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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

terça-feira, 28 de fevereiro de 2023

Olavo de Carvalho, reformador da Filosofia ou a necessidade dele para a Filosofia

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

Olavo de Carvalho


A Filosofia
sem Olavo de Carvalho é totalmente irrelevante e revogável. Sem a filosofia de Olavo do conhecimento por presença, que é o conhecimento por excelência do que é de fato real para além do pensar: desejos, juízos, pensamentos, consciência e inconsciente freudiano. Sem tal filosofia olaviana o que resta é a filosofia ou filodoxia canônica acadêmica e universitária ser algo que tem caber na cabeça do homem, dentro de sua pequena razão, dizia da razão Friedrich Nietzsche, e ter que caber nos discursos possíveis, isto é, ter que caber na lógica tão questionada por Olavo. Se tudo o que é concebível é razão e lógica o real pode ser impugnado junto com os milagres do Padre Pio, por exemplo, quando ele miraculosamente devolveu a visão à uma menina sem pupila e se torna um absurdo o fato de andarmos com duas pernas opostas, direita e esquerda, era um exemplo que Olavo citava, sem as quais não chegamos ali na esquina e será um absurdo os dois sexos opostos homem e mulher, ó raios ilógicos, ser a união fecunda que é.


Olavo de Carvalho é neste sentido um reformador da Filosofia, ele queria o fim do conhecimento racional pelo imediato intuitivo, longe das fantasmagorias e enganos do pensar e da razão. Há uma necessidade de Olavo para a Filosofia.

domingo, 26 de fevereiro de 2023

Estação fanatismo e fogo de palha: o trem da liberdade nos trilhos brasileiros

Autoria: João Emiliano Martins Neto


A esquerda se apressa em juízos temerários, horrorizada e temerosa, com o crescimento dos evangélico-protestantes no Brasil, contudo, não há o que temer. Haveria que se temer em um avivamento do catolicismo romano no Brasil e no ocidente. Segundo o protestantismo prevê, ele prevê um Estado laico com liberdade religiosa e de consciência para a inconsciência e loucura que é a coexistência do pluralismo de seitas díspares, denominações que compõem o protestantismo. O catolicismo romano, pelo menos o de antes do Concílio Vaticano II, prevê que só há uma religião revelada por Deus, portanto, verdadeira que é a Igreja Católica, a qual possuiria o monopólio dos meios de graça que são os mistérios ou sacramentos válidos, onde Deus está presente só nela nos sacrários na hóstia consagrada ali depositada que é fruto do mistério da Eucaristia. Tal religião é garantida, no limite, por um Estado confessional católico, autoritário ou até mesmo totalitário com no máximo uma tolerância às demais religiões, contanto que elas sejam vividas de forma privada, sem direitos civis às mesmas. O protestantismo, mesmo o mais insano que é o pentecostal ou neopentecostal, é o oposto disso, é liberal no final das contas.


A insanidade e a agressividade pentecostal ou neopentecostal é apenas o que eu diria que seria uma estação fanatismo e fogo de palha, um mero episódio maníaco bipolar fugaz restrito à um período histórico que com o banditismo alarmante atual de seus líderes está se esvaindo. Enquanto isso o trem da liberdade segue nos trilhos brasileiros agora avançadíssimo com a conversão do Brasil ao protestantismo. Se é que há liberdade entre escolher entre bem e mal, no entanto, um liberalismo espera pelo Brasil, a começar do liberalismo econômico pela ética protestante e o espírito do capitalismo. Também há o liberalismo político e mesmo nos costumes no pacote protestante, que foi o que houve na Europa, visto que o protestantismo não tem as raízes civilizacionais que vem de uma concepção realista de lei e direito naturais que resulta em um machismo, homofobia e hierarquia social e no trabalho que o Brasil aprendeu da Igreja Católica, pois que há seitas protestantes - incluso as pentecostais ou neopentecostais - que aceitam o pastorado feminino, são liberais, racionalistas, vazias na fé - o protestantismo por si mesmo é uma perda da fé e um vazio na fé - apóstatas, mais próximas o que se poderia chamar de cientificismo.


