de todo o tipo. Não é preciso ficar pisando o tempo todo em ninguém ou em nós, os invertidos, é preciso ter a compaixão católica de se suportar as fraquezas alheias que é uma das obras de misericórdia espiritual das quais seremos cobrados por ninguém menos do que por Deus no dia do Juízo Final. Contudo, é preciso saber se colocar e se ver no seu devido lugar. O homossexualismo rebaixa muito a nós, LGBT. Nós vivemos em uma insignificância e mesmo se, já falei disso em outro artigo, valer algum signo, por exemplo, linguístico, literário, a nossa questão da inversão, a minha dica iluminada pela fé divina e católica é que por meio da penitência mesmo o maior dos pecados possa ter alguma significação no dar o nome aos bois a mesmo o maior dos males e ainda que cometido em grande número possa ser nomeado quando os nomeamos para o padre no confessionário. O mesmo vale para a alta literatura que mesmo o homossexualismo pode inspirar desde que não se doure a pílula do quanto é realmente maligno o homossexualismo, pois que realmente o pênis encaixa na vagina. Nós, homossexuais, em nossa cegueira não entendemos esse bem básico e banal, besta, simplesmente não conseguimos enxergar. E mais, o homossexualismo é o pecado que clama aos céus por vingança, clama por severos castigos, explica o Papa São Pio X em seu catecismo. Não menciono aqui as ciências biológicas e psicológicas ou psicanalíticas que devem pesquisar o fenômeno homossexual, só que em outro nível.

quinta-feira, 4 de maio de 2023

A insignificância, o inominável e a penitência dando nome aos bois

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Dia desses eu estava conversando pelo aplicativo WhatsApp, com o irmão Diogo Rafael Moreira, que é um sedevacante e cismático do canal no site YouTube e blog na internet chamado Controvérsia Católica. Eu ali no aplicativo expressei-me no diálogo com ele somente por texto, o sedevacante e cismático respondeu-me por áudio. Eu disse a ele que eu sou homossexual. Ele talvez um tanto indignado foi logo dizendo, citando São Paulo em uma de suas epístolas, que um tipo de pecado e mal tal qual a homossexualidade é algo inominável, logo, digo eu, é algo com uma insignificância.


Olavo de Carvalho comentando sobre a miséria brasileira onde pelo menos nos últimos quarenta anos e principalmente nos anos de ascensão das esquerdas ao poder, o sofrimento, dor e drama brasileiro tornou-se inominável, insignificante, que o diga a ausência de escritores que expressassem literariamente os mais de sessenta mil assassinatos por ano nas eras Luiz Inácio Lula da Lula e Dilma Rousseff no poder. Poderiam ser escritores, também poderia ser até mesmo santos ou pelos menos católicos dispostos à penitência para ajudar por meio da simples fé divina e católica romana acessível aos pobres, a massa de povo que não é tão erudita assim e dada a ler muitos livros de literatura. Santos ou penitentes dispostos a dar a sua vida por amor a Deus sobre todas as coisas e por amor ao próximo como a si mesmos para pararem esta sangueira. Todavia, onde está a Igreja Católica Apostólica Romana neste país, Igreja que se encontra em ruínas por causa do maligno Concílio Ecumênico Vaticano II e por causa do marxismo que se infiltrou nela.


