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Χριστός λυτρωτής (Cristo, o Salvador)

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"Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." - João 3:16 ARA

Ícones de uma Igreja cristã reformada: de fato bíblica



"E dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência." Jeremias 3:15 ACF


Da esquerda para a direita e de cima para baixo: Pedro Valdo (c. 1140-c. 1220), Martinho Lutero (1483-1546), João Calvino (1509-1564), John Knox (1514-1572), Charles Spurgeon (1834-1892), Martyn Lloyd Jones (1899-1981), Francis Schaeffer (1912-1984).

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Triunfo de Vênus, pura poesia plástica do Renascimento.

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Vênus ou Afrodite, respectivamente, para romanos e gregos, nascendo de uma madrepérola em plena selva amazônica legal, brasileira, de minha cidade de Belém, a capital do Estado do Pará, em uma magnífica escultura no decadente logradouro público de minha referida cidade, na borda do mundo, na Praça da República.

Principia Sapientiae: a Filosofia como mãe e mestra

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"Um filósofo é um intercessor, é um sacerdote. Um filósofo é o anfitrião da verdade digna e acessível aos homens." (João Emiliano Martins Neto)


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Principia Sapientiae: Vamos filosofar? Viva a Filosofia!



Assistam ao meu vídeo, supra, em que faço um convite a você, caro leitor, à Filosofia. Meu convite a você leitor que saiamos da Matrix que é a mesmice, o banal do cotidiano e do senso comum tornados como algo muito ruins quando absolutamente inconscientes acerca de suas naturezas intrínsecas.

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sábado, 20 de fevereiro de 2016

A doutrina do dom das línguas em Santo Tomás de Aquino

Por Missão Cristo Rei



Santo Tomás de Aquino, ao comentar o Capítulo XIV da primeira carta de São Paulo aos Coríntios, escreveu:

"Quanto ao dom de línguas, devemos saber que como na Igreja primitiva eram poucos os consagrados para pregar ao mundo a Fé em Cristo, a fim de que mais facilmente e a muitos se anunciasse a palavra de Deus, o Senhor lhes deu o dom de línguas" (S. Tomas de Aquino, Comentario a la primera espistola a los Conrintios, Tomo II, pag 178.)

Vê-se, portanto, que o dom de línguas foi dado aos primeiros cristãos para que anunciassem a religião verdadeira com mais facilidade. Os Coríntios, por sua vez, desvirtuaram o verdadeiro sentido do dom de línguas:

"Porém, os coríntios, que eram de indiscreta curiosidade, prefeririam esse dom ao dom de profecia. E aqui, por ‘falar em línguas’ o Apóstolo entende que em língua desconhecida e não explicada: como se alguém falasse em língua teutônica a um galês, sem explicá-la; esse tal fala em línguas. E também é falar em línguas o falar de visões tão somente, sem explicá-las, de modo que toda locução não entendia, não explicada, qualquer quer seja, é propriamente falar em língua" (S. Tomas de Aquino, Comentario a la primera espistola a los Conrintios, Tomo II, pg 178-179.).

Temos aqui uma consideração importante. Para São Tomás, o “falar em línguas” pode ser entendido de duas formas:

a) falar em uma língua desconhecida, mas existente, como no caso de Pentecostes, no qual pessoas de várias línguas compreendiam o que os apóstolos pregavam.

b) a pregação ou oração sobre visões ou símbolos.

E o doutor angélico confirma isso mais adiante:

"suponhamos que eu vá até vós falando em línguas’ (I Co 14, 6). O qual pode entender-se de duas maneiras, isto é, ou em línguas desconhecidas, ou a letra com qualquer símbolos desconhecidos" (Santo Tomas de Aquino, Comentario a la primera espistola a los Conrintios, Tomo II, pg 183.)

Haja vista que a primeira forma de falar em línguas é suficientemente clara – ou seja, que é um milagre pelo qual uma pessoa, que tem por ofício pregar às almas, fala numa língua existente sem nunca a ter estudado – consideremos a segunda forma de manifestação desse dom, segundo São Tomás. Neste caso, falar em línguas é uma simples predicação numa linguagem pouco clara, como, por exemplo, falar sobre símbolos, visões, em parábolas, etc:

"(...) se se fala em línguas, ou seja, sobre visões, sonhos (...)” (Santo Tomas de Aquino, Comentario a la primera espistola a los Conrintios, Tomo II, pg 208.).

