Autoria: João Emiliano Martins Neto
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Olavo de Carvalho |
Olavo de Carvalho " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...
Autoria: João Emiliano Martins Neto
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Olavo de Carvalho |
Autoria: João Emiliano Martins Neto
A esquerda se apressa em juízos temerários, horrorizada e temerosa, com o crescimento dos evangélico-protestantes no Brasil, contudo, não há o que temer. Haveria que se temer em um avivamento do catolicismo romano no Brasil e no ocidente. Segundo o protestantismo prevê, ele prevê um Estado laico com liberdade religiosa e de consciência para a inconsciência e loucura que é a coexistência do pluralismo de seitas díspares, denominações que compõem o protestantismo. O catolicismo romano, pelo menos o de antes do Concílio Vaticano II, prevê que só há uma religião revelada por Deus, portanto, verdadeira que é a Igreja Católica, a qual possuiria o monopólio dos meios de graça que são os mistérios ou sacramentos válidos, onde Deus está presente só nela nos sacrários na hóstia consagrada ali depositada que é fruto do mistério da Eucaristia. Tal religião é garantida, no limite, por um Estado confessional católico, autoritário ou até mesmo totalitário com no máximo uma tolerância às demais religiões, contanto que elas sejam vividas de forma privada, sem direitos civis às mesmas. O protestantismo, mesmo o mais insano que é o pentecostal ou neopentecostal, é o oposto disso, é liberal no final das contas.
A insanidade e a agressividade pentecostal ou neopentecostal é apenas o que eu diria que seria uma estação fanatismo e fogo de palha, um mero episódio maníaco bipolar fugaz restrito à um período histórico que com o banditismo alarmante atual de seus líderes está se esvaindo. Enquanto isso o trem da liberdade segue nos trilhos brasileiros agora avançadíssimo com a conversão do Brasil ao protestantismo. Se é que há liberdade entre escolher entre bem e mal, no entanto, um liberalismo espera pelo Brasil, a começar do liberalismo econômico pela ética protestante e o espírito do capitalismo. Também há o liberalismo político e mesmo nos costumes no pacote protestante, que foi o que houve na Europa, visto que o protestantismo não tem as raízes civilizacionais que vem de uma concepção realista de lei e direito naturais que resulta em um machismo, homofobia e hierarquia social e no trabalho que o Brasil aprendeu da Igreja Católica, pois que há seitas protestantes - incluso as pentecostais ou neopentecostais - que aceitam o pastorado feminino, são liberais, racionalistas, vazias na fé - o protestantismo por si mesmo é uma perda da fé e um vazio na fé - apóstatas, mais próximas o que se poderia chamar de cientificismo.
A esquerda sendo esperta saberá ter paciência com o furor e agitação protestante pentecostal e neopentecostal. Já, já ocorrerá o liberalismo apóstata que é da essência mesma do protestantismo, basta ver as seitas mais antigas do protestantismo que são todas francamente liberais. O protestantismo que prevê a livre interpretação da Bíblia Sagrada ou daquele livrinho adulterado que os protestantes usam como desodorante debaixo do sovaco. Já, já mulheres serão admitidas na função de pastoras em um largo número de grupelhos protestantes. A seita do bandido psicopata Samuel Câmara que é uma Assembleia de Deus, aqui em Belém do Pará, já o admite. Depois vem a aceitação do pastorado de homossexuais praticantes, por fim há de vir a desmitologização do cristianismo e estará tudo acabado com o ateísmo e materialismo querido pela esquerda instalado de vez no Brasil.
A verdadeira inimiga é a Igreja Católica, pelo menos a do passado de antes do Vaticano II e não esta Outra atual onde houve nela o seu 1789. A esquerda precisa ter paciência histórica. Depois do episódio maníaco vem a depressão e se na depressão os evangélicos cometerem suicídio, é algo que se espera de um episódio depressivo e de fim de uma farra nada espiritual, mas de insânia, pois que é puro epifenômeno psicológico, doideira, o pentecostalismo ou neopentecostalismo, talvez assim seja com relação ao protestantismo como um todo.
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Ontem eu estava novamente no famoso cinema pornográfico daqui da minha cidade de Belém do Pará, o Cine Ópera, e apesar da minha - na minha opinião - sensualidade e eu estar ali nu e abrindo as minhas partes íntimas só uma pessoa pertencente a um grupo seleto me sodomizou, mas, muito rapidamente, não chegou ao orgasmo, ele disse que o meu ânus é apertado e a camisinha, segundo ele, teria se rasgado. O grupo de homens a que ele pertencia e ele próprio depois me excluiu, contudo, logo no início uns dois homens ali queriam curtir comigo, um deles um corôa muito atraente, todavia, eu disse que acabara de chegar e ainda ia beber umas garrafinhas buchudinhas de catuaba que eu tinha comprado.
