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terça-feira, 9 de maio de 2017

Fé • Luiz Felipe Pondé

O pão de mel cósmico, exemplo jocoso do vagabundo intelectual que é o ateu, é um tipo da imanência em que vive o ateu em sua idolatria aos seus brinquedinhos mundanos como no caso do sexo, da bebida, da ciência com o orgulho dos sábios segundo este mundo acerca de suas descobertas fragmentárias de como funciona o mundo material. Ateu é um bicho que não deve ser levado a sério, a não ser como o sintoma de uma doença moral e psicológica.

O pão de mel cósmico na nebulosa do cavalo ou o monstro do espaguete ou fadas, enfim, esses tipos de representações que os ateus, como sempre sem muita reflexão, dão de Deus, são risíveis. Deus, algo como Deus, o Absoluto, transcendente, para além da linguagem e de representações em imagens de escultura, vai muito além à toda essa palhaçada que estes vagabundos intelectuais que são os ateus fazem representar a Deus para desprezá-lo, em um flagrante complexo de Édipo.

Não penetrar no mistério, não abstrair, o desprezo pela metafísica, é o desprezo e a descrença na verdade, enfim, eis a confusão dos diabos em que se envolvem os ateus, os que desprezam a religião e a fé.



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