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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

sábado, 18 de julho de 2020

Sabedoria

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Resumo: Uma breve reflexão sobre a sabedoria que é o relacionamento heterossexual e a cegueira que é o relacionamento homossexual.

Uma coisa é certa, o relacionamento homem e mulher é fecundo, gera filhos, uma família, e prefigura a própria relação de Jesus Cristo com a Sua única, verdadeira e Santa Igreja Católica Apostólica Romana, uma relação de aliança, fidelidade e auto-sacrifício, sendo que Cristo, o Esposo, deu a Sua vida para salvar o Seu corpo que é a Igreja, a Sua Esposa e o homem ao casar-se com uma mulher na Santa Igreja, de preferência, ao receber o sacramento do matrimônio eles terão a força da graça sacramental para se darem um ao outro como vidas eucarísticas em oblação e sacrifício para erigirem uma nova família que é a Igreja doméstica, célula da Igreja Católica e célula de um Estado, sociedade, um mundo saudável, porque marcado pelo amor: a doação total de si até chegar ao ponto do derramamento do próprio sangue se preciso for.

Isso é um dado de sabedoria que só por aí contrasta com o que é a homossexualidade que é a união estéril de pessoas do mesmo sexo sendo ambas ou pelo menos uma delas uma flexão ou uma deterioração desnecessária de sua natureza masculina ou feminina em homens e mulheres, respectivamente, afeminados ou masculinizados, porque na normalidade heterossexual o homem é másculo e fisicamente maior e mais forte, porque representa a fortaleza da família e da mulher e a mulher é feminina, maternal e acolhedora a fim de ser como lhe é próprio a flexão e a humildade da interioridade que gesta e acolhe a interioridade, o coração do marido e gesta e acolhe fisicamente e espiritualmente os filhos, o coração ou vida interior dos filhos refletindo como a lua a luz do sol que é o marido. 

À sabedoria da união heterossexual constituída de preferência no sacramento do matrimônio contrasta na ignóbil união homossexual em pessoas fechadas em si mesmas em um narcisismo de quem só acha belo o que lhe é espelho, diria a canção de Caetano Veloso, ou seja, só admira o que é semelhante a si, o seu mesmo sexo em outra pessoa de seu mesmo sexo.

Tudo isso aqui escrito é sabedoria e deve estar inscrito no coração de todo homem de boa vontade homossexual, como é o meu caso, eu sou homossexual, ou heterossexual os quais se tiverem boa vontade terão paz neste mundo como cantaram os anjos quando do nascimento do Cristo em Belém, porque não substituem o que saborearam de mais apurado como pessoas sábias que são pela água contaminada de um pensamento como o gayzista que pretende perverter a verdade a fim de erigir uma frágil estátua com pés de barro de um reino neste mundo que está fadado à destruição.

sábado, 23 de maio de 2020

O cristianismo e eu

Autoria: João Emiliano Martins Neto



Resumo: Um rápido esboço de minha relação com o cristianismo em que apesar da minha perplexidade diante da diversidade de confissões cristãs, especialmente a protestante e católica, sendo a protestante a que chama-me mais a atenção por ter me dito pela primeira vez o que seja com maior clareza o que seria o cristianismo.

Nos últimos tempos, acho que nos últimos dois meses, tempos fúnebres de pandemia do novo coronavírus no mundo todo por isso de ausência do cristianismo institucional da Igreja Católica Romana e inclusive das evangélicas, novamente como é recorrente em minha alma, voltou a questão do protestantismo. Eu fui protestante durante uns oito anos de minha vida, a partir do ano de 2006 quando fui rebatizado na Igreja Evangélica Assembléia de Deus (Igreja-mãe/Templo central) de minha cidade de Belém (capital do Estado do Pará), mas voltei a ser católico romano em 2013, retornei por um breve espaço de tempo às hostes protestantes evangélicas, mas voltei a ser católico, enfim, acho que lá pelo ano de 2017, por aí.