Eu acabei no final de tudo da minha estada excluído ali no Ópera, fui um excluído sexual, apesar de eu me insinuar para os homens ali, um deles ali riu do meu erotismo de abrir as minhas partes íntimas, as minhas nádegas, para conquistá-lo, será ridículo no final de tudo o erotismo? Seria o deus Cupido um deus menor? Eu acho que a não satisfação sexual pode gerar opções na vida como o ser fanático por ordem e limpeza, seria esse o caso de minha mãe perfeccionista? Seria o caso dos malditos evanjegues, os protestantes pentecostais ou neopentecostais que têm os seus pastores que gritam, que berram de seus púlpitos imperativos categóricos? Dane-se o real para eles, o dever ser é tudo e aos berros, isso seria sintoma de uma falta de sexo aguda e da mais alta gravidade?
A desilusão amororosa, quando não nos querem afetiva e carnalmente ou a repressão sexual, a fim de se propiciar a civilização e todo o bem que disso advém poderia gerar fanatismo religioso ou um apego quase que militarista a ordem e limpeza e aos imperativos categóricos aos berros dos pastores protestantes. A repressão sexual propicia a civilização a exemplo do amor a Deus sobre todas as coisas. Civilização ainda que com mal-estar, diria Sigmund Freud, contudo, ele era suspeito visto que pegou a própria cunhada, então, para ele era algo bem enjoado a civilização. E Deus seria algo como que de fato pouco interessante sexualmente, ainda mais para os evanjegues protestantes que não concebem nada de criado e natural como expressão do divino. Deus que é expressamente uma vacuidade para o bandido psicopata, aquele tal Samuel Câmara, líder da primeira seita Assembleia de Deus que surgiu no mundo na minha cidade de Belém, e se Deus seria uma vacuidade faltar-lhe-ia o corpo que para o qual se apegam os mais eróticos tipo eu e o bandido. Com a civilização temos o amor ao próximo, o próximo que pode ser bem desinteressante sexualmente, pode estar doente, muito pobre, pode ser feio, cheirar mal, pode estar afetado pelos mais baixos vícios, pode ser burro, ignorante, pode ser tosco, é um pobretão qualquer que o que é a civilização, no seu aporte cristão pelo cultivo do amor no sentido caritas, aí entraria o Deus cristão que é caritas, parece, portanto, ser o verdadeiro, o mais sublime e estaria acima de Cupido se o erotismo acabar ridículo, risível. A divindade cristã, chefe desta que chamamos de civilização ocidental manda amar o próximo, ajudá-lo.
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Eu sou repetente, fui de novo, hoje, ao confessionário confessar o meu pecado contra o sexto mandamento, o pecado contra a castidade. De novo, de novo e de novo vivo no confessionário confessando a minha prática no esporte, o esporte da homossexualidade. Sou o repetente. Eu sou um desafio à fé dos padres daqui da minha Arquidiocese de Belém do Pará para os quais eu me confesso a que durante um dia que poderia ser simbolicamente o período de um milênio ou de uma vida em que por sete vezes eu a eles peça perdão no confessionário, eles por sete vezes, número da perfeição, a perfeita trangressão, eles tenham fé e me perdoem, conforme ensinou Jesus Cristo na Bíblia Sagrada.
Eu poderia até considerar que o sexo fosse o mais importante. Sexo ou mais, o erotismo que os psicólogos dizem ser importante para uma vida psíquica saudável. Se eu não achasse que só o sexo, ou uma genitalidade, tornaria a vida limitada, mesquinha e acanhada. O sexo - ou mais propriamente a genitalidade - como solução de tudo se eu não levasse em conta os frutos das castidade e da continência ensinadas pela Igreja Católica Apostólica Romana que deram ao mundo civilização, ordem, sobretudo amor a Deus sobre todas as coisas, Ele que aprendemos na religião que é digno de ser amado sobre todas as coisas, e o amor ao próximo mesmo o próximo o mais "broxante", triste, pobre que ele seja, um próximo sem nenhum erotismo ou sex appeal que seja.
