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sexta-feira, 15 de maio de 2026

Uma dialética da retidão

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




A dialética de
minha filosofia do espiritualismo meta-histórico e dialético platônico e agostiniano começa pela dialética platônica na qual chega-se por meio da razão do jeito fulgurante tão próprio a Platão à contemplação das ideias, os modelos de tudo o que há em seus gêneros e espécies e tais ideias, modelos, estão em Deus e não em u'a alma preexistente ao corpo, já em um platonismo que desceu ao batistério. O diálogo da alma com ela mesma como Platão conceituava a filosofia dá-se por intermédio e culminação na ideia dos graus de perfeição em Deus, a ideia do Bem em Platão em termos cristãos e agostinianos, já desaguando em uma dialética agostiniana no encalço da terceira navegação rumo a Jesus Cristo que dá consistência a tudo, assim escreveu São Paulo Apóstolo. 




Em tudo isso há uma dialética da retidão em minha filosofia onde a alma dialogando com ela mesma tem por modelo o Bem, Deus, em Jesus Cristo que torna reta a alma dando-lhe uma substância, pois Jesus Cristo, é o que subsiste e sustenta todos os seres, a verdadeira ontologia que permite a vida refletida para além da sensibilidade. Ao longo da história da dialética chegando à falsa superação (Aufhebung) do sofisma do sofista que foi Hegel, ele se tornaria o último filósofo ou realmente o ideólogo do Estado prussiano em uma tecnocracia mais tarde positivista de Auguste Comte tornando o homem medíocre com sua alma vendida a uma política pública, a ter um iPhone, a ter uma bolsa-farelo governamental e ó horror para homens com perfeita saúdes mental e física, suprema injustiça.

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