Pesquisar este blog

Postagem em destaque

O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Sobre a Graça Irresistível - Héber Campos Jr.

Mudar pra que?

Por João Emiliano Martins Neto


"Por eles é que eu rogo. Não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus." (São João XVII,9)


Mudar o ‪mundo pra quê? Jesus Cristo‬ na oração sacerdotal registrada no ‪‎Evangelho‬ segundo São João, não orou pelo mundo, mas só pelos eleitos. O mundo que se lasque, está perdido mesmo, não vai mudar nunca para melhor e o próprio Jesus não dedicou ao tal de mundo nem sequer uma oração.

terça-feira, 9 de junho de 2015

O abismo

Por João Emiliano Martins Neto


Há abismos no ser humano que ele mesmo ignora e se acha um santinho, mas o abismo está lá é profundo, terrível e o fundo desse poço sem fundo está lá, a origem de tudo, que é o pecado de Adão com o qual pecamos todos nós no Éden aonde teve origem o primeiro pecado que é o orgulho humano que pretende divinizar a simples criatura.

Fulton Sheen dixit!

Por Arcebispo Venerável Fulton Sheen em "O Problema da Liberdade".  Editora Agir, 1962, pp. 15



"A indiferença ao Cristo não termina e nem pode terminar na ausência do Cristo; acaba no Anticristo.


Foi assim no começo; é assim agora, e será assim até o fim. ensinaram a Europa a cerrar o punho e a cuspir sempre que Seu nome é ouvido; não O podem deixar só. Eles não são precisamente homens sem religião; são homens contra a religião; não mostram frieza para com Deus, entregam-se ao ateísmo com todo o ardor.

Donde tiram eles energia para esse ódio? Donde tal entusiasmo pelo ateísmo? Como conseguem tal apostolado pelo Anticristo, tantas espadas para a pilhagem das coisas de Deus e assassínio das mulheres de Deus? Donde tirou a Rússia esse ímpeto para implantar em Valência, pela primeira vez na história do mundo ocidental, um regime declaradamente contra Deus? Tirou-o da realidade de Deus. Os homens não se entusiasmam por fantasmas. Os homens não saem a campo para dar combate às ficções da imaginação nem a mortos. Odeiam, entretanto, os vivos. Rejeitando-O, estão eles prestando-Lhe testemunho. Ninguém odeia César, Napoleão ou Gengis Khan. E por que não? Porque morre o ódio quando perece o objeto odiado. Os homens já não cerram mais os punhos contra um Bismarck, nem montam mais guarda ao túmulo de um Nelson. Mas cerram ainda os punhos contra o Cristo. Dizem que Ele está morto, mas põem sentinelas em Seu túmulo. Dizem que Ele é inofensivo enquanto criança, contudo Herodes manda os seus soldados matar a Criança indefesa.

A verdade é que eles odeiam porque creem - não com a fé dos redimidos, mas com a fé dos condenados."

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Conselhos ao movimento LGBT e aos gays

Por João Emiliano Martins Neto

Ao contrário do escárnio da última parada gay de São Paulo em que uma miserável criatura se travestiu de Cristo crucificado, os gays poderiam mostrar com respeito uma encenação da crucificação de Nosso Senhor como quem une os próprios sofrimentos de ser gay com a cruz de Cristo. Jesus foi pregado na cruz por nossos pecados sendo Ele inocente e nós somos crucificados merecidamente, mas Cristo já sofreu por nós a punição devida. Jesus está nos mais pequeninos dos pequeninos, isto é, também em pessoas que passam pela desordem que é o homossexualismo. Mas é claro, para isso o movimento LGBT precisaria parar de de forma unilateral de se orgulhar de sentir tesão anal e até mesmo permitir na parada gay a presença de gays cristãos e ex-gays, mas isso o fascismo gay não permite.

A própria homofobia que os gays sofrem pode ser considerada uma forma deles serem crucificados, nesse sentido a encenação na parada gay de São Paulo é até correta, mas a questão é que qualquer contrariedade aos seus desígnios é homofobia para o movimento LGBT.

E ademais, a rigor, somente os gays cristãos podem ser dispensados de não serem crucificados pela homofobia, pois só eles são justificados somente pela fé em Jesus Cristo, como ensina a religião.

Gadarenos de ontem e de hoje, os porcos humanos

Por João Emiliano Martins Neto


"Toda a cidade saiu ao encontro de Jesus, e quando o viram, suplicaram-lhe que saísse do território deles." (Mateus 8:34)
 
Esses gadarenos que expulsaram Nosso Senhor e que apascentavam porcos na verdade apascentavam a si mesmos, eles eram os porcos daquela época e de todos os tempos na pessoa daqueles que rejeitam deliberadamente tão grande salvação e acesso a Deus por graça e somente mediante a fé em Cristo Jesus.

Gadarenos de ontem e de hoje são porcos humanos!

Highlights

Outros sites relevantes