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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

terça-feira, 28 de novembro de 2023

Immanuel Kant um filósofo do protestantismo?

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Teria sido Immanuel Kant um filósofo do protestantismo? Kant dizia que a coisa em si seria incognoscível, será isso uma ressonância da devoção religiosa dele e ele com a falsa bíblia protestante adulterada debaixo do sovaco querendo averiguar tudo o que há por meio de tal livreco, o mundo todo em um livreco, não levou em conta a analogia do ente presente na verdadeira Bíblia que é a católica no livro da Sabedoria no capítulo 13 e versículo 5? Quem mandou os protestantes adulterarem a Sagrada Letra retirando Sabedoria do cãnon para obedecer aos pérfidos e além de tudo idiotas judeus? A analogia do ente que diz que tudo o que há de natural, criado, para usar um termo cristão, tem qualidades de bem, verdade e beleza que sumamente encontra-se em Deus. Portanto, não é só na Bíblia Sagrada que encontra-se a verdade, mas também na natureza.


Eu acho com grande possibilidade de acertar que o anão de Königsberg teve a coisa em si obliterada para ele, porque ele era profundamente herege protestante e tão profundamente que até para os padrões do protestantismo de sua época ele era um desviado, assim relatava o filósofo Eric Weil que era um kantiano infelizmente, o que se pode esperar de quem é protestante que é sempre a briga contra os seus próprios confrades, a divisão da divisão da divisão?

domingo, 26 de novembro de 2023

A propaganda enganosa da Igreja pós-conciliar

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Ontem eu fui à Santa Missa da primeira Eucaristia de um sobrinho meu na capela do Colégio Santo Antônio e percebi lá a propaganda enganosa da Igreja pós-conciliar. Foi dada às crianças e a um adolescente que receberam o corpo do Senhor Jesus Cristo lá um genuflexório para que as crianças se ajoelhassem para receber o corpo do Senhor como se aquilo fosse ser a praxe das crianças comungantes nas missas que elas hão de assistir durante a vida daquelas pessoas ainda muito jovens. Não será e a prova é que no momento de nós, adultos, já cachorros velhos comungarmos onde estava um genuflexório? Eu comungo todo o santo dia na Basílica de Nossa Senhora de Nazaré em minha cidade de Belém do Pará, a capital do Estado do Pará onde no ano de 1989 eu recebi a minha primeira Eucaristia e já até machuquei o joelho esquerdo de tanto ter que inclinar os joelhos até o chão para receber piedosamente ajoelhado o corpo de Cristo. Quando eu estudei no Santo Antônio na década de 1990 haviam vários genuflexórios lá na capela, ontem não vi nenhum ali dando uma vista d'olhos.

terça-feira, 21 de novembro de 2023

Eu sou um monstro?

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Poderia-se dizer que eu sou um monstro de imaturidade, enquanto homossexual que eu sou, se a minha especulação acerta acerca do que eu já ouvi dizer de que o homossexual é um imaturo, se o homossexual não consegue abrir-se para o verdadeiro amor esponsal que se dá ao que parece sumamente no relacionamento entre as pessoas de sexos opostos, e o que mais o homossexual quer acima até de Deus é um parceiro amoroso erótico, e aí nessa diferença dos sexos ou "gêneros", diz-se hoje, um dos pares não ama-se somente a si mesmo, porque refletido no espelho da vaidade, assim fica até fácil: "É que Narciso acha feio o que não é espelho", diria Caetano Veloso. Porém o amor heterossexual pode ser bem safado que o diga casais legítimos onde a mulher se intoxica de anticoncepcionais tornando o seu ventre em um túmulo e há muitos homens heterossexuais cuja vida amorosa é bem safada. Todavia, a questão homossexual é um buraco mais embaixo, a situação é mais doentia.


A monstruosidade homossexual em conexão com a monstruosidade das igrejas evangélicas de mercado de monstros como Samuel Câmara e Edir Macedo, chega ao ponto de uma Karol Eller tirar a própria vida, porque falhou em viver a castidade, já que é pecado mortal a prática homossexual que é o pecado impuro contra a natureza, ela que poderia retornar a Deus quantas vezes fosse necessário indo confessar o seu pecado a um padre, desafortunadamente ela era protestante. Ou quando reparam que alguns de nós, homossexuais, somos afeminados, no caso dos homens homossexuais, ou são masculinas, no caso das lésbicas, e a gente quer até se matar.