Martinho Lutero

De fato, o cristianismo protestante marcou-me como uma noção muito surpreendente e com uma clareza da causa salvadora de Cristo neste mundo do que seja o cristianismo com a ideia protestante de cristianismo que é a da justificação e salvação do homem que é operada pela fé e somente pela fé, sola fide, em Jesus Cristo sem a necessidade de obras, como me parece que é dito com clareza na Bíblia Sagrada em diversas passagens, e onde a questão da liberdade do homem, muito em voga na Igreja Católica, mas se o homem é livre, por que teríamos a necessidade de um Salvador como Jesus Cristo se nossa liberdade, então, poderia tudo, inclusive que evitássemos o mal que nos conduz ao inferno? Por que o protestantismo marcou-me? Segundo o que eu acabei de dizer e eu diria que parece-me um tanto nebulosa a questão do cristianismo no catolicismo que é muito atrelada ao engajamento do homem em uma institucionalidade como a da Igreja Católica Romana através de mil meios como os caritativos, educacionais, em toda uma estrutura grandiosa eclesial e litúrgica, mas sobretudo nos sacramentos, todavia, que essa Igreja não prende nem a Deus e nem o fiel aos sacramentos e quem reconhece tal verdade é uma voz sectária por exemplo a de um padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior, voz do inferno mentirosa, porque mente que não sente ao falar do que ele discorda e do que talvez desconheça absolutamente como quando o padreco fala mentirosamente sobre Martinho Lutero, o protestantismo, Hegel ou Karl Marx. O tal padre é um fanático, além de ter a voz fina e ter trejeitos homossexuais e ser um decrépito com aquela batina preta que ele usa, e é um histérico. Deus tem os seus próprios caminhos para além da institucionalidade mesmo sacramental, mas que passa fortemente por este mundo e pelo homem. Deus pode conquistar o homem tocando com toda a evidência no íntimo, no coração do homem, algo oculto ao mundo como no caso da conversão do chamado bom ladrão crucificado ao lado do Cristo e o homem estava ali pregado, preso em uma cruz. Ora, que obra ele poderia ostentar? Ou em outro caso, por exemplo, no batismo de desejo que é quando o catecúmeno, o homem adulto com desejo e em preparação para ser cristão, se ele vir a morrer antes do batismo, contudo o seu desejo de ser batizado, de ingressar na grei sagrada de Cristo lhe é levado em conta de justiça e os seus pecados são perdoados e a sua alma é salva. Mas há uma outra questão em que há um vínculo muito estreito com as obras, e de novo entra a ideia errada da Igreja Católica de que o homem é livre, no caso da participação do fiel à Missa aos domingos, e que fiel católico não se sente ao menos tentado ao orgulho, à soberba, com força, quando vai todo o domingo com sua família burguesa a cumprir a obra e obra em cima de obra ao ir todo tomado banho, bem vestido, cabelo penteadinho, com talco no bumbum e perfume que comprou com o vil metal, o dinheiro que comanda o homem na sociedade que vivemos que é a do capital? Enfim, há um sistema todo de obras e obediência como ao clero que se superpõe, se impõe e se sobrepõe à simples fé que foi a redescoberta de Martinho Lutero em sua leitura da carta aos Romanos de São Paulo (Romanos I,17). Com relação à necessidade do clero no catolicismo como algo externo ao homem é interessante o que diz Karl Marx, o famoso e polêmico economista e filósofo do século XIX, que ele diz que Martinho Lutero superou a religiosidade exterior, pela fé. Lutero teria superado a essência do mundo exterior no sacerdote católico romano ordenado, ou seja, trazendo para o coração do homem a religião mediante a fé o que lhe era externo e uma "idolatria", diz Marx, no sacerdote, pois o homem não poderia se aproximar de Deus sem o sacerdote.



