Autoria: João Emiliano Martins Neto
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sábado, 7 de dezembro de 2024
A moda protestante
Obsessão politizante: hierarquização e democratização
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Eu vejo dois sintomas de uma doença de obsessão politizante dos dias atuais que é ora a hierarquização, à direita e a democratização, à esquerda, essa mais antiga e que no ocidente nunca conseguiu pautar tão fortemente como hoje o debate da política. Por ser obsessão pelo menos aqui no fim do mundo que é o Brasil conduz mal e porcamente o tema da política ou da má política e por ser a má política é apenas a guerra de facções de bandidos em disputa de narrativas, o velho discurso sofístico pretextual de ideologias. O tema da política é importante para a humanidade, o tema da política que é a administração da pólis que é uma extensão da alma humana pelo menos era assim que os gregos antigos viam a pólis depois na modernidade com Santo Agostinho e o desmoronamento do Império Romano da época do santo, a ordem, unidade, verdade passou-se a encontrar-se no interior do homem o que resultou na fase degenerada recentíssima na ideia da livre escolha por bens da sociedade da troca capitalista e que se dane a necessidade humana por bens. Tais sintomas de obsessão politizante, hierarquização e democratização perfazem da má política hodierna ocidental polarizada entre facções que pervertem o debate, ora em hierarquização, e ora em democratização, a primeira à direita e mais comum dado ter sido a direita ou extrema-direita ocidental ter conseguido pautar o que seja a política ou a má política na maioria dos casos onde a hierarquização, à direita, parece ser mais sã ao reconhecer o princípio de autoridade nos pais, nos professores, no rei ou mesmo vá lá no governante republicano eleito democraticamente, apesar da diluição democrática, e a segunda forma de obsessão politizante ou de forma mal feita da política ao politizar que é a democratizante que era mais a do passado à esquerda antes da recente polarização política ocidental com o agravante brasileiro de que não havia uma direita ou mais propriamente uma extrema-direita, delirante, extremista e que até está se mostrando terrorista com homens-bomba explodindo-se na frente do Supremo Tribunal Federal na Praça dos Três Poderes em Brasília inspirada em Olavo de Carvalho. A antiga democratização de tudo, o igualitarismo radical nivelando por baixo na consulta às paixões e ignorância das massas, apesar do princípio de justiça ser algo igualitário ao dar a cada um o que lhe é devido igualando-os na distribuição equitativa do lhes cabe de forma imparcial dando a cada um os bens ainda que desigual conforme o caso, lembrando aqui da velha aporia do diálogo com Sócrates que chegou ao impasse de como dar o que é devido à uma pessoa louca a arma que lhe cabe, se eu bem me recordo do diálogo platônico aporético. A democratização é o regime das multidões como são multidão as paixões, são legião, tumultuosas que confundem, desviam do bem e distraem as paixões humanas como se no recesso do lar, por exemplo, pudesse haver uma consulta à multidão republicana e democrática dos filhos sobre como conduzir o lar, a família.
A obsessão politizante quando tende à democratização pelo supra exposto parece ser a mais doentia e nestes nossos dias modernos ou modernos tardios, pós-modernos, é a consequência do regime econômico do capital onde uma massa, a massa algo da democracia com seus demagogos que manipulam tais massas semelhante aos sofistas da época de Sócrates, é explorada pelo capital que faz o esbulho da mais-valia de seu trabalho, que explora os proletários no que um dia pode resultar como no passado em uma nova revolução socialista com os trabalhadores tomando as rédeas da produção dos bens que eles mesmos suaram as suas camisas para efetivá-la.
A hierarquização no extremismo de direita resulta em autoritarismo, tirania, em um elitismo, farisaísmo onde impera o amor-próprio, a vaidade, o filho é ingrato com relação a Deus que é o pai por excelência, por exemplo, que dotou de bens alguns de seus filhos e não dotou a outros. É na direita ou na extrema-direita onde impera a posição política, social e econômica de mando, da classe patronal, da classe média que como papagaios e macacos imitam os ricos e defendem-nos com uma ideia, é na extrema-direita onde imperaria a hipocrisia, a opressão, a ditadura. Não que a democratização não possa gerar até mesmo uma ditadura, o próprio Karl Marx preconizava uma ditaudra do proletariado, mas mesmo aí há uma sabedoria da esquerda de que pelo menos tomam as rédeas da situação os oprimidos pelos fariseus, oprimidos que não raro veem, sentem em suas costas sendo descarregado um pente de balas de policiais violentos como recentemente policiais do Estado de São Paulo que mataram um pobre homem negro que afanou uns bens de primeira necessidade em um mercado no Estado de São Paulo o que é um flagrante exagero e era Santo Tomás de Aquino, se eu bem me recordo, que preconizava que se pode furtar em caso de necessidade, de fome.
terça-feira, 3 de dezembro de 2024
Os escravos de Maria, os escravos do capital e os acadêmicos
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Os ignorantes trabalhadores, proletários que se afadigam de trabalhar no cotidiano são escravos do capital, são escravos da exploração da mais-valia dos serviços que prestam e para piorar, ignorance is a bliss, acham-se com a consciência muito tranquila dando o lucro, a mais-valia, que o capital precisa nas suas formas financeira, industrial, no comércio, na agropecuária, nos serviços em que se dividem as corporações que formam o falso deus pagão mercado.
