Em suma, o Padre Paulo mostra que os protestantes são os animais de tração, são as éguas, são os quadrupedes e antas da cristandade, são os bobos da corte que acham que tudo o que é criado não tem qualquer semelhança como entes que são ao Ente supremo que é Deus, pois desprezam a analogia do ente ou como diria o Filósofo (Aristóteles): o ser se diz de diversas formas. Eu diria, então, que a tal total depravação defendida pelos protestantes talvez seja a total estupidificação e desumanização do homem.
#Livros: Liberdade, para quê?, de George Bernanos
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Uma obra que nasceu no contexto histórico saturado de violência e
desencanto, mas não se limita a reagir aos acontecimentos
Há 22 horas
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