Virgem Maria

Há mais coisas, que à primeira vista parecem confusas no catolicismo, porque também há a devoção aos santos, a começar da Virgem Maria. Eu não discordo de tal coisa, a devoção aos santos, pois eu não a vejo como idolatria como fazem os protestantes mais duros, porque os méritos infinitos de Cristo Jesus que Ele obteve pela salvação objetiva e concreta dos homens em Sua vida e morte de perfeita obediência ao Pai é claro que tais méritos se sobrepõem na escala do infinito aos méritos dos santos que são méritos relativos, a começar dos méritos da Virgem Maria, ainda que méritos superlativos, acima de todos os santos, mas jamais infinitos como os de Cristo.


Karl Marx e Hegel

A questão da justificação pela fé ou somente pela fé, sola fide, como parece ser evidente ao que diz São Paulo em suas cartas como as aos Romanos ou aos Gálatas parece-me, de fato, colocar a fé com a exclusão de obras como o que salva, entretanto, a Igreja Católica por uma síntese mais humanística e científica com o pensamento anterior grego pagão como o de Aristóteles quis adaptar o cristianismo ou traduzi-lo, não sem uma traição, dizem ocorrer em traduções, a ideia cristã de justificação e salvação por Cristo aos pagãos alheios à manifestação gloriosa da graça de Deus em Jesus Cristo, o Messias do povo israelita. Porém, ao meu ver, a razão é, de fato, desafiada no cristianismo a começar do Deus e homem Jesus Cristo sem mistura e sem divisão: divino e com algo de criado e natural que é o que o Cristo é, escandaloso por tal rebaixamento de Deus ao humanizar-se, é escândalo aos judeus, por exemplo, Deus vir a servir, a cumprir os mandamentos pelo pobre homem, tornar-se escravo como os judeus eram chamados de escravos na Antiguidade, todavia o homem é incapaz de dar conta do recado e cumprir a Lei, o Cristo veio e pelo homem cumpriu as regras. E o Deus e homem Jesus Cristo é loucura para os gregos, porque, na minha opinião, o homem para o grego podendo ser apenas o filósofo, entretanto, em Cristo o sábio que só pode ser o divino humanizou-se, tornou-se homem em Cristo Jesus e o homem Cristo é o sábio e não mais apenas filósofo sendo o Cristo a própria sabedoria encarnada. Também ainda a questão de Aristóteles, aponta para a ética das virtudes que se dá pelo hábito, enquanto o cristianismo escandalosamente e como coisa de louco para os gregos e para o padre Paulo Ricardo coloca a justificação e a virtude do homem não no hábito, mas na fé em Cristo ou somente na fé em Cristo, acentuam os protestantes.


Ícone mais antigo do Apóstolo São Paulo encontrado em Roma

Bom, meus amigos leitores, é basicamente este, acima, um rápido esboço de minha relação pessoal com o cristianismo. Há também a questão moral da homossexualidade que para mim é uma luta terrível contra tal coisa, e diante da qual eu já fui derrotado diversas vezes, contudo ainda bem que é Cristo que venceu pelos homens, e n'Ele somos mais que vencedores, escreveu São Paulo na Bíblia Sagrada. O sexo é assim mesmo, porque é por natureza, à maioria dos homens, a questão do apelo forte animal a muitos e o homem é outrossim um animal ainda que racional e no caso da homossexualidade já que a mesma é um desafio a Deus, então, o diabo impulsiona o homem com a tendência homossexual a desafiar o seu Criador.