Autoria: João Emiliano Martins Neto
O que resta da minha masculinidade é eu praticar a sodomia com um outro homem. Nos últimos dias eu sodomizei três homens, em especial ontem, eu sodomizei dois homens em um famoso e antigo cinema pornográfico daqui da minha cidade de Belém do Pará, o Cine Ópera. O gay sodomita seria melhor, mais viril do que o sodomizado. Mesmo que seja um homossexual ainda resta algo de masculinidade em quem faz o papel de ativo, o sodomita.
No instante em que eu estava penetrando os rapazes eu fiquei na dúvida se eu daria conta do recado, homens heterossexuais também duvidam se darão conta de suas parceiras do sexo oposto. Eu já ouvi de um amigo que sobretudo a sombra da dúvida vem se a mulher é muito fogosa, porque parece que é muita areia para o caminhãozinho do homem.
Eis-me aqui ainda que a sombra de uma silhueta de homem, com alguma masculinidade, eu fui capaz de ser o ativo nas três últimas relações que eu tive, porque a forma real de um homem com sua masculinidade íntegra se dá na prática heterossexual de um homem com uma mulher.
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Cátedra papal (Basílica de São Pedro) |
Neste ano de 2023 a festa da Cátedra de São Pedro será omitida, porque coincidirá com o dia da Quarta-feira de Cinzas, início da Quaresma. E, bom, eu que sou covarde, preguiçoso e homossexual eu deveria ser o último a querer uma rigidez de um clero católico romano mais conservador diante destas minhas idiossincrasias ou vícios e que no caso de minha condição homossexual que é algo bem delicado, mas, diria o Filósofo (Aristóteles), por dever de piedade é preciso ser mais amigo da verdade do que de Platão. Eu devo amar mais a verdade do que a minha própria vida, senão vou perdê-la, disse Jesus Cristo e porque sem a verdade as trevas as mais negras e tenebrosas, a irrelevância e com tudo isso eis que o estado de loucura e de desorientação geral se instalam.
Por isso eu digo, a Augusta cátedra de São Pedro está sendo ocupada desde a morte de Pio XII no ano de 1958 por papas precários, com jurisdição, ensinos e autoridade deficientes graças ao tenebroso Concílio Vaticano II que produziu um documento nefasto que é o Unitatis Redintegratio que diz na esteira do tal direito à liberdade religiosa, liberdade ao erro, defesa do Estado laico, que mesmo os edifícios físicos onde ocorrem as seitas dos malucos protestantes devem ser preservados. Os falsos pastores protestantes mais famosos brasileiros que são todos bandidos e sem nenhuma exceção agradecem ao Papa São Paulo VI, o Papa do Concílio, pelo serviço prestado a eles, os bandidos, safados, psicopatas, facínoras.
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Elas por elas. Se os protesantes podem interpretar sozinhos e livremente a Bíblia Sagrada ou aquele livrinho adulterado que eles ousam chamar de Bíblia que eles levam como desodorante debaixo do sovaco eu posso ser senhor absoluto de minha vida impondo as minhas próprias regras sobre o meu próprio corpo e posso praticar se eu quiser a homossexualidade. Elas por elas. Cada um é livre para optar pela religião que quiser ou optar pela falta de religião e é livre para fazer o que mais quiser, assim é o protestantismo. A condenação que os protestantes dão à homossexualidade vale só para cada um deles tomados individualmente ou só vale para a seita perdida na borda do mundo que eles queiram impor para os seus, é um problema só para eles. O outro protestante da outra esquina pode e tem o direito de pensar totalmente diferente de um outro qualquer protestante.
Perdida a Igreja Católica Apostólica Romana não há mais autoridade, há um ceticismo quanto ao que seja autoridade. Nem os autores sacros bíblicos têm qualquer autoridade, visto que há protestantes que aceitam que mulheres exerçam autoridade nas seitas e grupelhos protestantes, outros discordam. São Tiago diz que a fé sem obras é morta, os protestantes, em geral, dizem que a justificação é somente pela fé, sola fide, que é o artigo que mantém a igreja protestante de pé ou a derruba.
Elas por elas. Segundo o protestantismo é cada um na sua religião e cada um na sua pulverizado e atomizado em grupos de pressão espalhados por aí os quais podem ganhar em uma democracia liberal aqueles que gritarem mais alto, os que melhor chantagearem e os que virem com o discurso demagógico mais competente para ganhar as massas o que é comum no governo das multidões que é a democracia.