A esquerda sendo esperta saberá ter paciência com o furor e agitação protestante pentecostal e neopentecostal. Já, já ocorrerá o liberalismo apóstata que é da essência mesma do protestantismo, basta ver as seitas mais antigas do protestantismo que são todas francamente liberais. O protestantismo que prevê a livre interpretação da Bíblia Sagrada ou daquele livrinho adulterado que os protestantes usam como desodorante debaixo do sovaco. Já, já mulheres serão admitidas na função de pastoras em um largo número de grupelhos protestantes. A seita do bandido psicopata Samuel Câmara que é uma Assembleia de Deus, aqui em Belém do Pará, já o admite. Depois vem a aceitação do pastorado de homossexuais praticantes, por fim há de vir a desmitologização do cristianismo e estará tudo acabado com o ateísmo e materialismo querido pela esquerda instalado de vez no Brasil.


A verdadeira inimiga é a Igreja Católica, pelo menos a do passado de antes do Vaticano II e não esta Outra atual onde houve nela o seu 1789. A esquerda precisa ter paciência histórica. Depois do episódio maníaco vem a depressão e se na depressão os evangélicos cometerem suicídio, é algo que se espera de um episódio depressivo e de fim de uma farra nada espiritual, mas de insânia, pois que é puro epifenômeno psicológico, doideira, o pentecostalismo ou neopentecostalismo, talvez assim seja com relação ao protestantismo como um todo.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2023

Os evanjegues e os excluídos sexuais: fanatismo e desilusão amorosa

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Ontem eu estava novamente no famoso cinema pornográfico daqui da minha cidade de Belém do Pará, o Cine Ópera, e apesar da minha - na minha opinião - sensualidade e eu estar ali nu e abrindo as minhas partes íntimas só uma pessoa pertencente a um grupo seleto me sodomizou, mas, muito rapidamente, não chegou ao orgasmo, ele disse que o meu ânus é apertado e a camisinha, segundo ele, teria se rasgado. O grupo de homens a que ele pertencia e ele próprio depois me excluiu, contudo, logo no início uns dois homens ali queriam curtir comigo, um deles um corôa muito atraente, todavia, eu disse que acabara de chegar e ainda ia beber umas garrafinhas buchudinhas de catuaba que eu tinha comprado.


Eu acabei no final de tudo da minha estada excluído ali no Ópera, fui um excluído sexual, apesar de eu me insinuar para os homens ali, um deles ali riu do meu erotismo de abrir as minhas partes íntimas, as minhas nádegas, para conquistá-lo, será ridículo no final de tudo o erotismo? Seria o deus Cupido um deus menor? Eu acho que a não satisfação sexual pode gerar opções na vida como o ser fanático por ordem e limpeza, seria esse o caso de minha mãe perfeccionista? Seria o caso dos malditos evanjegues, os protestantes pentecostais ou neopentecostais que têm os seus pastores que gritam, que berram de seus púlpitos imperativos categóricos? Dane-se o real para eles, o dever ser é tudo e aos berros, isso seria sintoma de uma falta de sexo aguda e da mais alta gravidade?


A desilusão amororosa, quando não nos querem afetiva e carnalmente ou a repressão sexual, a fim de se propiciar a civilização e todo o bem que disso advém poderia gerar fanatismo religioso ou um apego quase que militarista a ordem e limpeza e aos imperativos categóricos aos berros dos pastores protestantes. A repressão sexual propicia a civilização a exemplo do amor a Deus sobre todas as coisas. Civilização ainda que com mal-estar, diria Sigmund Freud, contudo, ele era suspeito visto que pegou a própria cunhada, então, para ele era algo bem enjoado a civilização. E Deus seria algo como que de fato pouco interessante sexualmente, ainda mais para os evanjegues protestantes que não concebem nada de criado e natural como expressão do divino. Deus que é expressamente uma vacuidade para o bandido psicopata, aquele tal Samuel Câmara, líder da primeira seita Assembleia de Deus que surgiu no mundo na minha cidade de Belém, e se Deus seria uma vacuidade faltar-lhe-ia o corpo que para o qual se apegam os mais eróticos tipo eu e o bandido. Com a civilização temos o amor ao próximo, o próximo que pode ser bem desinteressante sexualmente, pode estar doente, muito pobre, pode ser feio, cheirar mal, pode estar afetado pelos mais baixos vícios, pode ser burro, ignorante, pode ser tosco, é um pobretão qualquer que o que é a civilização, no seu aporte cristão pelo cultivo do amor no sentido caritas, aí entraria o Deus cristão que é caritas, parece, portanto, ser o verdadeiro, o mais sublime e estaria acima de Cupido se o erotismo acabar ridículo, risível. A divindade cristã, chefe desta que chamamos de civilização ocidental manda amar o próximo, ajudá-lo.

