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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

quinta-feira, 30 de março de 2023

Sexo e o espiritualismo em face da História

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Uma prova do materialismo deletério na história humana: Olavo de Carvalho, Heloísa e a gonorreia


Dia desses eu pratiquei o esporte, tive relações homossexuais, e com uma das pessoas, eu tinha bebido no dia, um parceiro meu de longa data, eu pedi-lhe um beijinho depois do ato. Ele recusou. Ele é do tipo de homem que faz sexo homens (HSH), é do estilo de sem ser pelo menos assumidamente homossexual, ainda que na prática ele seja homossexual, é o homossexual dito superior que é o ativo, é o devasso ou sodomita mais bem aceito e até estimulado pela sociedade patriarcal latina.


Um espiritualismo histórico, o espiritualismo em face da História é algo de misterioso, mas, muito forte, que o diga a minha vontade de afeto para com o meu parceiro sexual, o que vai muito além da mera cópula anal, é algo metafísico, além, espiritual. Um espiritualismo em face da História passa despercebido diante da pompa do mundo com suas necessidades grosseiras, por exemplo, no caso do meu parceiro e no meu caso, necessidade grosseira de sexo, contando-se com a pompa do macho ativo que copula. Tem também a necessidade de comida, bebida, abrigo, segurança, no caso das grandes cidades, a segurança contra bandidos.


Um espiritualismo em face da História seria uma evidência do que verdadeiramente humaniza e até mesmo diviniza o homem. Só uma pessoa muito louca ou um psicopata tipo Olavo de Carvalho seria uma máquina de fazer sexo, ele que pegou gonorreia de suas muitas amantes - ele só teve amantes na vida e hipócrita se dizia católico romano - e quase transmitiu a doença para a filha primogênita, Heloísa de Carvalho Martin Arribas, criança à época que sentava na mesma privada do banheiro que ele (vide o print acima).

O que é não acreditar em Deus?

Autoria: João Emiliano Martins Neto 


Beato João Duns Scot


Não acreditar em Deus é precisar ter um projeto de poder neste mundo mais do que tudo. Quem não crê em Deus só vê um mal no mundo, é que ele não está mandando. Quem não crê em Deus pode acabar internado em um manicômio, como eu fui internado duas vezes em manicômios na minha vida, porque vai acabar com delírio teomórfico. Vai se achar tal pessoa o absoluto e sendo contingente: mortal, passageiro, vai se achar o ser necessário. Quem não crê em Deus tem que ser torturado, dizia o grande santo católico romano Beato João Duns Scot, que dizia que quem não se crê contingente deve ser posto sobre uma fogueira e quando começar a queimar vai perceber tal pessoa que não é ela tão necessária assim.

sexta-feira, 24 de março de 2023

Homossexualidade, diálogo com propósito e o espiritualismo histórico e dialético

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Ontem um gaiato na rua me chamou de "princesa", ele que é um homem alcoólatra e que vive zanzando nas ruas centrais daqui da minha cidade de Belém do Pará, especificamente ali na avenida Comandante Braz de Aguiar, reparando carros e vendendo frutas e mesmo que tendo uma filha lésbica, mas, ele se opõe à homossexualidade. Eu sou homossexual assumido, segue-se que acabo exposto ao juízo e mesmo condenação universais. Um diálogo com propósito e conforme a ideia do espiritualismo histórico e dialético, sendo Platão o fundador da filosofia espiritualista, a dialética, pelo menos no sentido platônico, dá realmente um propósito eminente para o diálogo de uma ascensão do mundo sensível rumo ao intelígivel, enfim, rumo ao que seja o verdadeiro esclarecimento que é a herança de filosofia perene para todos os tempos que Platão legou a quem quer que se diga um filósofo digno desse nome ou se aproxime da Filosofia na função de estudante ou mesmo que os filodoxos apegados doentiamente aos seus egos queiram negar tal vocação. Sapientiam autem non vincit malitia, a sabedoria sempre vence a maldade para a catástrofe desses últimos. É conforme a inteligibilidade, é conforme o acesso à verdade que a homossexualidade é uma contradição, pois que é uma busca do amor erótico contraditoriamente com alguém do seu mesmo sexo, então, um homem faz papel de mulher, faz papel de "princesa" na cama e uma mulher faz papel de "príncipe", de homem, com outra mulher na cama. Na prática agimos, nós, gays, desse jeito depois não reclamemos do juízo que virá dando-nos o juízo que nos falta.