O cristianismo é algo que toca no meu coração profundamente, o cristianismo apaixona-me, é uma via de libertação crassa, sobretudo na via cristã luterana da ideia de justificação somente pela fé. Eu só sei que a causa de Jesus Cristo é algo que me move, apela ao meu desejo forte por libertação, mobiliza-me para agir, porque é conforme diz o Apóstolo (São Paulo), "caritas Christi urget nos", o amor de Cristo nos constrange, porque conduz o homem à sabedoria que é o de ganhar almas, como diz a Bíblia, e no protestantismo eu noto que mais do que no catolicismo o homem sabendo-se justo e salvo pela simples fé, somente pela fé e não por obras, sai logo o homem de si e de sua sacristia para conquistar o mundo, para ressuscitar o mundo morto e sepultado em seus delitos em pecados.

quinta-feira, 7 de maio de 2020

Cristianismo: verdade como vida e sentimento

Autoria: João Emiliano Martins Neto



Resumo: Reflexão sobre a verdade no cristianismo como algo sui generis que é vida e sentimento na vida do homem cristão mais do que um mover-se frio e automático do homem como se ele fosse uma mera peça em um maquinário cósmico e universal.

Os intelectuais, os sábios segundo este mundo muitas vezes pedantes recusam os sentimentos como se eles fossem máquinas registradoras e não seres humanos sem na verdade compromisso algum até a medula dos ossos e da alma com o que acreditam ser o certo, mas São Paulo escreveu à primeira comunidade cristã europeia, a de Filipos, que é para o cristão ter os mesmos sentimentos de Cristo Jesus que teve sem dúvida alguma, considerou: comprometeu-se em sua própria encarnação como só Ele, teve bons sentimentos em relação à Torá, e eu menciono a Torá que significa Lei em hebraico, porque eu notei em um amigo meu judeu ao conversar com ele por uma rede social online que como judeu ele aferra-se à morta letra da lei quando Jesus Cristo e o mesmo São Paulo disseram que é o espírito o que vivifica. A Torá, a própria Lei de Cristo Deus, Ele fez-se servo como nenhum homem jamais conseguiu ser servo da Lei para pela fé dos homens n'Ele justificar os homens. Jesus mesmo disse que não veio abolir a Torá, mas dar-lhe pleno cumprimento para que todos os demais homens que a Jesus se achegarem pela fé sejam justificados pela vida e morte de Cristo de perfeita obediência à Torá. Os judeus tão aferrados à letra de seu código até que ponto a tem em seu coração se eles até hoje não aceitaram Jesus como o Cristo, o Messias, o Messias que veio trazer a justiça que vem pela fé e a fé, de fato, é algo que é um desafio à razão que se prevalece das obras? A fé pode mover muito mais a vontade e os sentimentos mais do que a inteligência, e um certo individualismo, todavia grava para sempre no coração a Lei divina.

Uma outra coisa, é que se em alguns casos parece histeria, contudo no cristianismo as pessoas são movidas e por isso comovidas, o que entra o sentimento, evidentemente, as pessoas são pessoalmente, existencialmente mobilizadas e não como se elas fossem peças de um maquinário cósmico como querem os mais intelectuais frios, as pessoas são pessoalmente impulsionadas, porque Cristo salvou as pessoas tomadas cada uma pessoalmente e individualmente. Nota, caro leitor, como intimamente no cristianismo as pessoas são movidas, elas tem sentimentos, não são meramente coisas que fazem girar uma geringonça universal de verdades gerais. O cristianismo que atua pela fé em Jesus pode redundar em um sentimentalismo e em um individualismo, e na resultante dissolução de instituições mundanamente identificáveis como a própria Igreja e os seus sacramentos, mas isso resulta em um grande ganho de um comprometimento íntimo, intransferível e de carne e osso, concreto, à verdade e a verdade é verdade para os cristãos, Cristo é a verdade, como algo parte das pessoas, pois foi Cristo que pela fé as justificou e as salvou: a justiça de Cristo é justiça do cristão. Então, com propriedade as pessoas cristãs dizem: "O meu Jesus", isto é, a minha verdade que livrou-me da morte, das trevas e do inferno. Ou seja, no cristianismo, enfim, a verdade não é meramente uma proposição no papel ou verbal ou como algo que se obedece de forma banal, fria e intelectual ou por coerção. A verdade, Jesus, pela fé toma o homem em todo o seu ser e pode tal verdade tomá-lo como um justo, alguém na verdade, pela verdade e com a verdade: pela fé fundamentalmente.