E sendo assim algo dado como insignificante o próprio morticínio de brasileiros pela classe letrada que é toda de esquerda, por conseguinte, formada de cabos eleitorais de Lula e Dilma e de toda a esquerda, segue-se que não o denunciaria tal fato macabro fruto do tráfico de drogas e do consumo de drogas que no Brasil só aumenta a cada ano. É considerado insignificante pelos pretensos intelectuais e pretensos escritores nada menos do que o banho de sangue de seus próprios compatriotas. Tal situação não poderia ser expressa na literatura nacional, ainda mais se a classe falante é engajada à esquerda. Tal classe odeia o cristianismo, a Igreja Católica. A maioria deles são agnósticos, ateus e indiferentes religiosos. Os escritores precisam do signo, explicou Olavo, precisam de alguma coisa com algum tipo de linguagem que dê nome aos bois. Olavo, que já infelzmente faleceu, era sempre um mestre ao ensinar a nós, seus pupilos e alunos, discípulos, a cultivarmos a literatura, pois que por meio dela as possibilidades de experiências humanas aparecem. Por exemplo, na poesia e assim no mito que se encontra o primeiro degrau dos quatro discursos de Aristóteles, sistematizado pelo grande professor Olavo em seu livro Aristóteles em Nova Perspectiva - Introdução à Teoria dos Quatro Discursos, onde começa o entendimento discursivo humano acerca do mundo culminando na ciência.


Com todo o respeito pela autoridade do Apóstolo (São Paulo), mas, eu acho que a minha revelação causou espécie a tal ponto no irmão Diogo Rafael Moreira do Controvérsia Católica que ele se esqueceu, talvez por um estrabismo da parte dele não só físico (ele é vesgo), também, espiritual, que São Paulo concedeu um signo, um significado, uma linguagem escrita à homossexualidade classificando-a é verdade de como algo cujos nomes são horrorosos. Nós, homossexuais, seríamos os sodomitas ou devassos, nas traduções biblicas, respectivamente dos hereges protestantes e na tradução escriturística e santa católica romana. Nós também podemos ser os afeminados, segundo o grande, bem-aventurado e glorioso Apóstolo que aliás, na cidade grega de Corinto, ele converteu gays ali, coisa rara, hoje. Na verdade é o incesto que é inominável, segundo o Apóstolo. Brincar de homossexualismo é besteira diante da defesa de nada menos do que o referido incesto no passado na diocese de Corinto e hoje por Max Horkheimer da Escola de Frankfurt defendido pelo atual ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em seu livro Em Defesa do Socialismo. Diante do intercurso sexual entre pais e filhos e irmãos de sangue entre si a homossexualidade é um nada, concluiu o magno filósofo Olavo quando no ano de 2018 em um vídeo no YouTube, ele comentou sobre tal livro de Haddad.


Eu acho que a penitência pode dar nome aos bois ao pecado ou maldade do maior dos pecadores, que eu costumo dizer que sou eu mesmo o maior dos pecadores. São Paulo dizia que ele era o maior dos pecadores, então, imagina eu que não sou digno de nem me abaixando desatar as correias das alparcas do Divino e Beatíssimo Paulo. Pela penitência que restitui, normalmente através do sacramento da confissão ou penitência, ao homem a sua inocência. Mistério ou sacramento por meio do qual o homem concretamente mostra o seu arrependimento, é possível que os maiores pecados a exemplo do grande e terrível pecado que é o do homossexualismo, é possível tranquiilamente à homossexualidade e às piores coisas lhes dar um nome e até acabarem em um excelente livro de contos abrilhantando as nossas bibliotecas ou os PDFs e ebooks na internet. É possível fazer a coisa cair em uma alguma forma de discurso inteligível e de entendimento, de auto-conhecimento e de luz que na fé verdadeira que é a divina e católica encontra uma luz ainda maior. A luz da verdadeira fé revelada por Deus que é somente a católica diante da qual, por uma infelicidade muito comum sobretudo na classe mais falante e letrada, dificilmente se dobra a razão humana ciosa e orgulhosa.