Nós, homossexuais, somos conhecidos por não conseguirmos amar, amar com força que é amar a Deus sobre todas as coisas, e poderiam até dizer que Deus é algo totalmente outro por estar infinitamente acima do homem, porém, o Deus cristão que é o Senhor Jesus Cristo é o Deus feito homem e Ele nos amou com um amor humano, também divino, mas que passou pelo humano ao ponto de submeter-se à uma paixão esmagadoramente dolorosa. Poderíamos amar tal Deus cristão com mais facilidade, no entanto, amamos mais à matéria, ao corpo, o erotismo, às formas no sentido do apego às esculturas, diria Platão, sem subir até o belo em si. Acabamos semelhantes a um Martin Heidegger psicótico, e para piorar ele era nazista que é apego político literalmente à raça de gente ariana branca e não raro loura. Heidegger que dizia que a linguagem é a casa do ser, esquecendo-se que o ser (ou Deus) é o que possibilita a linguagem e os demais entes, "entes criados", diria-se em termos cristãos.

domingo, 19 de novembro de 2023

A barbárie endinheirada capitalista vence na Argentina ou Javier Milei é eleito presidente

Autoria: João Emiliano Martins Neto




A outra barbárie é a barbárie socialista peronista argentina poderia ser a petista brasileira ou a estalinista soivética que é a barbárie de uma oligarquia vermelha que toma o poder em um território e torna tal território em uma Paquetá servida por escravos de senhores todo-poderosos escarlates e endinheirados. Mas, no caso, hoje, dia 19 de novembro de 2023 venceu a barbárie endinheirada capitalista na Argentina  com agora, ainda que com dados oficiais ainda não atualizados, mas, com projeções, Javier Milei foi eleito presidente da Argentina com 55,86% dos votos contra Sérgio Massa, candidato governista com 44,13% dos votos.


Dante Alighieri contemplando o Papa simoníaco Bonifácio VIII no inferno de cabeça para baixo (todos os direitos reservados da gravura)


Agora na Argentina ou em qualquer parte do mundo onde se instale o anarcocapitalismo poderá o capital civilizar o mundo? Imagine um homem de negócios, um empresário vendendo desde batatas até foguetes se ele não quererá simplesmente ganhar dinheiro e acumular o capital custe o que custar mesmo que ao preço da venda órgãos humanos e de tristes adoções de crianças. Alienando assim seres humanos ao custo de vil metal em uma realmente dinâmica e dessacralizada economia, se fosse na Idade Média haveria a simonia explorada até por um Papa condenado ao inferno por Dante Alighieri, Bonifácio VIII, se eu não me engano.


O que impedirá a um homem que comprou um coração humano que ele não o venda em um açougue de carne humana em Buenos Aires ou em qualquer outro país libertário autista desgovernado por outro Javier Milei da vida? Ah, mas haverá a liberdade individual e o respeito à propriedade privada, dirá um libertário. No entanto, o que impedirá sem outra peia ou princípio transcendente ou de lei e direito naturais que a liberdade individual e a propriedade sejam adquiridas a vil metal na onipotência das leis de mercado? A Justiça em tal lugar como na futura Argentina de Milei será o que é justo e o direito do mais forte mais rico que engolirá pelas leis de mercado e a vil metal a liberdade e a propriedade do pequeno. Ou será que eu estou completamente e redondamente enganado em minha especulação?


Com esta direita dinheirista que há na Argentina, no Brasil, na América e no mundo ocidental todo ninguém precisa de uma esquerda cujo o poder em ambos os casos é o da matéria, é o da força bruta e da riqueza e não dos princípios, não das leis divinas, da lei e direito naturais, da sabedoria no fim das contas é sempre a aposta suicida no materialismo para a história perdida de seu fundamento e chave em Jesus Cristo e para a dialética a mais burra, imatura e estacionada, sem intelegibilidade.

Pergunta para Rodrigo Gurgel

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Rodrigo Gurgel já foi chamado de "monstro" até pela gordura mórbida dele e ele é morbidamente do departamento de literatura do bolsonarismo que popularmente acaba nas ruas em forma de gado sobretudo de velhos cujas vidas foram vazias a vida inteira e exigindo dos militares uma ignóbil ditadura com Jair Messias Bolsonaro no poder. Mas, em literatura eu acho Gurgel um "monstro" de genialidade. Segue-se abaixo um printscreen que eu fiz de uma pergunta que fizeram a ele sobre uma dica de filósofo brasileiro e ele indicou o mestre Olavo Carvalho, aquele mesmo psicopata que em maio do ano de 2020 estava se lixando, não estava nem aí se bem menos de 1% da população americana que é numerosíssima já havia morrido de Covid-19. Concordo com Gurgel com a indicação do Olavão, pelo menos lá no inferno talvez Olavo esteja em um lugar menos lá embaixo nas trevas pelo algum bem que ele fez.