terça-feira, 5 de maio de 2020

Rumo à uma maior consciência

Autoria: João Emiliano Martins Neto



Resumo: neste meu artigo escrevo sobre estar indo no caminho de uma maior consciência, isto é, de saber se se sabe o que se diz saber e se se sabe que não se sabe de algo que de fato não se sabe e de se saber discernir o bem do mal, mas que no final das contas Cristo que é o Salvador perdoa e salva o homem que nunca está à altura das exigências de sua consciência.


Eu entendo por consciência o estar bem certo sobre o certo e o errado, sobre o bem e o mal e sobre o se se sabe algo acerca de alguma coisa ou não. Ou seja, a consciência é algo que é saber que se sabe algo e o não saber que não se sabe algo.

Fiquei chocado, ontem, dia 04 de maio de 2020, enquanto vivemos atualmente uma terrível pandemia de um novo vírus chamado coronavírus, ao conversar com uma pessoa daqui de minha cidade de Belém (capital do Estado do Pará) pelo WhatsApp, é que ele riu debochado e homofóbico recalcado e eu digo recalcado no caso dele, porque certa vez ele bêbado ficou dizendo para mim qual era o comprimento do pênis dele. Ele dizia acerca de uma suposta consciência que eu teria que seria o fato de eu estar consciente de eu ser alguém "bem gay"... Bom, em plena pandemia de coronavírus alguém estar consciente de ser gay que é alguma coisa que não leva ninguém ao contágio de dezenas ou até mesmo centenas e milhares de pessoas, isto é, ser gay não conduz necessariamente à morte física, mas muito mais à morte espiritual, porque o salário do pecado é a morte, diz a Bíblia Sagrada. Mas pelo menos ser gay é algo menos contagioso e menos mortífero, no sentido literal de morte como morte física, ser riscado do mapa, do que ser pego pela Covid-19. Não que morrer espiritualmente por causa da homossexualidade não seja algo até mais grave, porque se alguém está morto espiritualmente: se está em pecado mortal e não foi em busca a tempo ordinariamente do sacramento da penitência para reconciliar-se ou pelo menos não pediu o perdão de coração a Deus, não foi em busca da misericórdia divina de todo o coração e alma, é inimiga de Deus tal pessoa, portanto, e merecerá a morte eterna no inferno. Mas, se sem dúvida no meu caso a homossexualidade é algo tremendamente perigoso à minha vida espiritual, porque é uma tentação constante à qual eu estou exposto e o perigo é até mesmo físico, porque quantas vezes eu escapei de contrair o vírus da AIDS em um relacionamento sexual sem o uso de camisinha ou de quantos perigos eu escapei ao frequentar o submundo devasso, desonroso e cheio de prostituição paga que há no mundo gay? Inúmeras vezes. E, realmente, eu estou consciente que eu tenho desejos homossexuais, mas graças a Deus procuro não prática-los, não sem enorme dificuldade, ainda que eu já tenha tido muitas recaídas na homossexualidade, infelizmente. No entanto, diz São Paulo em sua carta aos Romanos que o homem é justificado mediante a fé e com isso tem paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo (Romanos V,1). Ou seja, pela fé e eu julgo ter pelo menos alguma sincera e de coração fé em Jesus Cristo, porque como diz também São Paulo, o amor de Cristo nos move (2 Coríntios V,14), porque nos move à uma gratidão, à um amor e à um ativismo praticamente automático para dizermos ao nosso próximo, em missão, que podemos ser salvos desde que de coração, do âmago de nosso ser, individualmente, a gente simplesmente tenha fé em Cristo.