E ainda:

[lhes falarei] “ ‘Em línguas estranhas’, isto é, lhes falarei obscura e em forma de parábolas" (Santo Tomas de Aquino, Comentario a la primera espistola a los Conrintios, Tomo II, pg 200).

"(...) em línguas, isto é, por figuras e com lábios (...)" (Santo Tomas de Aquino, Comentario a la primera espistola a los Conrintios, Tomo II, pg 200.)

Para São Tomás, quem assim procede, isto é, usa de símbolos nas práticas espirituais, tem o mérito próprio da prática de um ato de piedade. Caso o indivíduo compreenda racionalmente o que diz, lucra, além do mérito, o fruto intelectual da ação.

Quem reza o Pai-Nosso, por exemplo, mesmo sem compreender perfeitamente o valor de suas petições, tem o mérito próprio da boa ação de rezar. Por outro lado, quem reza o Pai-Nosso com o conhecimento de seu significado mais profundo, lucra, além do mérito, a consolação intelectual da compreensão de uma verdade espiritual. Por esse motivo, São Paulo exorta aos que “falam em línguas” – ou seja, que usam símbolos nos atos de piedade – para que peçam também o dom de “interpretar as línguas”, quer dizer, de compreender o que diz por meio simbólico, afim de que possa ganhar, além do mérito, a compreensão racional do ato.

No que se refere ao uso público do dom de línguas, o Apóstolo determina que ele nunca deve ser usado sem que haja intérprete, ou seja, sem que haja quem explique os símbolos para os que não os compreendem.

Comentado o versículo 27, no qual São Paulo exorta que não falem em línguas mais que dois ou três durante o culto público, diz São Tomas:

"É de notar-se que este costume até agora (...) se conserva na Igreja. Por que as leituras, epístolas e evangelhos temos em lugar das línguas, e por isso na Missa falam dois (...) as coisas que pertencem ao dom de línguas, isto é, a Epístola e o Evangelho" (Santo Tomas de Aquino, Comentario a la primera espistola a los Conrintios, Tomo II, pg 208.)

Para São Tomás, a leitura da Epístola e do santo Evangelho, na Missa, são a forma de "falar em línguas" que a Igreja conservou dos tempos apostólicos! Nada mais contrário ao delírio pentecostal carismático!

Ora, no que diz respeito a "interpretação das línguas", na Missa, depois da Epístola e do Evangelho, o padre faz o sermão, pelo qual explica os símbolos dos textos sagrados que foram lidos. O sermão é, pois, a 'interpretação das línguas' (Epístola e Evangelho) que foram faladas na Missa. Fica, portanto, bastante claro o verdadeiro significado do dom de línguas, que nada mais é do que:

1 - o milagre de pregar o Evangelho numa língua sem a ter estudado ou

2 - o simples fato de usar uma linguagem simbólica na vida espiritual, seja na oração particular, seja na oração pública, sendo que nesta última é necessário alguém que "interprete as línguas", ou seja, que explique o significado dos símbolos ao povo, função dos ministros da Igreja.

A corrida

Caros amigos, pratico corrida e noto que talvez de todos os esportes, a corrida, seja aquele que mais exige ousadia e perseverança. Ousadia para aumentar a velocidade na marcha e a distância e tempo percorridos. Perseverança para não largar tudo quando o corpo exige que não avancemos mais na busca por excelência e por isso em desafiá-lo a ir mais longe e de forma mais intensa.

Homilia Diária.149: Sábado da 1.ª Semana da Quaresma - "Amai os vossos inimigos"

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Sugestão para os protestantes

Só há uma Igreja, um só batismo, uma só fé e também a Escritura diz que todos nós bebemos de um só Espírito. Ora, quando do surgimento dos tipos de seitas protestantes mais sujas e loucas que são os pentecostais e neopentecostais (Assembléias de Deus, Quadrangular, Deus é amor ou Igreja Universal e etc.), tais seitas causaram espécie e escândalo nos protestantes mais antigos e por isso mais próximos de Roma, pois os pentecostais e neopentecostais exigem um tal batismo no Espírito Santo como uma segunda benção, como se o cristão verdadeiro não tivesse recebido o Espírito quando creu e foi batizado em nome da Trindade que inclui esse mesmo Espírito e essa tal segunda benção confunde o batismo cristão na água ao batismo do Prodromos (São João Batista) em água, mas só para arrependimento, ainda não era o batismo cristão.