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Eu e a minha família vivemos em bairros de classe média de minha cidade de Belém do Pará, bairros do tipo os de Nazaré, Batista Campos, Umarizal, Centro, Reduto, Campina ou mesmo no Comércio. A classe média tem a sua soberba que se dá no discurso de pavão que, certa vez, eu com raiva disse para uma mulher que pediu-me que a ajudasse a transportar um carrinho de venda de salgadinhos e sanduíches para uma garagem aqui perto de casa, antes eu precisei perigosamente levar uma bacia elétrica com óleo quente de fritar salgadinhos para uma casa antiga local onde os ambulantes da rua de casa, que eu os auxilio, eles guardam os seus carros. Fiquei com raiva do sacrifício que foi levar a tal bacia que com óleo quente se derramasse em mim eu ficaria muito ferido.
Eu soberbo vim com um discurso de superioridade de classe dizendo que eu sempre morei bem para a pobre mulher e ainda falei para ela, se sobretudo à mãe dela, que elas se convertessem ao catolicismo, a mãe da mulher é evangélica, eu mesmo preciso seriamente ainda me converter realmente à religião que eu quereria que elas se convertessem, porque eu não raro vivo em uma crise de fé recorrente e deprimente. É a soberba da classe média que cria cães no lugar de ter filhos e vive encastelada em seus apartamentos, eu moro em um apartamento. O meu pai, eu acho que padecendo terrivelvemente de tal soberba quer que eu deixe de auxiliar o ambulante que eu auxilio. Ele nega que se acha superior aos proletários vendedores de rua, contudo, eu acho que é isso mesmo, é soberba. Ele com minha mãe, pessoas com as quais eu moro debaixo do mesmo teto, que são miseráveis e desgraçados com comida, escondem alimentos no armário do quarto deles. Meu pai compra os alimentos, doces, em particular, esconde-os, pois diz que eu comeria tudo, na verdade ele os come sempre sozinho. Dia desses, no último sábado, eu estava com uma febre alta e se eu não tivesse o dinheiro que eu ganho do ambulante ao qual eu sirvo, eu teria que curtir dolorosamente uma febre, pois minha mãe miserável não queria me dar o remédio.
Ou seja, vivemos um mundo, pelo menos eu acho que aqui no ocidente, marcado pelo materialismo, em uma suposta superioridade materialista, pela quantidade de dinheiro que se tem. O que a classe média e até os ricos têm de melhor? Como eu disse, criar cachorros, uns muito bonitos de raça? É isso? Eu já soube de gente com dinheiro que na Igreja Católica se dá alguma contribuição é um mínimo ínfimo, enquanto isso Jesus Cristo oferece-se a cada Santa Missa ferido, morto e ressuscitado junto com o fecundo sangue dos mártires que gera novos cristãos desde os primórdios do catolicismo até aos dias atuais. Eis a verdadeira superioridade que passa despercebida de uma classe média pernóstica e o que é pior em um bairro como o meu de Nazaré daqui da capital do Estado do Pará onde se localiza a maravilhosamente bela Basílica Santuário de Nossa Senhora de Nazaré do Desterro, testemunho que tal templo católico o é dos tempos em que havia realmente fé.
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Com todo o respeito e piedade filial e de joelhos nos chão ante ele que é um genuíno sucessor dos apóstolos, legítimo pastor, mas, eu escrevo aqui que Dom Alberto Taveira Corrêa é um péssimo arcebispo. No último domingo, dia 29 de janeiro deste ano de 2023, um amigo meu protestante que trabalha na portaria do Edifício Paulo VI, no bairro de Nazaré daqui da minha cidade de Belém do Pará que é o prédio da Cúria Metropolitana de Belém, sede do arcebispado da Arquidiocese de Belém, ele me contou que o meu arcebispo quando o meu amigo foi denunciado maldosamente por um membro do clero, um diácono, de que o meu amigo é protestante, a fim de que ele talvez perdesse o emprego, o arcebispo disse que se ele servia a Deus sendo membro de uma seita, grupelho qualquer do tipo Assembleia de Deus, o grupelho protestante ao qual o meu amigo é membro, que tudo bem, que ele ficasse lá.
Ou seja, segundo o metropolita Dom Alberto, Jesus Cristo se enganou e mentiu ao dizer que as portas do inferno não prevaleceriam contra a Igreja dele. Não prevaleceriam contra a Igreja Católica Apostólica Romana, evidentemente. Cristo não falou ali no plural, de igrejas, que são estas trocentas seitas desconexas, pulverizadas, atomizadas, relativistas e em guerra umas contra as outras que compõem a Babel protestante. Com a fala do Senhor arcebispo, adeus às missões, adeus à evangelização, adeus à correção dos erros, adeus à repreensão e a se pregar a Palavra oportuna e inoportunamente, segundo ensinava São Paulo ao seu pupilo São Timóteo em carta a ele.
