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sábado, 29 de setembro de 2012

Umas lamentações minhas

Por João Emiliano Martins Neto

"Chora amargamente de noite, e as suas lágrimas lhe correm pelas faces; não tem quem a console entre todos os seus amantes; todos os seus amigos se houveram aleivosamente com ela, tornaram-se seus inimigos." (Lamentações de Jeremias 1:2 ACF)


Não sou nenhum santo profeta Jeremias, talvez até haja aproximações em nossas lágrimas e sofrimentos nas biografias de Jeremias e na minha própria, mas gostaria de lamentar-me como Jeremias pelo povo semita, a respeito do atual e único povo de Deus que é o cristão, dizendo aqui e agora que Leão X, o Sumo Pontífice da época da Reforma, bem poderia ter evitado que nossa santa e única verdadeira religião que há neste mundo e não outra a qual é a de nosso Senhor Jesus, se torna-se essa casa dividida, esquizofrênica, cuja subsistência está com os dias contados.



Meu pai na fé, Lutero, era um homem doente o qual não poderia suportar o peso das ordenanças absurdas romanas. Ora, por essa e por outras, por exemplo, o Sumo Pontífice Leão X poderia ter reformado a Igreja de nosso Senhor, sob inspiração luterana, a qual, aliás, era menos radical em comparação à reformada (calvinista) e menos ainda que o pandemônio montanista, cruel, histérico, pelagiano arminiano, e dinheirista pentecostal e/ou neo-pentecostal acho que jamais imaginado pelos reformadores primitivos.



quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Diagnóstico para Pastores

Por João Emiliano Martins Neto

Penso que a falta de fé de pastores, pois são a parcela dos membros mais visível nas igrejas, reside no fato da obsessão cientificista ocidental.

O problema de quem tem a razão é a mesma razão. Muitas vezes quem tem a razão é contundente, obsessivo, chato, só sabe apontar um suposto real e com o coração intoxicado de suas próprias idiossincrasias como pode amar e cuidar das ovelhas como Cristo as amou e por elas deu-se em libação na loucura da pregação e da cruz?


Dentro ou fora da vontade de Deus

Por Solano Portela (Presbítero da Igreja Presbiteriana do Brasil)

Com frequência procuramos discernir a Vontade de Deus para nossas vidas e não conseguimos chegar a uma compreensão adequada da questão. Somos auxiliados, em nosso entendimento, quando conseguimos perceber que as Escrituras apresentam a Vontade de Deus em três aspectos distintos, que não se contradizem, mas se complementam. São estes:

a. A vontade decretiva de Deus. Representada pelos seus decretos. A providência divina é a aplicação dessa vontade no desenrolar da história e de nossas vidas. Ao mesmo tempo em que a vontade decretiva é uma realidade e uma expressão plena da soberania de Deus ela é inescrutável (Rom. 11:33) e imutável (Hebr.6:17). Especular os conselhos de Deus, sua vontade decretiva, não é o campo legítimo de atuação do crente, nem uma curiosidade sadia (Deut 29:29). A revelação da existência dessa vontade, que é eficazmente cumprida (Isa. 46:10), é fonte de conforto ao crente, mostrando que Deus está em controle e que as promessas de sua palavra (como por exemplo Rom. 8:28) serão verdadeiramente cumpridas pois não dependem da fragilidade humana. Para essa vontade, olhamos retroativamente em gratidão e consolo, vendo como Deus trabalha em nossas vidas e na história da humanidade. Quando falamos em "Descobrir a Vontade de Deus" não estamos falando em como "descobrir os seus decretos antes que aconteçam". Quando falamos da vontade de Deus, neste sentido, é correto dizer que estamos "fora da vontade de Deus".

b. A vontade preceptiva ou prescritiva de Deus. Representada pelas suas prescrições, determinações e mandamentos. Ou seja, são os padrões de conduta e encaminhamentos de vida, revelados por Deus em sua palavra. Podemos falar desses dois aspectos, porque sabemos, por sua palavra, que, apesar dêle ser onipotente e ter poderes para executar tudo, ele não desejou decretar tudo que está contido em Sua vontade preceptiva. Um exemplo disto é 2 Pedro 3:9, onde Pedro expressa a vontade preceptiva de Deus e indica que ele "...quer que todos venham a arrepender-se..." Ele certamente teria poderes para executar este desejo, mas por outras passagens bíblicas que "poucos são os escolhidos", (Mateus 22:14) demonstrando que Deus não decretou tudo que é sua vontade, COMO PRECEITO.

Alguns trechos, na Bíblia, parecem indicar que a vontade de Deus é frustrada. Não podemos entender isso, porém, como frustração de sua vontade decretiva. Por exemplo, compare Mateus 23:37, com Isaías 65:2. Vemos que apesar do desejo de Deus ser o recebimento de Jerusalém em seu seio, o seu plano já previa a pregação e a rejeição por um povo rebelde (Atos 4:27, 28 e Atos 2:23). O povo judeu, e os habitantes de Jerusalém, estando inclusos neste plano, rejeitaram a Cristo VOLUNTARIAMENTE. Uma analogia humana (imperfeita, é claro) para ilustração desta dualidade de vontades, é a de um juiz reto que não tem vontade alguma em proferir uma sentença condenatória qualquer, mas justamente por ser reto, decreta condenar alguém, quando tal condenação é cabível, e assim o faz. No sentido de sua vontade preceptiva ou prescritiva, é possível "estarmos fora da vontade de Deus". O estudo e descoberta da vontade prescritiva de Deus é o grande dever do crente (João 14:15 e 1 João 5:2-3), que deve pautar sua vida e decisões por ela.

c. A vontade de Deus particularizada na vida e experiência diária de cada um. Certamente aqui falamos dos dois aspectos acima, retratados e conjugados em nossa vida. De uma certa forma, isto constitui sempre um campo para o nosso estudo. Em nossa vida, vemos os seus decretos executados e somos responsáveis para agir de acordo com os seus preceitos. Por isso devemos estudar estes preceitos, conforme os registros inspirados nas Escrituras e procurar descobrir os princípios de ação que nos possibilitarão tomar as decisões corretas e acertadas, pela graça e misericórdia de Deus, com o auxílio do trabalho iluminador e santificador de seu Santo Espírito.

Atingimos, portanto, um bom entendimento desta questão quando percebemos que caminhamos sempre cumprindo os decretos de Deus, responsabilizados pelo seguimento de suas prescrições, e crescentes em paz de espírito, na medida em que, pelo seu Santo Espírito, verificamos que estamos nos enquadrando "dentro da vontade de Deus", conforme ela nos é revelada, nas Escrituras.

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Um Destino cruel...

Eis, acima, um justo destino para os seguidores dos revolucionários esquerdistas, liberais e libertários.

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