Enfim, essa pulverização de seitas protestantes só podem envenenar, perverter e perder os tais alegados eleitos espalhados em várias seitas e a mercê de bandidos de paletó que dominam tantas seitas sujas e loucas. Os protestantes se quisessem sobreviver ao longo dos séculos, já que eles se acham tão melhores e certos do que nós católicos, eles deveriam corrigir tais rumos de relativismo, desunião e discórdia e se unirem de vez.

A condição da humanidade, hoje

A humanidade antes de Cristo é que era nada ou menos até que nada. Hoje nós somos todos os seres humanos sem exceção de um só, filhos adotivos de ninguém menos que do próprio Deus, por graça, mediante a fé em Cristo. Basta apenas colher os frutos dessa benção pela obediência e perseverança na fé em Jesus ainda que sofrendo e ainda que sendo chamado ao martírio.

Homilia Diária.148: Sexta-feira da 1.ª Semana da Quaresma - A virtude da benevolência

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

A causa da santidade

Ser santo é ser realmente humano, como diz Sua Eminência Reverendíssima o Cardeal Dom José Saraiva Martins, Prefeito emérito da Congregação para as Causas dos Santos. Devemos ter fé, rezarmos o Rosário, fazermos jejum ao menos o de abstermos-nos de carne às sextas-feiras, como manda a Igreja, ou colocarmos nossos joelhos ao chão por pelo menos uns 30 minutos por dia em oração para que Deus dê mais santos ao mundo, incluindo a nós mesmos, que nós mesmos, cada um de nós individualmente, deveras, sejamos santos. Não queiramos por fardos pesados nas costas dos outros, fardos que nem nós mesmos nem com o dedo queiramos movê-los, até porque se virar santo é tirar o coração de pedra desumano e monstruoso para colocar um coração de carne humano, decente e sensível como sagrado coração de Cristo, essa operação para o ser humano é das mais dolorosas, sabia caro leitor? Porque não prestamos, nós homens, eis a verdade.

Homilia Diária.147: Quinta-feira da 1.ª Semana da Quaresma - A oração de petição

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Baixeza e mesquinharia sem fim

Essa desculpa desses filhas da mãe de que a Igreja está cheia de hipócritas e que, por isso, optam não participar da mesma, baseia-se inteiramente em pressupostos da moral cristã. Eles são cristãos e se esqueceram disso? Ora, quem está fora da Igreja de Cristo e vem julgá-la usando como arma o próprio Cristianismo é que é de uma hipocrisia para não dizer que é um sintoma de psicose pura e simples dos mais atrozes. Que gente é essa, esses neopagãos, que vem nos criticar desse jeito tão tosco? Pelo menos os pagãos antigos, pré-cristãos, ainda podiam ser elogiados por um Santo Agostinho como tendo vícios esplêndidos. Ora, os neopagãos pós-cristãos, atuais, são apenas de uma baixeza e mesquinharia para não dizer esplêndida, mas sem fim.

Homilia Diária.146: Quarta-feira da 1.ª Semana da Quaresma - A preguiça de crer

A essência da coragem

Por Olavo de Carvalho

"Toda covardia é um egoísmo e uma falta de amor ao próximo. Se o sujeito é covarde, é porque ele está querendo se preservar em primeiríssimo lugar, ou seja: aconteça o que acontecer — pode cair o mundo —, ele tem de sair inteiro. A pergunta é: por que você e não o seu vizinho? Lembrando a frase de Eric Voegelin: “Toda vida humana está integrada em uma hierarquia de bens”. Isto é básico. Hierarquia de bens: este bem que eu desejo não é tão valioso quanto aquele outro. Por exemplo, a vida moral começa no instante em que o bebê tem de escolher entre a posse de um objeto desejado e a amizade com o irmãozinho, não dá para ter as duas coisas ao mesmo tempo. Sempre se tem de fazer uma escolha, e nessa escolha entra uma hierarquia de bens. Nós estamos fazendo essas escolhas o tempo todo e quando fazemos a escolha errada, em geral, é porque não nos lembramos que existe uma hierarquia, que existe o mais importante e o menos importante; [que existe] a perspectiva da vida eterna ou a limitação da vida a este espaço terrestre. Como seres biológicos, nossa tendência é defender, em primeiro lugar, nossa subsistência biológica — é instintivo. E é um valor, sem dúvida. Você continuar vivo é um valor. Por que você e não o outro? Por exemplo: há um incêndio, você vai salvar a si mesmo e deixar seu filho queimando lá dentro ou vai salvar seu filho com o risco da sua própria vida? Você terá de fazer uma escolha. O problema da coragem, no fim das contas, é apenas uma questão de [escolher] qual é o bem que você preza mais. Se você descobre bens maiores, no fim das contas a sua própria vida não tem mais importância; o importante não é conservar a vida, mas gastá-la e se preciso perdê-la em função de um bem maior, de um bem que merece ser mais amado. É só este o problema, ou seja, a covardia é uma falta de amor ao próximo, em primeiro lugar, e de amor a Deus, em segundo lugar [que morreu na cruz por nós]. [A coragem] não é uma virtude que tem em si a sua própria substância, ela deriva de uma outra coisa, ela deriva da noção do bem maior. Não se trata de se tornar mais corajoso fazendo exercícios (alguns exercícios podem ser úteis, evidentemente).