Como se pode servir a Deus na heresia protestante, onde o que vale é o culto à própria opinião, desde que o protestante pega o livrinho adulterado dele que ele ousa chamar de Bíblia Sagrada e o interpreta sozinho e livremente? É o império da opinião pessoal, cada cabeça de cada protestante é uma sentença, no mínimo é isso o protestantismo. E ainda os hereges de forma blasfema consciente ou inconscientemente dizem que é o Espírito Santo que os inspira. O Espírito Santo que pela boca do próprio Jesus Cristo disse a São Pedro, que ele é a pedra e que a ele cabe ligar e desligar, cabe a ele o poder das chaves. O mesmo Espírito que disse por São Paulo que a Igreja (no singular), Católica Apostólica Romana é ela obviamente e não uma pluralidade alucinante de sectos, é ela a coluna e sustentáculo da verdade. São Paulo que disse que há uma só fé, um só Espírito e um só batismo para a remissão dos pecados e não é o mero banho d'água para atestar o ingresso em uma comunidade que é o que ocorre no tanque protestante de alguma seita protestante sem efeito místico e de graça sacramental algum que é a fé torta pelo menos da fé dos protestantes mais numerosos no Brasil dos dias de hoje que são os pentecostais e neopentecostais que nos seus cultos demonstram graves problemas psicológicos. O Espírito inspirou a que Cristo dissesse que quem ouve os apóstolos a Ele ouve. Hoje os santos e divinos apóstolos são os sucessores dos apóstolos que são os sagrados, legítimos e divinos pastores, os bispos do mundo inteiro em comunhão com o sucessor de Pedro que é o Papa.
Como se pode servir a Deus em uma seita qualquer do tipo desta porcaria de Assembleia de Deus sem se observar o preceito do domingo e das festas, que é o terceiro mandamento da lei de Deus e que é também um dos mandamentos da Santa Igreja Católica, que manda assistir inteiramente à Santa Missa? Um culto protestante não é nunca o Santo Sacrifício da Missa que é absolutamente indispensável para a saúde d'alma. E como fica o deixar de cumprir um dos mandamentos da Igreja que diz para se receber a Eucaristia pelo menos uma vez no ano na época da Páscoa e nessa mesma época deve-se se confessar se em um grupelho, secto protestante do tipo de uma Assembleia supostamente de Deus não há sacramentos válidos e nem há o sacramento da confissão? Os protestantes tardios, desde os rebatizadores filhos dos anabatistas revolucionários e violentos que causaram uma guerra de camponeses na época da Reforma Protestante do século XVI, refiro-me aos batistas, e os mesmos pentecostais e neopentecostais, seus sucessores imediatos, não creem em sacramentos, contudo, creem em umas tais de ordenanças, não há graça sacramental para eles, mencionei acima. Os mesmos protestantes não têm o sacramento da confissão, como fica o cumprimento de um dos deveres mais apostólicos que há que é a ministração da reconciliação do homem com Deus através da confissão dos pecados, instituída pelo próprio Senhor quando logo que resuscitado Ele apareceu aos apóstolos dando-lhes a missão de perdoar ou de reter os pecados, se for o caso?
Enfim, há tantos problemas no protestantismo, em inúmeros outros artigos aqui neste meu blog eu já os referi, esta falsa concepção de cristianismo que só se pode achar que Dom Alberto Taveira Corrêa perdeu a fé divina e católica há muito tempo. Ele é realmente um péssimo arcebispo e nós, católicos romanos de Belém do Pará e das cidades limítrofes de Belém governadas por este metropolita estamos sem pastor. Na melhor das hipóteses a Sé de Belém está vacante ou na pior hipóteses estamos nas mãos de um lobo. Antes eu dizia de ficar de joelhos ante a majestade episcopal local de Belém que é o dever de todo católico consciente, então, terei que ficar ajoelhado diante do vazio de uma Sé episcopal vacante, vazio que se tornou a alma de Dom Alberto com sua pouca fé católica ou terei que ficar de joelhos ante um lobo ou seria eu ficar de joelhos ante um homem que algum vício ou por burrice ou loucura deixou que o Diabo pusesse por cima de sua alma um manto de lobo?