O sujeito na rua, um trapo humano vencido pelo álcool, do que eu conheço dele que tem um discurso de forte crítica contra a inversão, ele agiu com maldade, o Diabo é vitimado nos tormentos do inferno pela verdade que ele odeia mais do que tudo. O Diabo usa da verdade como arma, chicote, por meio de pessoas tipo o viciado em álcool da rua movidas pela maldade e pelo orgulho e o Diabo manipula por sua vez a verdade para acusar, julgar e condenar aquele a quem ele levou a cair em tentação. Contudo, ele disse uma verdade óbvia que acaba esquecida ou passando despercebida pelo materialismo: apego aos corpos próprio de pessoas muito ligadas ao sexo como nós, homossexuais, em especial, e em menor grau, por exemplo, também, por homens heterossexuais adúlteros que traem as suas esposas ou no caso das prostitutas. A atitude dele causou-me espanto e eu me senti ofendido, todavia, até por temperamento, por questão astrológica: sagitarianos, eu sou sagitariano, perdoam tudo, tem vocação por isso para serem católicos, já que têm muita esperança, são muito otimistas os sagitarianos. Por eu tentar ser ultimamente católico romano praticante eu estou mais forte para suportar até com bom humor - na verdade eu sou sempre bem humorado por temperamento e por ser sagitariano - que foi como eu reagi ali à palavra dele, até ele viu com simpatia a minha reação benigna.


A física e materialismo social atual impede um diálogo com propósito, com lucidez. A um homossexual comum que o viciado dissesse o que disse para mim, "princesa", ele quereria até mesmo quiçá processar o rapaz. Resolve-se, hoje, tudo na força bruta, conforme a dialética marxista da luta de classes, no caso, homossexuais contra heterossexuais para os marxistas culturais atuais, pelejando entre si até a morte. Não se quer mais saber da verdade, ela mata, quando deveria ser a maior felicidade do homem, dizia da contemplação da verdade como a maior felicidade do homem um Santo Tomás de Aquino. Hoje nem o que se passa entorno vai se saber mais, pois não se quer mais saber da verdade, só valem as tais narrativas, é a total alienação. Só haverá cura para um tal estado de coisas, penso eu, com um espiritualismo histórico e dialético que refunde a dialética e a história do mundo desde a sanidade que havia mesmo que nas tribos mais primitivas de aborígenes com seus mitos, contos e sabedoria ancestrais que deixam no chinelo o doentio materialismo histórico e dialético com a sua visão dos grandes conceitos como justiça, amor ou liberdade que podem ser jogados na lata de lixo da História na época seguinte, porque o homem materialista vende a sua alma à uma certa época e lugar. Passando pela Grécia antiga de luminares como Platão e Aristóteles até a Idade Média com as patrologias latinas e gregas dos santos padres fundadores da Igreja Católica Apostólica Romana e com a escolástica, porque depois no advento da modernidade tudo se perdeu.

terça-feira, 21 de março de 2023

Espiritualismo histórico e dialético e a verdadeira consciência humana

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Para os materialistas históricos e dialéticos marxistas a verdadeira consciência humana seria a mais animal possível. Seria apenas a consciência de suas necessidades básicas, alimentação, abrigo, defesa contra predadores e tribos inimigas. Para o espiritualismo histórico e dialético a verdadeira consciência humana se dá por aquilo que é genuinamente humano tocando o angélico que é a consciência de que as primeiras coisas, Deus, a alma e o mundo, as questões espirituais, vem em primeiro e são mesmo as primeiras coisas, apesar de que as últimas a elas se opõem bem disse o Filósofo (Aristóteles).