(...)

Quando fomos fazer o recenseamento escolar no sul do Estado, estávamos em quatro, e um deles era um sujeito meio — como diria o povo — boiola. A primeira vez que ele meteu o pé na lama, disse que não ia mais, que ia voltar. Vamos supor que eu fosse ele, que eu tivesse ficado desesperado porque meti o pé na lama e quisesse voltar para casa. Se eu voltasse para casa, estaria deixando os três sozinhos lá, eles poderiam precisar de mim. Ele só pensou no seu conforto, ou seja, a hierarquia de bens dele termina aí: o meu conforto acima de tudo. Isto é apenas covardia? Não, o básico da covardia é a maldade. Quando você se tornar um sujeito bom, tiver amor pelas pessoas, você cuida delas primeiro.
Hoje mesmo eu estava lembrando, está aqui a Stella Caymmi: uma vez eu estava dando aula na Casa do Estudante, no Rio de Janeiro, e de repente chega a Stella e começa a soprar na orelha de um por um (estávamos no nono andar), sem criar alarme: “Vá descendo a escada devagar porque está pegando fogo no sétimo andar”. E um por um [os alunos] foram descendo. Um sangue frio admirável. Ela poderia ter dado no pé, gritando [e pensando] em se salvar. Ela não poderia ter feito isso? No entanto, ela ficou mais tempo lá, se arriscando para que o mal não acontecesse aos outros. E a Stella não é nenhum Schwarzenegger, não é nenhum soldado da guerra do Afeganistão.
A coragem nasce do amor ao próximo, é só isso.

Então, não se preocupe em ser corajoso, pois a coragem é um resultado, não uma causa. A causa é o amor ao próximo ou falta dele."

O que é a Palavra de Deus

E a Palavra de Deus não é um livro, mas é uma pessoa, Jesus Cristo, que está vivo em um corpo chamado Igreja que em seu cume e apoteose nos oferece o sacramento da Eucaristia que é o corpo, a alma e a divindade de Cristo curando nosso corpo e nossa alma divinamente, isto é, com misericórdia e soberanamente.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Semel pater, semper pater

Escrevi uma carta aberta (conferir aqui) a um padre de uma grande e importante paróquia e santuário daqui de minha cidade, que é a paróquia e santuário de nossa padroeira, a Virgem de Nazaré, dizendo para ele o que costuma dizer o Codex Iuris Canonici, que diz, "semel catholicus, semper catholicus". Bem, ele é um padre imoral, que se desviou, arranjou mulheres e filhos e o nosso arcebispo o afastou de suas funções. Caberia, então, para esse padre maluco parafraseando o brocardo latino que eu a ele dissesse: "semel pater, semper pater". Ou seja, uma vez padre, sempre padre, como diz o Catecismo da Igreja Católica de que o sacramento da ordem é indelével. Enfim, caros amigos, triste marca essa de alguns católicos e até sacerdotes ordenados que se desviam para a heresia, apostasia ou imoralidade, mas sempre levarão a indelével tatuagem, por assim dizer, dos membros do Reino de Deus que por maldade resolveram se afastar.

Coitados dos anjos


Coitado do nosso anjo da guarda. Ter que aguentar esses seres chamados de humanos com suas paixões, veleidades, leviandades, baixezas, caprichos... Eles que tem a visão beatífica, veem a Deus face a face ter que contemplar o penico que somos nós humanos. Nós que somos meio que adolescentes, isto é, somos uma transição entre o animal, néscio e pueril e o anjo com nossa abertura para a totalidade do real, isto é, com nossa razão que nos aproxima dos próprios anjos. Enfim, haja saco para os anjos nos aturarem.