Mas, em um rumo à uma maior consciência é evidente, dizia o tal rapaz para mim no WhatsApp e faz sentido, é bem correto, há um tribunal na consciência humana que acusa e condena o homem, porque nem sempre o homem está altura de agir de fato em conformidade com o que sabe que sabe, contudo, como diz o apóstolo São João temos um advogado junto ao Pai (1 João II,1) e perante à nossa consciência que é Cristo a fim de defender-nos. Quem salva no final das contas, concretamente, de fato, e verdadeiramente é Jesus Cristo e Cristo quem salva a pecadores concretos, verdadeiramente pecadores, mas que podem alegrar-se, mesmo que o pecado seja tremendo, mas o homem crendo com mais força, ainda, a misericórdia divina é maior e lhe é aplicada pela fé e para a glória de Deus é Ele quem salva, porque pela graça, diz ainda São Paulo, somos salvos, mediante a fé, não por obras para que ninguém se glorie (Efésios II,8,9), porque Deus não divide a Sua glória com ninguém (Isaías XLII,8), escreveu o profeta Isaías.


Não devemos esmorecer na prática do que sabemos ser o certo e evitar o errado e o mal, mas que saibamos que de uma vez por todas foi Jesus Cristo, foi Deus, porque a Deus pertence a salvação (Jonas II,9), disse o profeta Jonas, quem na cruz cumpriu por nós toda a justiça e fez jus à consciência humana, sendo para tanto, Jesus, além de verdadeiro Deus, mas também verdadeiro homem para com um sangue humano, todavia também divino, logo, por méritos infinitos só alcançados por Cristo para salvar o homem, e o homem toma posse de tais méritos de Cristo que são infinitos pela fé que opera pela prática do amor e na participação ordinária nos sacramentos com frequência como o são os sacramentos da Eucaristia e da penitência.

domingo, 16 de fevereiro de 2020

Olavo de Carvalho, Sócrates e Paulo Ghiraldelli e meu testemunho intelectual

Autoria: João Emiliano Martins Neto



Resumo: Meu testemunho pessoal intelectual bem formado por pelo menos três grandes filósofos: Olavo de Carvalho, Sócrates e Paulo Ghiraldelli.

Com relação ao filósofo Olavo de Carvalho é regra infalível, os que dizem que é até mesmo idolatria reconhecer os méritos intelectuais evidentes de um realista filosófico genial como Olavo de Carvalho que é o homem do conhecimento por presença, isto é, é o filósofo da verdade que chega ao homem mesmo que a linguagem de proposições e doutrinas seja insuficiente e são insuficientes para expressar a verdade do real, mas tais pessoas não conseguem dizer uma linha, uma só frase sobre a filosofia de Carvalho. De Carvalho só ficam a fazer intrigas, junto com a filha mais velha de Carvalho, Heloísa de Carvalho ou junto ao Henry Bugalho e o Paulo Ghiraldelli, como se bastasse para encerrar a questão de um Friedrich Nietzsche, por exemplo, dizer que o homem tinha um bigode absolutamente inculto ou que Nietzsche era promíscuo e que por causa de sua promiscuidade ele contraiu a sífilis que no terceiro grau o enlouqueceu e o matou.