Não havendo para Karl Marx e Friedrich Engels as chamadas ideias eternas de justiça e liberdade, por exemplo, mas, elas sendo fruto de um contexo social, histórico e econômico, a consciência humana jaz no risco da enloquecer, dado que os materialistas parecem não saber o que é matéria que na verdade só pode ser conhecida pela forma, segundo a noção de patamar filosófico, conforme bem mostra outro grande filósofo, Olavo de Carvalho, a que chegou o Filósofo macedônio em sua genialidade. Conhecemos algo pela forma ou fórmula, diz Carvalho. Uma mão cortada deixa de ser uma mão, já, já, apodrecerá e não será mais nada, assim como alguém que morreu deixa de ser o Seu Fulano de Tal e o que ele era é apenas o corpo de Seu Fulano de Tal. Os materialistas não se dão conta deste problema do patamar filosófico, ainda que o Filósofo tenha descido do céu das formas eternas de Platão, o seu mestre, para o chão deste mundo onde mesmo aqui, diriam os marxistas burros que na materialidade, se pode chegar ao universal. Pode-se chegar às primeiras coisas, tal ideia está na Metafísica do Estagirita que o marxismo nega colocando as relações materiais econômicas acima de tudo e um espiritualismo histórico e dialético a reconhece.

segunda-feira, 20 de março de 2023

Um espiritualismo histórico e dialético é possível?

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Eu acho que o que é impossível é um materialismo históirico e dialético. Pelo menos no que se refere à dialética se tomarmos a dialética platônica que por meio de um diálogo que vai dos dados sensíveis aos suprasensíveis ou inteligíveis a dialética materialista eu diria que se torna impraticável, porque onde que a matéria cede espaço para outra matéria em um mesmo espaço senão se retirando do lugar para ceder espaço à outra matéria? Se não for muitas vezes à força de um atentado, terrorista até, um corpo, uma matéria, um grupo político, como se vê na política, se não for por meio de eleições livres, por exemplo em uma democracia liberal, tal grupo do atentado e terrorista não chegará a ocupar os lugares mesmo físicos de poder que almeja.


Onde que há dialética no sentido platônico neste caso do uso até mesmo da violência física para vencer? Onde houve uma ascensão para algo espiritual, inteligível? Só há brutalidade. Só há sangue, lágrimas, dor, sofrimento e o embotamento do entendimento. Quando que os comunistas com a sua dialética marxista agiram com uma assunção espiritual, do entendimento, para chegarem ao poder senão pela coletivização forçada das propriedades na União Soviética ou na China ou em Cuba ou no Cambodja? A tal luta de classes marxista é a instauração da violência. Enquanto isso em um espiritualismo dialético é possível o diálogo, no sentido aristotélico, por exemplo, de se lidar com argumentos e posicionamentos meramente prováveis, é possível aí um espiritualismo dialético. Para a matéria não há prováveis, há ela e só ela que ocupe uma posição. Quando que há probabilidade na matéria, nos corpos, na matéria e corpos de classes sociais e grupos políticos ciosos de seus interesses e ansiosos pela dominação neste mundo?


Um espiritualismo histórico é possível? É a história humana neste mundo uma tomada de consciência emitente, espiritual, as grandes questões humanas foram as primeiras preocupações mesmo que nas sociedades primitivas? Os materialistas garantem que a primeira consciência humana é a das necessidades físicas de alimento, abrigo, defesa contra predadores e tribos inimigas. Se é verdade isso, por que em nossa contemporaneidade onde todas as necessidades mais sensíveis ou até poderia se dizer imediatas são satisfeitas e se fica só nisso tendo para com a religião, para o que espiritual uma abordagem tão pobre, gourmet, relativista, individualista e do tal foro íntimo? As tribos mais primitivas constuíram sistemas mitológicos e de sabedoria formidáveis que encerravam, ainda que de forma primitiva, as grandes questões humanas. As sociedades ainda que primitivas fizeram história e na certamente que diante de uma pequena fogueira talvez tivessem diálogos, uma dialética mais interessante do que a vitimização a exemplo do woke que se vê, hoje.