Mensagem de Olavo de Carvalho

"Não é do meu costume fazer isto, mas peço a todos os meus alunos e leitores que VIRALIZEM esta mensagem no Facebook, em outras redes sociais e em toda parte:

Primeiro o Facebook bloqueou a minha página. Logo em seguida, a da minha esposa, Roxane. Agora, a da minha filha Leilah.

Isso é uma campanha organizada para me destituir de todo meio de expressão? É.



Depois de excluído do Globo, da Zero Hora, do Jornal da Tarde e da revista Época, malgrado o enorme sucesso dos meus artigos entre dezenas de milhares de leitores, depois de mil tentativas de hackear o meu site pessoal e o do Seminário de Filosofia, é preciso impedir o meu acesso até mesmo às redes sociais, para que se cumpra a instrução baixada anos atrás pelo líder comunista Milton Temer: “Do Olavo de Carvalho não se fala.” Sim, é preciso calar o Olavo de Carvalho e deixar o espaço todo à mercê de detratores semi-analfabetos que se esmeram na produção de lendas difamatórias e provocações idiotas contra um autor que mal conseguem ler.

Os bloqueios no Facebook só vêm quando a central da empresa no Brasil recebe um número volumoso de denúncias em massa no prazo de umas poucas horas. Isso só pode acontecer em duas circunstâncias: (a) um post é tão obviamente escandaloso que suscita imediatamente a indignação espontânea de centenas de pessoas; (b) uma militância organizada, rapidamente posta em ação a chamado de um articulador, se faz de escandalizada e, no tempo hábil, entope o Facebook com denúncias fingidas. O bloqueio é automático.

Conhecendo-se a tolerância cúmplice do Facebook para com tantas mensagens obscenas e criminosas, é óbvio que nenhum bloqueio de mensagem minha pode se explicar pela hipótese “a”. Nunca o sr. Paulo Ghiraldelli, por exemplo, foi bloqueado pela sua apologia dos pedófilos, nem mesmo por suas especulações psicóticas sobre o coito anal como prática generalizada muito anterior, historicamente, à “descoberta” da penetração vaginal...
Vejam agora o post que, publicado em meu nome na minha Fan-Page, suscitou o bloqueio da página da minha filha:

“Analfatbetismo funcional é PHODA. Digo que a física de Aristóteles só se tornou conhecida na Europa a partir do século XIII e aí vem um sábio -- um tal de Daniel Portes -- me contestar e me chamar de charlatão, dizendo que na Espanha islâmica ela era conhecida muito antes. E desde quando civilização hispano-árabe e civilização européia são a mesma coisa? Comete vários erros de gramática e ainda diz que não pode discutir com quem não sabe escrever. Haja saco.”

Antes mesmo do bloqueio eu já havia descoberto que Daniel Portes não era um simples indivíduo, mas uma equipe organizada, pronta a dar ares de grande contestação erudita a provocações idiotas baseadas em informações erradas e insignificantes.

O sr. Portes, assim como seus cúmplices, tem aquela mania de exatidão em minúcias irrelevantes, que é característica do analfabeto funcional com presunções intelectuais. Não compreendendo o que lê, acha que pode brilhar mediante o expediente de corrigi-lo tomando a sua própria incompreensão como régua aferidora.

O fato é que as obras de ciências naturais de Aristóteles não se disseminaram na Europa cristã antes de introduzidas no currículo da Universidade de Paris a partir de 1200, devendo sua difusão maior ao “succès de scandale” gerado pela sua proibição em 1227, seguida pelo monumental esforço de defesa empreendido, já na segunda metade do século, por Sto. Alberto Magno e Sto. Tomás de Aquino, que as integrou definitivamente na cultura européia.

Que alguém as tivesse lido em árabe e até produzido traduções numa nação islâmica antes disso é detalhe perfeitamente alheio ao assunto, como deve percebê-lo à primeira vista qualquer leitor normal. Mas o analfabeto funcional acha que apegando-se a essa minúcia extemporânea pode desmoralizar um autor e ainda fazer-se de grande erudito.

Os que correram imediatamente em seu socorro já saíram proclamando que, com essa bobagem, o cidadão havia cumprido o sonho bobo que é hoje compartilhado por milhares de incapazes: “destruir o Olavo de Carvalho”. O simples fato de que confessem tão abertamente um objetivo criminoso e achem que podem enganar a platéia recobrindo-o de uma aparência de zelo erudito já revela a inveja mesquinha e odienta que os inspira – um sentimento que só nasce e prospera nas almas dos incapazes e fracassados.

