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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

segunda-feira, 16 de setembro de 2024

Uma cadeirada na revolução e o copo do diabo

Autoria: João Emiliano Martins Neto


José Luiz Datena agredindo Pablo Marçal (todos os direitos autorais reservados da fotografia. Endereço da imagem: https://ichef.bbci.co.uk/ace/ws/640/cpsprodpb/20bc/live/15ad5cc0-740b-11ef-b02d-c5f3b724a1ea.jpg.webp)


A cadeirada em Pablo Marçal no último debate de ontem, dia 15 de setembro de 2024 na TV Cultura, dada em Marçal da parte de José Luiz Datena, acusado de abuso sexual e durante vinte e três anos filiado ao partido das trevas que é o Partido dos Trabalhadores (PT) aliado da narcoguerrilha das Farc - EP nos quadros do Foro de São Paulo, cadeirada no bandido Marçal condenado duas vezes na Justiça e coach charlatão que matou por uma parada cardíaca o próprio funcionário mandando-o disputar nada menos do que uma maratona, foi uma cadeirada na revolução comunista. Provavelmente, se já o era antes para a opinião popular que passa longe das pesquisas de opinião pública e passa longe da elite esquerdista alienada, Marçal já está eleito o próximo prefeito da Pauliceia e a revolução ficará para depois, junto com o Céu que os esquerdistas em geral, um deles Marco Antônio Villa, deixam para depois, ateus que eles o são, Villa que despreza "narrativas religiosas", aspas para ele. Os comunistas beberam no copo diabo com o desequilíbrio de Datena que inclusive desequilibrado masturbou-se ao ver a imagem da mulher que ele teria abusado sexualmente, nenhum homem é de ferro, o diabo leva o homem a filiar-se ao PT e a supostamente abusar de uma mulher, o homem assim acaba sem autocontrole. Os direitistas já passaram como disse o Generalíssimo Francisco Franco para os republicanos comunistas stalinistas espanhóis, Franco que salvou não só a Espanha como toda a Europa dos tentáculos do polvo vermelho que era Koba (Josef Stalin).

domingo, 15 de setembro de 2024

É Círio outra vez

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

É Círio outra vez, daqui a 28 dias, a cidade vai ficar um caos e uma sujeira com mais este Círio de Nazaré que se aproxima. Vai ficar um caos com este falso cristianismo de massas, que promove ditadores ditos católicos como os autonomeados tradicionalistas, que reúne uma ralé de gente que não sabe um A sobre doutrina católica, Cristianismo, religião de Jesus Cristo e de sua Santa Igreja Católica verdadeiros é aquele em que um mestre toma cada pessoa individualmente pela mão e a ensina dando carne e osso ao Espírito Santo que é o mestre interior, o resto é esta coisa caótica, barulhenta, confusa, de multidões, massas que só se contém com a força tirânica da polícia e das leis.


Eu não sou contra a procissão em si do Círio, mas ela tornou-se coisa para muita gente e gente é azar e problema, não é gato preto e passar por escada que dá azar, é gente que dá azar e gente em excesso aí vem treta com sandálias dos outros voando pelos ares na porta de uma escada lateral da Basílica de Nazaré durante a grande procissão.

sexta-feira, 13 de setembro de 2024

Utopia persistente. Pablo Marçal raposa e pomba lesa

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Eu vejo como persistente a utopia, a busca de um Estado ideal, a busca de um governo perfeito que é o dispor-se todas as coisas para o seu fim e bem desde que para um ser humano normal e decente ele busca o bom fim e bem em todas as coisas, no limite busca ele o Sumo Bem se se trata de uma pessoa mais inteligente. Parece-me claro na utopia persistente que a criação arde de expectativa pela manifestação dos filhos de Deus, nas palavras do Apóstolo (São Paulo) em Romanos 8,19. Espera-se os novos céus e novas terras (Apocalipse 21,1) depois que passar este mundo no fim de tudo e a volta de Jesus Cristo para julgar vivos e mortos que ocorrerá em um tempo que não é indefinido e nem muito menos infinito.

 

A utopia é persistente, apesar dos corruptos na política como um Ítalo Abati, candidato a prefeito da minha cidade de Belém do Pará nesta eleição de 2024, que escreveu no Instagram, respondendo para mim, que é "utopia" a crítica que eu fiz ao capitalismo exploratório na mais-valia. Ele diz que é "utopia", a outra palavra para sonho, fantasia, quimera ou no caso dele candidato a político que diga-se adeus à um ideal de justiça, pois justiça para os corruptos amorais comuns em quem é político e aos materialistas justiça é promover o grupelho, facção deles, é o dar adeus à ética e à moral, diga-se adeus à própria inteligência perdendo-se de vista uma noção metafísica de justiça, diga-se adeus ao compromisso de querer dar alguma melhorada no mundo. Então, para que ele quer ser político se não para lutar pela justiça e bem comum? Ele quer apenas ganhar dinheiro e ter a vaidade de um cargo?

