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"Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." - João 3:16 ARA

Ícones de uma Igreja cristã reformada: de fato bíblica



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Da esquerda para a direita e de cima para baixo: Pedro Valdo (c. 1140-c. 1220), Martinho Lutero (1483-1546), João Calvino (1509-1564), John Knox (1514-1572), Charles Spurgeon (1834-1892), Martyn Lloyd Jones (1899-1981), Francis Schaeffer (1912-1984).

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quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Finados e a soberba papista

É impressionante como o católico não crê na suficiência e perfeição da vida e obra de Cristo Jesus para a salvação de sua Igreja. No final das contas para o papista católico quem é o salvador é o homem e não Deus. Pra que essa crendice em purificar-se, purgar-se pessoalmente? Isso é impossível ao homem, e só desperta-lhe a soberba. Por Cristo somos mais que vencedores, desde que a gente simplesmente e tão-somente creia, desde que a gente haja recebido o dom da fé que vem do Alto. Pois a justiça de Deus se manifesta no Evangelho, de fé em fé, isto é, fé do princípio ao fim, pois o justo viverá por fé (Romanos 1:17).


O católico papista, vive ou morre a cada instante em função da soberba são o Papa e vocês demais católicos do mundo todo, porque, como diz São Paulo, querendo ser sábios, tornam-se loucos. Achando-se teólogos, são apenas antropólogos, ficam a transitar em círculos, como o povo hebreu no deserto enchendo o saco de Moisés, durante quarenta anos. Minha teologia protestante está bem exata, não há outro nome debaixo do céu pelo qual possamos ser salvos, a não ser Cristo Jesus, como diz o livro dos Atos.



Sola fide! Solus Christus! Soli Deo gloria!

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Um Destino cruel...

Eis, acima, um justo destino para os seguidores do PT!

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Artigo 8 - A eficácia da morte de Cristo

Este foi o soberano conselho, a vontade graciosa e o propósito de Deus, o Pai, que a eficácia vivificante e salvífica da preciosa morte de seu Filho fosse estendida a todos os eleitos. Daria somente a eles a justificação pela fé e, por conseguinte, os traria infalivelmente à salvação. Isto quer dizer que foi da vontade de Deus que Cristo, por meio do seu sangue na cruz (pelo qual ele confirmou a nova aliança), redimisse efetivamente, de todos os povos, tribos, línguas e nações, todos aqueles, e somente aqueles, que foram escolhidos desde a eternidade para serem salvos e lhe foram dados pelo Pai. Deus quis que Cristo lhes desse a fé, que ele mesmo lhes conquistou com sua morte, com outro dons salvíficos do Espírito Santo. Deus quis também que Cristo os purificasse de todos os pecados por meio do seu sangue, tanto do pecado original como dos pecados atuais, que foram cometidos antes e depois de receberem a fé. E que Cristo os guardasse fielmente até o fim e, finalmente, os fizesse comparecer perante o Pai em glória, sem mácula, nem ruga (Efésios 5:27).

"Cânones de Dort", 2º Capítulo da Doutrina: A Morte de Cristo e a Redenção por meio dela.