Enquanto isso passam despercebidos os escravos de Maria, a Soberana Senhora nossa, eles, eu com minhas inclinações tão terríveis para o pecado espero em Deus um dia ser contando como um deles, são vistos como fanáticos, "fundamentalistas", palavrinha mágica e anacrônica que se referia aos retardados mentais hereges protestantes americanos da primeira metade do século XX na América que loucos achavam que no protestantismo o Estado realmente não deve ser leigo para permitir a existência das seitas protestantes desconexas e concorrentes pululando e amaldiçoando em seu território, e até são considerados os escravos de Maria como desocupados depois de séculos de lavagem cerebral da parte dos acadêmicos nas pessoas, eu já ouvi dizer, de hereges como os cátaros e albigeneses ou os jansenistas, hoje poder-se-ia incluir os protestantes, podem-se também incluir os cismáticos do oriente que com os protestantes e os anteriores citados sempre chamaram de "papistas" a nós, católicos apostólicos romanos, fiéis ao Santo Padre, o Papa, que honrou a Virgem Maria definindo dogmas como os da imaculada conceição e a assunção da Virgem depois de sua dormição, desde a época dos cátaros somos uns ignorantes para eles que seguimos o que diz o nosso clero romano nas pessoas dos bispos em comunhão com o Romano Pontífice.
Que Maria seria esta? Onde há provas arqueológicas da existência dela? Onde estaria o seu túmulo e ossos? Perguntam o mesmo de Jesus Cristo. Eles gostam de ser arqueólogos agindo como toupeiras com miopia cavando sempre a Terra, ainda vão encontrar o inferno que está lá nas entranhas da Terra, mais confiantes em sua própria pesquisa pretensamente científica e histórica. Questionam também a existência do rei Salomão. Bom, se é tudo o tal "fundamentalismo" nosso de devotos e beatos, fanáticos, é coisa de uma massa de povo ignara, por que eles perdem tanto tempo a refutar-nos, a estudar-nos?
A nós que formos escravos de Maria podemos seguir em paz no mundo de preferência bem conscientes da exploração exercida pelo capital que não deixa na China nem que uma pessoa possa urinar durante o trabalho para não atrapalhar a tal produtividade, consciência que os esquerdistas podem dar-nos, nós só precisamos tirar o veneno ateu e materialista do marxismo. Podemos seguir em paz, porque neste mundo atomizado, desconexo de seitas protestantes, indivíduos, famílias, empresas, todos concorrentes entre si, nós, escravos da Soberana Virgem e sempre Virgem Maria somos o corpus mysticum Christi sob a autoridade do mistério do reino de Deus neste mundo através da presença da Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana, pelo menos a do passado até a época da morte do Papa Pio XII, hoje parece que está vaga a Sé Romana com este clero hodierno ignóbil e formalmente herético que aprova, por exemplo, a liberdade religiosa, ou diz com o suposto Papa Bento XVI que a Igreja Católica era alguma coisa do passado antes das reformas do Vaticano II queridas por ele e onde ele foi um funcionário, que quer a tal liberdade religiosa como um tal "direito" separando de vez de forma capital direito de justiça da forma a mais incicurcisa e expondo a sua incicurcisão da foma a mais desavergonhada, este atual suposto clero que é como demonstrado gritantemente herético dos supostos papas até o suposto baixo clero pós-conciliares.
segunda-feira, 2 de dezembro de 2024
E se eu fosse presidente do Brasil?
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Judeu nasceu para ser ofendido
Autoria: João Emiliano Martins Neto
As três hecatombres na minha vida (esboço de uma autobiografia)
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Hoje, dia 2 de dezembro de 2024, que é dia do meu aniversário, vale eu mencionar à guisa de um esboço autobiográfico as três hecatombes que assolaram a minha vida: que é primeiro eu ser preguiçoso, vagabundo, apesar de a terceira hecatombe mostrar que eu sou sensível para uma atividade laboral; a segunda hecatombe é eu ter inclinação para a inversão homossexual e a terceira hecatombe é eu ser doente mental da mais alta gravidade, eu sou maníaco-depressivo, mais maníaco do que depressivo, ao ponto de eu ser tão enfermo eu dava língua para as pessoas na rua, pelo menos uma vez aconteceu isso comigo, antes quando eu ainda não tomava os meus santos medicamentos controlados psicotrópicos.