Diante disso, bloqueei o acesso da equipe Portes à minha página, o que em nada atentou contra a sua liberdade de expressão, da qual continuaram desfrutando nas suas páginas, com aquela alegria feroz de sagüis alucinados cujo maior objetivo na vida é destruir a reputação de um escritor mediante a crítica confusionista, não dos seus livros, nem mesmo dos seus artigos ou aulas, mas dos seus posts no Facebook.

Esse fato prova, pela zilionésima vez, que o critério de bloqueio empregado pelo Facebook é em si mesmo imbecil, imoral e criminoso – um incentivo a qualquer campanha difamatória dotada de um pouco de organização."

Homilia Diária.145: Terça-feira da 1.ª Semana da Quaresma - A Oração do Pai-Nosso

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Algo de impensável

A falta de amor deve ser vista como algo impensável da parte de quem quer se que se diga cristão e amor de perdição é o que nos cabe, porque devemos estar dispostos a dar a nossa vida, como Cristo, pela salvação do mundo. Impensável, porque como cristãos que somos, os alter Christus, corpo de Cristo, a sua Igreja que o somos devemos em tudo ser igual à cabeça que é o próprio Cristo como o nosso corpo até a ponta do dedão do pé é análoga à nossa cabeça por ser o que nós somos, integralmente, em totalidade, plenitude e identidade. Devemos ser sacrifício de homem, não mais banais homens como os pagãos. Não, não somos banais, somos o cântico novo, somos o Novo e Eterno Testamento de amor de Deus pela humanidade.

Homilia Diária.144: Segunda-feira da 1.ª Semana da Quaresma - Julgados pelo Amor

Minha vitória sobre a pornografia e a masturbação

Com a graça de Deus, eu consegui pelo menos nos últimos três ou quatro meses, aproximadamente, livrar-me do vício da pornografia e da masturbação. Amigos, quase toda a semana encontrava-me ao confessionário confessando aos padres esses mesmíssimos pecados, mas consegui libertar-me. É preciso lutar, rezar muito, confessar-se sempre e sempre a cada queda ou abster-se resolutamente da recepção do sacramento da Eucaristia enquanto se não acerta as contas com Deus. Sempre participar das missas aos domingos mesmo que você não comungue e lutar até se livrar desse vício ou ao menos, se Deus quiser que você seja como que martirizado por esse vício de pornografia, que o fiel vá para o Céu com a palma da vitória do martírio e do heroísmo.

Publicidade e propaganda

Chamar esses camaradas cismáticos de ortodoxos é fazer publicidade e propaganda gratuita pra eles. São cismáticos e ponto. Sofrem do mesmo complexo de Édipo dos protestantes, pois mataram o próprio pai, o Papa, para, desgarrados e na rua da amargura, pedirem arrego e fortalecerem os poderes deste mundo de trevas como acontece na Rússia em que a tal igrejinha cismática eslavófila vive de conchavos com o Kremlin, com o herdeiro da KGB: Vladimir Putin.

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Um Destino cruel...

Eis, acima, um justo destino para os seguidores do PT!

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Artigo 8 - A eficácia da morte de Cristo

Este foi o soberano conselho, a vontade graciosa e o propósito de Deus, o Pai, que a eficácia vivificante e salvífica da preciosa morte de seu Filho fosse estendida a todos os eleitos. Daria somente a eles a justificação pela fé e, por conseguinte, os traria infalivelmente à salvação. Isto quer dizer que foi da vontade de Deus que Cristo, por meio do seu sangue na cruz (pelo qual ele confirmou a nova aliança), redimisse efetivamente, de todos os povos, tribos, línguas e nações, todos aqueles, e somente aqueles, que foram escolhidos desde a eternidade para serem salvos e lhe foram dados pelo Pai. Deus quis que Cristo lhes desse a fé, que ele mesmo lhes conquistou com sua morte, com outro dons salvíficos do Espírito Santo. Deus quis também que Cristo os purificasse de todos os pecados por meio do seu sangue, tanto do pecado original como dos pecados atuais, que foram cometidos antes e depois de receberem a fé. E que Cristo os guardasse fielmente até o fim e, finalmente, os fizesse comparecer perante o Pai em glória, sem mácula, nem ruga (Efésios 5:27).

"Cânones de Dort", 2º Capítulo da Doutrina: A Morte de Cristo e a Redenção por meio dela.