Repetente

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Eu sou repetente, fui de novo, hoje, ao confessionário confessar o meu pecado contra o sexto mandamento, o pecado contra a castidade. De novo, de novo e de novo vivo no confessionário confessando a minha prática no esporte, o esporte da homossexualidade. Sou o repetente. Eu sou um desafio à fé dos padres daqui da minha Arquidiocese de Belém do Pará para os quais eu me confesso a que durante um dia que poderia ser simbolicamente o período de um milênio ou de uma vida em que por sete vezes eu a eles peça perdão no confessionário, eles por sete vezes, número da perfeição, a perfeita trangressão, eles tenham fé e me perdoem, conforme ensinou Jesus Cristo na Bíblia Sagrada.


Eu poderia até considerar que o sexo fosse o mais importante. Sexo ou mais, o erotismo que os psicólogos dizem ser importante para uma vida psíquica saudável. Se eu não achasse que só o sexo, ou uma genitalidade, tornaria a vida limitada, mesquinha e acanhada. O sexo - ou mais propriamente a genitalidade - como solução de tudo se eu não levasse em conta os frutos das castidade e da continência ensinadas pela Igreja Católica Apostólica Romana que deram ao mundo civilização, ordem, sobretudo amor a Deus sobre todas as coisas, Ele que aprendemos na religião que é digno de ser amado sobre todas as coisas, e o amor ao próximo mesmo o próximo o mais "broxante", triste, pobre que ele seja, um próximo sem nenhum erotismo ou sex appeal que seja.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2023

O que resta da minha masculinidade

Autoria: João Emiliano Martins Neto


O que resta da minha masculinidade é eu praticar a sodomia com um outro homem. Nos últimos dias eu sodomizei três homens, em especial ontem, eu sodomizei dois homens em um famoso e antigo cinema pornográfico daqui da minha cidade de Belém do Pará, o Cine Ópera. O gay sodomita seria melhor, mais viril do que o sodomizado. Mesmo que seja um homossexual ainda resta algo de masculinidade em quem faz o papel de ativo, o sodomita.


No instante em que eu estava penetrando os rapazes eu fiquei na dúvida se eu daria conta do recado, homens heterossexuais também duvidam se darão conta de suas parceiras do sexo oposto. Eu já ouvi de um amigo que sobretudo a sombra da dúvida vem se a mulher é muito fogosa, porque parece que é muita areia para o caminhãozinho do homem.


Eis-me aqui ainda que a sombra de uma silhueta de homem, com alguma masculinidade, eu fui capaz de ser o ativo nas três últimas relações que eu tive, porque a forma real de um homem com sua masculinidade íntegra se dá na prática heterossexual de um homem com uma mulher.


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023

Festa da Cátedra de São Pedro 2023

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Cátedra papal (Basílica de São Pedro)


Neste ano de 2023 a festa da Cátedra de São Pedro será omitida, porque coincidirá com o dia da Quarta-feira de Cinzas, início da Quaresma. E, bom, eu que sou covarde, preguiçoso e homossexual eu deveria ser o último a querer uma rigidez de um clero católico romano mais conservador diante destas minhas idiossincrasias ou vícios e que no caso de minha condição homossexual que é algo bem delicado, mas, diria o Filósofo (Aristóteles), por dever de piedade é preciso ser mais amigo da verdade do que de Platão. Eu devo amar mais a verdade do que a minha própria vida, senão vou perdê-la, disse Jesus Cristo e porque sem a verdade as trevas as mais negras e tenebrosas, a irrelevância e com tudo isso eis que o estado de loucura e de desorientação geral se instalam. 


Por isso eu digo, a Augusta cátedra de São Pedro está sendo ocupada desde a morte de Pio XII no ano de 1958 por papas precários, com jurisdição, ensinos e autoridade deficientes graças ao tenebroso Concílio Vaticano II que produziu um documento nefasto que é o Unitatis Redintegratio que diz na esteira do tal direito à liberdade religiosa, liberdade ao erro, defesa do Estado laico, que mesmo os edifícios físicos onde ocorrem as seitas dos malucos protestantes devem ser preservados. Os falsos pastores protestantes mais famosos brasileiros que são todos bandidos e sem nenhuma exceção agradecem ao Papa São Paulo VI, o Papa do Concílio, pelo serviço prestado a eles, os bandidos, safados, psicopatas, facínoras.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2023

Maldita inversão?