Os macacos da filosofia

 Autoria: João Emiliano Martins Neto


Eu comentei para um tal Carlos Nougué que se pretende um católico tradicionalista e tomista que ele era o macaco de Olavo de Carvalho, na postagem dele no Facebook onde ele dizia que o diabo é o macaco de Deus. Gostamos muito de julgar qualquer coisa menos a nós mesmos, o que torna o diálogo muito mais interessante e fecundo. Aliás, era Jean Genet, homossexual, dizia-se o palhaço de Deus, o que bem cabe a nós, homossexuais, gente imatura que não vive sem o nosso prato de lentilha que é a prática sexual e para piorar invertida. Nougué com o seu tomismo doutrinário é o macaco da filosofia, é o macaco de um filósofo de verdade como Olavo que era ele sim um filósofo digno desse nome ao ser crítico e não construtor de doutrinas que acabam não raro em ideologia que é o discurso pretextual, dizia Olavo da ideologia, no qual o politico diz que fará tal coisa quando na prática ele faz outra em um quando abre o jogo esotericamente só para os iniciados do seu partido ou bando. Mas, Olavo já havia tentado ensinar a Nougué alguma coisa de que a filosofia não é a análise de textos, que é o que querem no conflito árido intertextual sem nenhum contato com o real os cabos eleitorais de Luiz Inácio Lula da Silva da USP, mas é a filosofia a análise dos enigmas da existência, é o estudo da realidade, algo assim dizia Olavo.


Os macacos da filosofia perdem-se em fichamentos de livros de autores famosos de filosofia. Gastam anos de suas vidas estudando o prefácio de um livro tal qual a Crítica da Razão Pura de Immanuel Kant, o qual destruiu a filosofia na armadura da filodoxia transcendental katiana onde é erguida uma armadura chamada de razão humana impenetrável a verdade que volta e meia desmente a tirania e teimosia da pretensa razão que é o caso de um outro macaco, macaco velho do qual mais adiante aludirei. Como fica a coisa nela mesma, conhecimento da coisa em si, da verdade, inacessível ao homem segundo o anão de Königsberg, macaco da filosofia para o qual a coisa em si quando ela se mostra trata de dizer que não é ela? Hoje mesmo eu conversava com um velhote chamado "guarda da santa" da minha paróquia, a Basílica de Nossa Senhora de Nazaré de minha cidade de Belém do Pará (a capital do Estado) que promove nada menos do que o Círio de Nazaré, uma vitrine poderosa do catolicismo no Brasil e no mundo todo e eu acho que deparei-me ali com algo que poderia ser o princípio da filosofia que é o espanto, segundo o Divino Platão, que é a teimosia do velho de querer espaço para falar sozinho em um perfeito discurso ditatorial a solene bobagem dele de desculpar um padre que não quer porque não quer usar a batina, e isso porque eu levei em conta o calor equatorial desta Belém do Pará, comparar um padre com um policial que é evidente que este último não precisa estar sempre fardado, contudo, um padre deve por ordem da própria Santa Sé em reiterados documentos envergar a sua sotaina sempre que é o que distingue o padre do comum dos homens, o padre ele que age in persona Christi e traz Deus Jesus Cristo do céu à terra na Missa ao dizer diante do pão: hoc est enim corpus meum quod pro vobis tradetur e diante do cálice: hic est enim calix sanguinis mei. Retirei-me da frente daquele macróbio e do monólogo tirânico dele para a minha reza na Basílica.


A maior das degraças até as menores, o caso do monólogo impositivo do velhote "guarda da santa" que quis desculpar no caso do pároco da Basílica, padre Francisco Cavalcante, dez anos mais jovem do que eu, que só usa batina quando a família dele vem visitá-lo, eu vi isso com meus próprios olhos, ele gosta de parecer ou ele usa sotaina para fazer vídeo ou recentemnte no consulado do Brasil em Miami ele pôs a veste sacerdotal que identifica a ponte absolutamente necessária que ele é entre o céu e a terra. Da maior à menor das desgraças e coisas ruins podem ser de uma riqueza sem par, visto que de uma coisa ruim Deus sempre tira algo de bom se soubermos vencer as pedras no caminho em forma de circunstâncias más e idiotas com sabedoria, e a sabedoria que quem se diz filósofo diz amá-la, não cede às trevas que é o que ocorre com a luz já diria o autor do livro da Sabedoria da Bíblia verdadeira e sacra que é a católica: sapientiam autem non vincit malitia


A filosofia em si já se torna uma macaca se desgarrada de sua senhora: a teologia. Olavo de Carvalho, ele mesmo, teve um instante de macaco ao dizer que a religião não deve mandar na suposta filosofia de um suposto filósofo, ou seria a idiotice de um idiota ensimesmado com sua pequena razão e fiscal de ânus ilógico das situações concretas e reais que explodem todo o formalismo, assim ponderava o mesmo Olavo, é o que ocorre com aquele fiscal chato, o youtuber Victorelius. Queria Deus que nos momentos de macaco tenhamos preso em nós uma coleira bem curta, em uma rédea curta, para que não demos plena vazão ao flagelo de nossa incompetência diante de nosso compromisso com o saber de estudantes de filosofia mesmo que tenhamos um único talento que tentaria-nos a sermos verdadeiros gorilas da filosofia, sobre talentos já falava a nós o Senhor Jesus Cristo na parábola que é a leitura do evangelho deste domingo, o 33° do Tempo Comum. Que no final de tudo a preguiça e a maldade de gorilas, orangotangos ou chimpanzés grotescos, de servos maus, da filosofia não nos domine.

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