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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

sábado, 17 de novembro de 2018

Eu, o crassus philosophus filosofando

Debate filosófico meu na página oficial, pessoal e homônima de Olavo de Carvalho no Facebook.



Olavo de Carvalho:

Tentar vencer os comunistas por meio de leis em vez de derrotá-los no campo intelectual e cultural é conceder a eles uma honra que não merecem, é abrir-lhes, de graça, o caminho da hegemonia.
O problema central a ser discutido dia e noite é: Os comunistas exercem ou não exercem um controle ditatorial das opiniões na universidade e na mídia? Sabemos que exercem. Só falta prová-lo de maneira irrespondível. Tão logo esse ponto esteja firmemente estabelecido na consciência popular, o controle hegemônico cairá de podre, assim como o império eleitoral dos partidos de esquerda ruiu ante o simples acúmulo das provas de corrupção.


sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Direita e esquerda. Esquerda e direita: o espanto

Autoria: João Emiliano Martins Neto



O princípio da Filosofia é o espanto. Ou o cara fica besta, sem saber, surpreso, a coisa pega ele de chofre: de calças nas mãos como o ladrão, será como o ladrão que Jesus Cristo voltará quando de sua segunda vinda para o Juízo Final, ou não é Filosofia, pelo menos a Filosofia à maneira que fazia Filosofia, de maneira forte e raiz como faziam mestres como Sócrates ou como filosofa um Dr. Paulo Ghiraldelli Júnior, diante da diferença, diante do novo e diante de um lado que antes não se vira da coisa que é a idéia do perspectivismo.


quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Entusiasmo, eudaimonia e alegria da verdade

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Se no cristianismo Deus é a verdade, a palavra entusiasmo de origem grega significa ser transportado, arrebatado por uma entidade divina e Deus mesmo por seu Espírito Santo é o Espírito de verdade e tal Espírito divino habita no homem, no corpo do homem como Seu templo, eis que o verdadeiro cristão, o orante a todo instante, aquele que recebe com frequência os sacramentos da penitência e da Eucaristia,

terça-feira, 13 de novembro de 2018

A fortaleza gay

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Quero escrever sobre o que eu chamarei de fortaleza gay que é a capacidade das pessoas LGBT, as lésbicas, os gays, transgêneros e demais no mundo a viver o modo deles sui generis de afeto invertido nadando contra a maré, não no sentido necessariamente de querer destruir a preferência heteronormativa, se é que heteronormatividade ou heterossexualidade não é algo postiço como tudo o que é civilização é algo postiço para tornar esquisitão o bicho-homem como bicho-homem.

domingo, 11 de novembro de 2018

Seta ou companheiro: a caminho do mundo vindouro

Autoria: João Emiliano Martins Neto

Max Scheler

O filósofo alemão Max Scheler, católico, sofria do pecado, vício contra a castidade, ele era um mulherengo de marca. Então, diziam-lhe que, olha, o senhor é tão católico fiel, mas tem problema com o teu desejo incontrolado em relação às mulheres e tal, muito bem, mas Scheler dizia que ele era uma seta a indicar o caminho correto, ele apenas não era, por conseguinte, o companheiro que conduziria concretamente com uma vida virtuosa um fiel no caminho do mundo vindouro de bem-aventurança no Céu.

sábado, 3 de novembro de 2018

Comemoração a quem é fiel

Autoria: João Emiliano Martins Neto



Ontem, dia 02 de novembro, a Santa Igreja católica romana comemorou o dia dos fiéis defuntos. Foi um dia de festa e comemoração a quem é fiel, aos finados, e não a qualquer finado ou morto como pensa o vulgo ignorante, mas a finados especiais, os já salvos, mas que ainda estejam a serem purificados no purgatório.

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

O status quaestionis protestante 501 anos depois

Autoria: João Emiliano Martins Neto



A reforma na Igreja de Jesus Cristo proposta por Martinho Lutero, hoje, degringolou em puro dinheirismo liberal econômico burguês dessas seitas neopentecostais lideradas por no mínimo gente acusada de serem bandidos comuns, aonde o trabalho que gera riqueza, enfim, as tais boas obras tão questionadas por Lutero que Roma colocava nas costas dos fiéis como pesados fardos, tais coisas substituíram o simples dom da fé que vem do Alto, que vem de Deus ao fiel.


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