 

A utopia persiste, porque o capital tem a sua cultura do descarte de que reclama o Papa Francisco, o descarte que vai padecer um dia um Abati, hoje ele é jovem, e tal qual todo político ou candidato vale-se de sua boa aparência e juventude para ganhar votos sobretudo das mulheres, que no Brasil são a maioria da população, e que como escravas que são conforme determinação de Deus no Éden, elas desejam os homens e são por eles dominadas. Ele é desejável, amanhã será um velho acabado e descreditado que é o que ocorre com Edmilson Rodrigues, atual prefeito da minha cidade com setenta por cento de desaprovação popular de seu governo ou desgoverno e é o que ocorre no mercado de popularidade e votos com Jair Messias Bolsonaro sendo substituído por Pablo Marçal.

 

Na falta da utopia resta a caça obsessiva aos votos dos eleitores, dos ignorantes já que é democracia, o desgoverno das turbas, então, qualquer Zé Mané é chamado a fazer valer a sua opinião em detrimento da verdadeira ciência e a responsabilidade. É o caso do estelionatário condenado Pablo Marçal que com sua popularidade gigante e de ser um homem riquíssimo, multimilionário, prefere querendo ser raposa esperta, acaba como uma pomba lesa ou como um cãozinho poodle de madame abanar o rabinho para Jair Bolsonaro que fala mal dele, e com razão dada a sua ficha corrida de delitos, indo como foi Marçal no último dia 7 de setembro de 2024 tentar entrar no trio elétrico de Bolsonaro e do bandido falso pastor Silas Malafaia e foi Marçal barrado vergonhosamente.


Porque um sujeito tipo Marçal tão popular e rico de dinheiro não trata de cuidar de sua carreira política por si mesmo bem longe de um medalhão como Jair Bolsonaro com tantos esqueletos no armário, os cadáveres de pelo menos 400 mil pessoas que ele matou durante a sindemia de Covid-19, porque não quis comprar vacinas? Porque falta utopia. Falta menos pressa para a direita chegar ao poder, análogo ao que a esquerda sempre fez que é de ter planos para muitas e muitas e muitas décadas à frente. Urge ter paciência, dizia o escritor alemão Goethe sempre citado por Olavo de Carvalho. Uma força política sem tradição que é o caso da direita ou que jogou fora a sua tradição que são as monarquias europeias com 1000 anos de lastro todas derrubadas e a Igreja Católica hoje substituída ou pelo liberalismo político e econômico ateus e a direita, pelo menos a atual brasileira, que preferiu a heresia protestante. A direita perde da esquerda, inclusive moralmente por não honrar o Rei e não honrar a Deus por largar a sua Santa Igreja, que realmente respeita a sua tradição que remonta pelo menos à Revolução Francesa de 1789 e depois foi turbinada por Karl Marx e Friedrich Engels no Manifesto do Partido Comunista de 1848 seguido das revoluções russa e chinesa.


Por mais insana que seja Marx e Engels compuseram a sua utupia, mas e a direita? Perdida a cruzada de evangelização católica, derrubados os reis europeus e no caso daqui do Brasil a monarquia era falsa, porque Dom Pedro I quando da independência maçônica e liberal do Brasil ele traiu o seu pai Dom João VI, a verdadeira linhagem dinástica é a portuguesa da qual o Brasil era para ser o seu súdito com o Brasil sendo um departamento ultramarino de Portugal, restou apenas a geringonça do pragmatismo liberal de Ítalo Abati, desertor dos ideais, sem qualquer relação com a realidade que só é possível com uma análise metafísica que está muito além de todo pragmatismo, insípido e que torna inviável no capital financeiro atual a existência humana com alguma sanidade mental incapaz de reproduzir-se na velocidade do dinheiro, hoje sem lastro no ouro desde a época de Richard Nixon, multiplicando-se na velocidade de números na tela de um computador.


A utopia persiste, porque tudo que foi supra escrito por mim é um grande mal e desvio do fim e bem de todas as coisas em especial no caso dos assuntos da pólis.

sexta-feira, 6 de setembro de 2024

A realidade (teratológica) da luta de classes

Autoria: João Emiliano Martins Neto


A luta de classes é real, é uma realidade teratológica, monstruosa, ninguém pode negar. Ninguém pode negar a inveja humana, o complexo de Édipo, ninguém pode negar na luta de classes, a macumba, feitiçaria, sortilégio de rebelar-se contra as legítimas autoridades como Deus, Jesus Cristo, o Papa e rebelar-se contra o pai e a mãe ou contra os professores e os patrões, contra o Rei, contra a polícia, legítimas autoridades.

quinta-feira, 5 de setembro de 2024

De gay e louco só os piores tem um pouco (peça teatral/esquete)

Autoria: João Emiliano Martins Neto

 

Ao serem abertas as cortinas do teatro o cenário é o banheiro do hospício onde está internado Marcos que é doente mental da mais alta gravidade, ele é maníaco-depressivo.

