Sentir é a essência da presença de Deus para a modernidade. Arrepios, calafrios, sintomas físicos e histeria parece ser o que domina a modernidade em relação ao seu próprio Criador. Mas a fé de sempre da Igreja Católica sempre ensinou que o Deus cristão é um Deus que se oculta, que se oculta na fé, porque se Deus se mostrasse ficaríamos de tal forma impactados que perderíamos nossa liberdade, ou seja, não teríamos amor algum, liberdade alguma, voluntariedade e desprendimento algum, então, para segui-Lo. Deus quer que o amemos, então, que a fé nos baste e no tatear deste mundo, simplesmente confiemos no Deus que se esconde, mas que se revela de alguma forma na vida concreta dos homens da Bíblia, e na concretude da continuidade da missão de Cristo ao longo da História na Igreja Romana a se dar no Magistério, na própria Bíblia e na Tradição da Igreja.
A medicina de Nietzsche
-
Para Mariangela Cabelo-Ghiraldelli Talvez não exista verdade mais banal que
a dita por Zaratustra sobre o “eu” e o “corpo”. Nas palavras de Scarlett
Marton...
Há 10 horas
Nenhum comentário:
Postar um comentário