Já mencionei aqui neste blog outras vezes, diversas vezes e pessoalmente para as pessoas tais hecatombes supracitadas, porque sagitariano como eu padece de sincerismo, falamos tudo muito abertamente, sinceramente, por isso sagitariano é muito místico religioso, é profeta, tende a ser advogado por amar a justiça e gosta de filosofia que é a busca da verdade, se é que astrologia vale para alguma coisa, ainda não pude estudar a astrocaracterologia de Olavo de Carvalho a fim de avaliar melhor a astrologia, mas parece-me que a influência dos astros é muito real, concreta, sonante na vida de nós, homens.
Realmente eu sou preguiçoso, vagabundo, não esforço-me muito, não sou diligente, já até pedi à Virgem e sempre Virgem Maria que um dos anéis que brilham em suas mãos briilhe por eu ultimamente pedir o dom da diligência, apesar de todo o desgaste de quem é frágil doente mental da mais alta gravidade como eu, porém, os mártires, ainda que não enfermos mentais, eram como todos nós que somos homens eram mortais no final de tudo e não economizaram desgastar as suas próprias vidas ao ponto de perdê-las fisicamente por amor a Jesus Cristo para não acabarem como muitos de nós, idólatras e pusilânimes.
Eu padeço da inversão homossexual, apesar de que há tempos atrás depois de sonhos com mulheres, beijando-as, vendo as suas partes íntimas em sonhos, eu desejei sexualmente aquela Jojo Todynho, bandida futura processada por Gleisi Hoffmann, presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Jojo Todynho, a capitã do mato da direita delirante, terrorista, extremista bolsonarista, olavista. Tal desejo que eu tive por ela que poderia ser até considerado um verdadeiro milagre, uma prova que as pessoas podem transitar no afeto sexual tendo olhos para ver o sexo oposto ou o mesmo sexo, não são raros heterossexuais que aventuram-se com o mesmo sexo, a coisa parece imutável para os mais burros, influenciáveis bem como para uma militância psicopata LGBT. Depois de mais de quarenta anos de inversão sexual na minha vida, verdadeira hecatombe que não permitiu-me ter um filho, uma família, mas furando a muralha altíssima de aço da inversão sexual eu pude desejar mulheres em estado de vigília e em sonhos neste ano no qual estou completando quarenta e seis anos, Deus sabe se ainda terei tempo para ter filhos e família ou para fazer coisa melhor ainda que é não casar, segundo São Paulo (1 Coríntios 7, 38), e vivendo a continência quiçá absoluta tornar-me um sacerdote segundo a ordem do rei Melquisedeque que não seja aquela besta bolsonarista, olavista, o tal padreco José Eduardo de Oliveira e Silva que por justiça espera-se que apodreça na cadeia por querer a abolição violenta do Estado democrático de Direito. Hecatombe de inversão sexual, na inclinação ao homossexualismo, de eu não ter um só instante de paz dado eu arder em desejos sexuais por gente do meu mesmo sexo; dado o sofrido por mim por sua vez o preconceito social da homofobia, este termo tão polissêmico e elástico, preconceito ignóbil e impiedoso farisaico.
Finalmente neste dia de meu aniversário quero mencionar o fato de eu ser doente mental da mais alta gravidade, eu sou maníaco-depressivo, sou bipolar, eu acordado não estou como um louco como outrora tempo em que eu não tomava os meus medicamentos controlados, mas à noite começa a demência quando eu berro, grito, pulo dormindo, caio de joelhos no chão machucando os meu joelho esquerdo, e acordo mesmo aos berros, gritos o que incomoda a vizinhança, passo a maior vergonha. Para mim vale a frase de Fredrich Nietzsche que sofria da minha doença mental, sobre os sonhos e o sono: "Conhece o terror daquele que adormece? Fica aterrorizado até a ponta dos dedos, porque o chão se abre sob ele e o sonho começa." Pelo menos eu sou um doente mental que procuro cuidar de minha saúde, há outros por aí gravemente afetados mentalmente que estão radicalizados da direita brasileira delirante de longa data que é o caso dos bolsonaristas e olavistas.
Muito obrigado, meu Deus, por mais este ano de vida e muito obrigado por eu ser católico apostólico romano, por eu pertencer à Vossa única pomba, esposa que é a Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana contra a qual as portas do inferno não prevalecerão ela (São Mateus 16, 18) e fora da qual ninguém pode de fato conhecer-Vos, Sumo Bem e digno de ser amado sobre todas as coisas, e fora de Vossa Igreja ninguém pode salvar-se.
domingo, 1 de dezembro de 2024
A direita brasileira sempre delirante e terrorista
Autoria: João Emiliano Martins Neto
Highlights
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