A minha área de estudos é a Filosofia, eu quero, se Deus permitir, que a Filosofia seja a minha missão nesta vida, estou até mesmo precisando de dinheiro para retomar os meus estudos na faculdade de Filosofia, e eu te digo, meu leitor, que eu não seria nada filosoficamente sem Olavo de Carvalho e a ideia dele da defesa da consciência humana para além dos protocolos kantianos transcendentais e também devo muito ao professor filósofo mestre Carvalho a definição universal, genial e definitiva que ele deu à Filosofia como a busca unidade do conhecimento na unidade da consciência e vice-versa. Eu não seria nada também sem Sócrates, que além de pai da Filosofia e mártir pela Filosofia, é Sócrates o melhor purgatório para uma boa consciência intelectual por meio das definições ou de o homem mostrar que é o homo sapiens sapiens, de fato, isto é, mostrar que sabe, deveras, o que diz saber. Por fim, filosoficamente, eu não seria nada sem Paulo Ghiraldelli, que citei desfavoravelmente, acima, mas sou grato a ele, porque Ghiraldelli é o nosso Sócrates, é o filósofo da desbanalização do banal ou de se lidar com coisas muitas vistas e comuns do cotidiano a fim de das mesmas ver algo de incomum que é o que é o propriamente filosofar, apesar de Ghiraldelli ser moderno, ou seja, com todos os prejuízos modernos: anti-metafísicos e ateísticos e também esquerdistas que deixam Ghiraldelli obcecado, infelizmente. Rezemos pela conversão de Ghiraldelli.

sábado, 15 de fevereiro de 2020

Discriminando com justiça os homossexuais

Comentário meu com relação a este vídeo aqui https://youtu.be/8nivKeeEPeU

É justo uma pessoa ser discriminada por uma orientação sexual ou seria melhor dizer, uma desorientação sexual como a homossexual ou poderia ser a pedófila ou zoofila ou qualquer outra loucura afetiva e sexual que destoe da normalidade heterossexual. Ou seja, é justo ser discriminado por causa de qualquer capricho afeito sexual que não seja a normalidade sexual e afetiva heterossexual aberta à concepção de filhos. Outra coisa é que é justo uma discriminação contra certas pessoas como as homossexuais que desonram carreiras guerreiras e de honra como a militar, é muito justo, porque o militar especialmente é um homem de guerra, vigilância e força, virtudes como a vigilância e a força e uma atividade como a da guerra que a homossexualidade deprime, porque a homossexualidade é o crepúsculo do macho que é o ser humano cuja vocação é para a guerra, a força e a vigilância.

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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Uma causa para o ateísmo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 

Resumo: O que pode causar o ateísmo? É algum tipo de cegueira e inépcia a causa do ateísmo? Descubra lendo este meu brevíssimo rascunho sobre o ateísmo abaixo.

Eu acho que uma causa do ateísmo se dá no plano natural em uma incompreensão dos ateus quanto à uma inconsciência deles do fato de que tudo o que há no mundo, de natural, criado, diremos nós, cristãos, é insuficiente em si mesmo, ainda que as coisas naturais guardem com Deus alguma semelhança de bem, de verdade e beleza, no que se chama de analogia do ente, mas misturada à incompletude própria do que é natural. Então, a ideia de Deus vem a ser algo de bem, verdade e beleza em grau máximo. Por aí se pode ver a ideia ingênua que um ateu tem com relação à natureza, ele a idealiza, está iludido um ateu, por isso mesmo diz o adágio popular de que a o ateísmo dura até o avião chacoalhar. Por que? Porque parece óbvio, se até pilotos de aviões, uma tripulação de algo tão poderoso como um avião, e técnicos de aviões podem vir a falhar e o avião vir a chacoalhar ou até a cair, então, só resta ao ateu caindo, antes da fatal queda do avião, no caos, ele cair em si e saindo de sua ilusão e ingenuidade de ficar idolatrando a criatura no lugar do Criador, só resta ao ateu se pegar com algo de realmente poderoso como Deus na hora do aperto pois homem algum consegue livrá-lo de tal aperto. Ou seja, na melhor das hipóteses, ateu, é ateu, como se diz, toddynho: pequeno-burguês que leva uma vida muito boa nas grandes cidades do mundo, de preferência morando nos centros das grandes cidades do mundo, sustentado muitas vezes pelos pais, são leite com pera, são mimados, gente fútil. Eu acho que a ideia clara de Deus ocorre, portanto, naquele momento de lucidez e maturidade que nenhum homem realmente adulto, consciente dos limites da natureza já deixou de experimentar ou de pelo menos refletir sobre os mesmos limites.

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