Ou sejamos canalhas honestos, diria o escritor Nelson Rodrigues. Talvez não tão canalhas por admitirmos com uma linguagem qualquer que somos canalhas, então, e reconheçamos que certas opções nossas de vida são ruins de fato e de forma sonante. Seriam com efeito más. São inferiores que o diga a homossexualidade que imita a fecunda heterossexualidade e dela depende na materialidade para que novos homossexuais venham ao mundo. E desde que o nosso pecado, maldade ou canalhice não chegue ao ponto extremo do caos social de badernas, arruaças, quebra-quebras, terrorismo bolsonarista ou comunista, assassinatos e roubos a mão armada. Se é só brincar de homossexualismo, podemos, se providencialmente somos católicos, pelo menos atritos podemos dar nome aos bois diante não de qualquer idiota ou ignorante da rua, no entanto, diante de quem interessa que é o padre no confessionário admitir a nossa maldade ou canalhice gay, ou qualquer outra coisa menos mal, semelhante ou ainda pior e mesmo que cometamos o pior dos pecados em grande e numerosíssimo número podemos ser perdoados no confessionário e saímos de lá inocentes e puros como uma criança, conforme diz o dogma de fé católica da remissão dos pecados. O padre que é o próprio Jesus Cristo diante de nós. O padre que age in persona Christi que é quem pode livrar-nos das penas eternas no inferno. 

terça-feira, 2 de maio de 2023

O mundo da ignorância, da solidão e da maldade

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Depois de vinte e dois dias de jejum da prática do esporte (homossexualismo), desde o dia da Sexta-feira Santa, dia 7 de abril deste ano de 2023, eu pratiquei o esporte, o pecado nefando, o pecado que clama aos céus por vingança, pratiquei o pecado impuro contra a castidade. O que eu pude notar depois da prática mesmo depois de ter recebido o sacramento da penitência para me reconciliar com Deus foi que eu fiquei com uma vergonha, contudo, com uma vergonha meramente estética que eu senti mesmo que depois de reconciliado com Deus. Eu fiquei pensando como ficará a minha cara diante do social, das pessoas, diante do mundo depois de ter caído fragorosamente em um tipo de pecado que é o mais terrível que é o mortal? Ou seja, este mundo é o mundo da ignorância, da solidão e da maldade.


É o mundo da ignorância, da solidão e da maldade, porque ou estamos nas trevas da ignorância, não sabemos de nada ou pouco sabemos, nos encontramos em um mundo cercados de nossos semelhantes e para piorar, onde ninguém é melhor. Isto é, do que havia de trevas somam-se mais trevas. Ninguém é melhor nem em sabedoria e nem em santidade e para piorar depois da maldição que foi o Concílio Ecumênico Vaticano II (1962-1965) para a Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana, não há mais santos realmente experimentados por um rigososo e perspicaz advogado do diabo, tal qual os raríssimos santos canonizados do passado, e nem há mais diretores espirituais. Não há mais santidade fora de dúvida na profusão de homens canonizados atualmente e nem mais há um clero preparado para orientar-nos sendo nossos pais, pastores e doutores, nem mesmo nas pessoas dos úiltimos papas dos últimos sessenta anos depois do malfadado Concílio. Ou agimos por maldade que se dá no caso de quem pretende ter uma vida religiosa, mas ainda não é nem sábio e nem santo suficientemente, segue-se que tendemos a acabarmos na maldade do farisaísmo, da manutenção de puras aparências sociais, ou acabamos no angelismo gnóstico platônico, acabamos na soberba. Findamos querendo parecer o que não somos.


Este mundo é realmente desprezível e é de solidão se em nossa ignorância acabarmos na maldade de não contarmos com uma perspectiva vertical, se não contarmos com Deus e inspirados pelos verdadeiros e santos antigos comprovados começando pela Virgem Maria. Acabamos mal sem a graça para iluminar-nos, quiçá com uma sabedoria infusa, mas, que busquemos ler e estudar, se não buscarmos a graça para resistirmos ao pecado e não pudermos contar com a misericórdia divina quando cairmos através dos sacramentos.


Que a humildade, a discrição, até mesmo o bom humor, e a gratidão sejam as notas de todos nós que buscarmos a santidade e a sabedoria divina e se cairmos temos o sacramento da penitência para assim com absoluta certeza, se firmarmos o propósito de com a ajuda de Deus rompermos com os pecados mortais, recobrarmos a inocência e a pureza perdidas.

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