 

Ato I   


(Marcos que tem inclinação sodomítica olhando e pensando para um dos pacientes do hospício que nu para tomar banho, junto com ele e outros todos rapazes jovens a maioria e nus no banheiro do manicômio do hospital estatal, na hora aprazada pelos enfermeiros começa freneticamente o rapaz a masturbar-se e rir em pleno exercício do perfil de sua doença mental mais grave aparentemente do que a de Marcos) O pau deste cara é dos bem grandes.

 Fecham-se as cortinas.

 


Quando são abertas as cortinas o cenário é o quarto de Marcos.

 


Ato II

 

(Muitos anos depois Marcos pensativo sentado na cadeira de balanço de seu quarto em frente à uma tela de notebook conectada à internet) Que pau o daquele cara lá do manicômio, mas como eu faria sexo com ele tão doido do jeito que ele estava? Pela primeira vez na vida eu desejei uma mulher, aquela Jojo Todynho, aqueles ombros dela nus, que tesão eu senti, finalmente consegui enxergar como um homem à uma mulher, escamas caíram dos meus olhos, eu sempre via as mulheres como se eu fosse outra mulher comversando ou estando em meio à elas, às cegas, e ainda sou doente mental grave. Realmente de gay e louco só os piores tem um pouco.  



Fecham-se as cortinas.

terça-feira, 3 de setembro de 2024

Pablo Marçal contra Malu Mulher Mundana (Roda Viva)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 

 

Malu Mulher Mundana

Na entrevista de ontem, dia 02 de setembro do ano de 2024, de Pablo Marçal ao programa Roda Viva uma tal Malu Gaspar, jornalistazinha, que deveria ser jornalista do jornal Das Reich da Alemanha nazista ou do Pravda da União Soviética junto com Josias de Souza do UOL, ela mostrou-se, se não mentiu Marçal o estelionatário condenado por fraude bancária a aposentados e de novo condenado na Justiça Trabalhista por maus tratos a funcionários, Malu Mulher Mundana, mostrou-se bem mundana ao ser corrigida e ensinada pelo candidato a prefeito de São Paulo. Mundana, porque disse certa vez Olavo de Carvalho, o genial filósofo e outro estelionatário, que o que o mundo menos aceita é ser ensinado. Malu teria distorcido as palavras de Marçal, segundo ele, de que ele queria formar um partido político junto com Jair Messias Bolsonaro, a jornalistazinha escreveu que Marçal estaria "imaginando" em criar um tal partido com esse perfil, ela agora é advinha? Mundana esta mulher que deve ter feito laqueadura há muito tempo para fazer sexo com o marido sem perigo de gerar a vida e ou ela faz sexo adoidado com o marido usando camisinha há muito tempo para também não ser mãe, ambas condutas condenadas pela Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana fora da qual ABSOLUTAMENTE ninguém se salva.

segunda-feira, 2 de setembro de 2024

Na Praça da República de Belém do Pará (peça teatral/esquete)

Autoria: João Emiliano Martins Neto


Personagens:


Marcos: rapaz homossexual que busca sexo invertido fácil em local público, a Praça da República de Belém do Pará, capital do Estado do Pará.


Elder: rapaz com uma cara um tanto inocente que as vezes busca alguma aventura sexual com homens por dinheiro na Praça da República.


Abrem-se as cortinas. Marcos está sentado tomando a sua segunda pitchulinha de catuaba em um banco ao longo da Praça da República de Belém do Pará na avenida Assis de Vasconcelos. Já, já ele perderá a consciência e quando se dá conta está sendo penetrado dolorosamente pelo grande pênis de Elder. Marcos não aguenta de dor anal, levanta-se e diz Elder.


Ato I



Elder


Dá uma chupada... (Marcos pratica o sexo oral com gosto do lubrificante íntimo no pênis de Elder, lubrificante com o qual besuntara o seu ânus) Eu cobro.


Marcos


Então deixa. (Sai Marcos pela esquerda de um dos bancos do Parque João Coelho onde localiza-se a estátua republicana da Mariane)


Elder


(Desiste) Eu não vou cobrar nada, não.


Sob o efeito da bebida Marcos voltou ao Parque João Coelho outras vezes naquela madrugada e encontrou Elder mexendo em uma das janelas gradeadas, inexpugnáveis, do Teatro Experimental Waldemar Henrique.


Elder


Tu já vais? (Perguntou Elder para Marcos, sem resposta)

 


Fecham-se as cortinas.


Ato II



Abrem-se as cortinas. 

 


Tempos depois Marcos voltou no final de uma madrugada à Praça da República de Belém do Pará. Marcos vai entrando no Parque João Coelho pela pequena escadaria à leste.


Elder


Sem dizer nada Elder está sentado em um dos bancos do Parque João Coelho empinando e exibe o seu grande pênis cuja glande descoberta brilha à luz artificial e branca daquele local da Praça da República. (Sem dizer nada. Marcos dá meia volta e sai).

 

 

Fecham-se as cortinas.

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