O doce fazer nada é o contemplar a si mesmo na busca inadiável pelo sentido da vida e vou mais além, na busca do sentido do real, em sentido filosófico, concretamente através da busca de sentido de sua própria vida, se há ou não tal sentido na própria concretude do que se vive se o homem ainda é alguma coisa de importante, e logo se o homem é imagem e semelhança do Ser por excelência e subsistente Ser que é Deus.
#Literatura: A ponte sobre o Drina, de Ivo Andric (2)
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Uma obra-prima que é um curso de História, Geografia, Sociologia, mas acima
de tudo, uma leitura prazerosa em centenas de páginas
Há 11 horas