Um espiritualismo histórico e dialético é possível no lugar do materialismo? Eu diria que só o espiritualismo histórico e dialético é possível e no qual há algo de fecundo e interessante.

quarta-feira, 15 de março de 2023

Empunhando um cadáver putrefato

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Estou empunhando um cadáver putrefato. Estou empunhando o cadáver podre no túmulo de Olavo de Carvalho. Nos dias 8 e 10 deste mês de março de 2023 dei o montante de 100 reais para o o Curso Online de Filosofia (COF) e para o ingresso de um filme chamado Olavo tem Razão, ambos produtos que tratam do grande filósofo e mestre Carvalho, que já morreu. Eu admito que eu aprenderia mais Filosofia e sobre a sabedoria e acesso ao conhecimento geral com ele do que eu aprenderia em minha futura alma mater, em minha futura faculdade federal ou estadual de Filosofia aqui na minha cidade de Belém do Pará ou do que eu aprenderia com qualquer outro professor brasileiro, ele é o melhor professor que eu já conheci. 


Olavo de Carvalho, hoje um cadáver em avançado estado de decomposição no túmulo, aquele psicopata, escroque, safado, bandido, demônio que se gabou na legenda de uma fotografia em uma fila para a confissão na Igreja Católica no Facebook de nunca ter matado bebês, sendo que ele matou em um aborto o próprio filho que teria com a amante Silvana em um ritual satânico em uma seita que ele participava e ele ainda hipocritamente se dizia pró-vida, se regozijou de um médico abortista ter sido assassinado a tiros em uma Igreja Católica. Era um demônio mesmo segundo dele conta a respeto deste do aborto e de outras barbaridades que ele teria cometido a excelente filha primogênita de Carvalho, Heloísa de Carvalho Martin Arribas, que os familiares dela dizem ser louca e mentirosa, mas, nunca enchem-na de processos judiciais por suas supostas mentiras, portanto, subtender-se-ia que ela diz a verdade.


Ok. Não obstante Olavo de Carvalho ter sido um safado que também deu um cambalacho em um amigo que escreveu com ele uma tese sobre o falso profeta Mohammed que foi premiado pela ditadura saudita, não dividindo o dinheiro que a ditadura premiou a ambos, Carvalho era um mestre, uma inspiração, era um grande filósofo, ainda que a minha avaliação filosófica não valha nada, visto que eu ainda não sou formado em Filosofia e para mais um ignorante brasileiro entre tantos idiotas incultos brasileiros, o que nos pareça valioso do suposto conhecimento de alguém só é segundo um critério muito primário que é o de verossimilhança que eu acho que pode ser disfarçada com uma boa lábia que não falta a psicopatas do quilate de um Olavo de Carvalho.

segunda-feira, 13 de março de 2023

Um foragido babando o ovo de Olavo de Carvalho

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Allan dos Santos, o horroroso Gengivão

Allan dos Santos, neste artigo aqui no site Mídia sem Máscara, espécie de Pravda de desinformação da direita, ad usum Delphini, diria Janer Cristaldo. Dos Santos, o foragido da Justiça brasileira que posa de patriota americano e veterano de guerra com boné para americanos que respeitam isso em uma loja na América e ele não respeita nenhum pouco o seu próprio miserável e desgraçado país sem lei, ele é um foragido, aproveita que o Brasil não tem lei, com este artigo Allan apenas faz uma apologia babona e absurda de Olavo de Carvalho sem dizer uma só frase que seja verdadeira sobre ele, segundo com provas diz a realmente verdade de Olavo a sua filha primogênita, a excelente Heloísa de Carvalho Martin Arribas.


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