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Maldita inversão? Devo mesmo amaldiçoar a minha inversão, o fato de eu ser homossexual? Por mais que seja talvez, de fato, uma forma de desorientação a homossexualidade, o se gostar afetiva e sexualmente de alguém do mesmo sexo, visto que simplesmente fisicamente o homem foi feito para a mulher, o macho para a fêmea e vice-versa. Por mais que seja pecado, segundo a Igreja Católica, a homossexualidade, eu não posso negar o prazer e "bem", por assim dizer, que me causa a prática homossexual. Pelo menos segundo a Psicanálise eu estou certo em dar vazão à minha afetividade e sexualidade homossexual, visto que Sigmund Freud dizia que a falta de sexo na vida de uma pessoa seria uma forma de alienação. Apesar de que eu acho Freud suspeito a enfatizar tanto o sexo na vida do homem, visto que ele era um adúltero que tinha um caso com a própria cunhada.



Maldita inversão? Mas o meu sentimento e a minha inclinação afetiva, e eu diria mesmo que física são genuínas por pessoas do meu mesmo sexo, por homens. Realmente eu amo os homens em geral. Isso pode ser uma forma de alienação acerca de quem eu sou, isto é, que eu sou um homem? Será que o homossexual foge de ser quem ele é, que era um conselho que Friedrich Nietzsche dava? Talvez, porque nota-se o quão feios são alguns homossexuais que acabam afeminados, travestis, escandalosos e inconvenientes e até mesmo algo um tanto esquizofrênico tal qual seria o caso dos transexuais. Parece que a homossexualidade e para piorar transexualidade uma forma de estar fora de si, um tipo de alucinação e eu já soube de um psiquiatra e analista político, Heitor de Paola, ele dizer que a homossexualidade seria um delírio alucinatório. Não digo que eu duvido de tal diagnóstico, se queremos chegar à sabedoria não devemos ter viés nenhum e esperar que mesmo na confusão de informações e opiniões dos mais sábios e qualificados a realidade fale por si.



Maldita inversão? Bom, se eu não fosse homossexual talvez a minha vida espiritual de católico romano fosse menos atribulada, com menos tentação, com menos ida ao confessionário? Pode ser. Segue-se que um heterossexual se acha menos pecador? Só aí está chamando a Deus de mentiroso, diz São João. "As prostitutas e os publicanos vos precedem no reino dos céus," disse ninguém menos que o Senhor Jesus Cristo aos fariseus. Realmente, um homossexual é mais atacado e estigmatizado nem que seja pela reprovação popular e social, ele tenderia, portanto, só por essa casca sociológica de se achegar mais a Cristo do que um heterossexual que é visto pelo social como alguém até mesmo digno de elogios por ser o machão que faz sexo com todas as mulheres do pedaço, contudo, que, segundo a religião católica tal pessoa está pecando em um certo sentido com a mesma gravidade que um homossexual, no entanto, é evidente que a homossexualidade é mais grave não apenas espiritualmente, também segundo uma boa e reta razão.



Maldita inversão? É possível que sem a inversão homossexual eu não teria me aproximado da Igreja Católica, aproximado de Deus e mesmo que eu não fosse homossexual eu não teria conhecido certos homossexuais como um Clodovil Hernandes, Elton John ou o escritor Oscar Wilde que tinham alguma coisa de verdade, de luz e de instrução a dizer. Ainda não conheci nenhum santo que tenha sido homossexual, que justamente se santificou, que se divinizou tendo que passar pela prova de fogo terrível da homossexualidade.



Maldita inversão? Uma coisa eu espero que seja certa em minha vida que, conforme diz o versículo do salmo 50, que a sabedoria seja infundida no meu mais íntimo desde que eu seja sempre sincero e que com toda a minha afetividade, sinceridade, sentimentos, consciência e mais do que consciência, pensamento, segundo a filosofia do genial Olavo de Carvalho, que eu conheça por presença o real que fala a quem tem ouvidos de ouvir e que se mostra a quem tem olhos de ver que é quem sinceramente e docilmente aceita ser instruído, guiado, iluminado e moldado por ele.

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