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O que um filósofo estuda? | Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho   " Um filósofo não estuda autores e textos. Estuda problemas, estuda a realidade, estuda a existência e seus enigmas...

terça-feira, 31 de março de 2026

O VERDADEIRO filósofo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






O VERDADEIRO filósofo é aquele que busca ver a verdade e ensina a ver a verdade aos seus discípulos e apóstolos. Ou a verdade é vista por quem a busca ou ela degringola em uma representacional erística, ganhar um debate sem ter razão que é algo incomensuravelmente abaixo do real.




Ou a verdade é vista por quem a busca ou o sujeito é apenas quando uma besta e ou é um charlatão cabo eleitoral de um candidato a tiranete esquerdista como aquele filosofastro aviãozinho no narcotráfico, a besta pragmatista das narrativas Pau na Bundadelli. Quem assim o buscar ENXERGAR o real e assim prometer ser, prometer ser real será ABSOLUTAMENTE o VERDADEIRO filósofo que é o filósofo gnóstico segundo o conhecimento por presença do gloriosíssimo mestre Olavo de Carvalho junto com um René Guénon e Fritjof Schuon. Olavo de Carvalho que é maior do que Sócrates, Platão, Aristóteles, a escolástica inteira com seus rótulos categoriais, mundo das ideias mentalistas, diminutos e balbuciantes raciocínios junto com a humana pequena razão, logicismos formalistas, pensamentos que estão infinitamente abaixo do real, do ser, que compreende o próprio Deus que habita em luz inacessível segundo o Apóstolo (São Paulo).

domingo, 29 de março de 2026

A VERDADE sobre a Filosofia

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






A VERDADE sobre a Filosofia é o que eu defino como Filosofia como uma perspectiva ou dizendo diretamente o sol que faz as pálidas perspectivas lunar e estrelares empalidecerem. É o olho do sol de minha filosofia campeã, verdadeiro amor à sabedoria, que é o espiritualismo meta-histórico ou cristianismo gnóstico tendo a Jesus Cristo como fim, fundamento e chave da história e cristianismo gnóstico, porque baseado na filosofia do conhecimento por presença de meu gloriosíssimo mestre gnóstico extremado Olavo de Carvalho.




Mas há uma mula no meio do caminho que é a filodoxia moderna. A mula maldita, herdeira do erro da busca representacional da verdade, uma fantasmagoria descritivista que vai desde a Antiguidade até o advento do sol presencional gnóstico de Olavo de Carvalho que corrigiu a porra toda mostrando a de fato presença rude de um ânus arrombado de um Pau na Bundadelli (Paulo  Ghiraldelli Júnior) deflorado pela piroca de um Josef Stálin dado o sujeitinho absoluto do interior do Estado brasileiro de São Paulo dizer-se esquerdista a vida inteira. Tal mula é o sujeito absoluto moderno, o total desconhecimento de si, que tem o seu abismo na distância que ele como um tal senhorzinho tirânico coloca-se acima de tudo e inclusive de si mesmo não enxergando-se como também um objeto. Ele vê-se com uma distância olímpica do objeto que nem o próprio Deus coloca-se, visto que o próprio Deus até às mais realmente desprezíveis criaturas deu-lhes algum bem nem que seja a fome que há de ser saciada para larvas de vermes intra-intestinais de mamíferos.





É uma forma de inexistência o sujeito absoluto de Immanuel Kant, o anão disforme de Königsberg, se a coisa em si é incognoscível dada à jaula lógica cognoscente humana armada por aquele maldito germânico nanico. A presença, o conhecimento por presença de autoria de Olavo de Carvalho, responde a isso com uma superação do dualismo sujeito e objeto, segundo eu entendo, a exemplo da apreciada por Olavo ideia de subjetividade de Edmund Husserl em sua fenomenologia fazendo-se voltar às coisas mesmas que o mundo externo por si dispersa, objetividade há na subjetividade fenomenológica, onde o homem pode ser o seu tirano por meio da técnica, do trabalho como se o mundo precisasse ser recriado por outros mais seis dias, agora da recriação causando a devastação, por exemplo, com um vírus chinês sendo espalhado mundo afora pelo capitalismo predatório chinês. É o sujeito absoluto que quer ser um tal senhor que nem o Deus Senhor o é, visto que Ele limita--se a fazer o bem sendo o que é realmente o mal e praticá-lo é uma patética impotência e uma noção equivocada de liberdade ou liberalismo moderno.

domingo, 22 de março de 2026

De novo as imbeCIS (melhorando o raciocínio)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






De novo as imbeCIS, porque vendo sensatamente a teoria de gênero as realmente imbeCIS querem confundir o ser humano com cadelas latindo que elas forçam em ser ou a gatas, morcegas ou outro mamífero. Mulher e homem têm lá o seu lastro biológico, mas é muito uma performance tanto o é assim que os dementes pais e mães de pets colocam lacinhos cor-de-rosa em cadelas, humanizam-nas, o que para tais seres baixos pouco importa, pois que o que importa a cadelas, gatas, morcegas é parir e para as fêmeas da espécie humana seria o mesmo?




Mas não é assim nem para o extremo reacionarismo de um São Paulo Apóstolo Diviníssimo, pois ele cobrou das filhas de Eva além delas parirem, que tenham fé e busquem a santificação, o que são itens que partem de Deus com a colaboração HUMANA por exemplo por meio do gnosticismo para não acabarem doidas na fé cega fideísta. Tudo isso é alheio às bestas, aos pets, seres a que as bestas imbeCIS querem reduzir o ser humano, pessoas machos ou fêmeas, os quais, respectivamente, não gestam ou gestam.

sábado, 21 de março de 2026

As Marcas do Amor Maior (conto cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





- Crê meu amigo. Só te digo isso, crê, pois somente a fé (sola fide) vai te salvar! Eu posso garantir para ti que as obras são consequência da fé e que é maldito o que se faz sem fé, aprendi isto, aliás, de um papista do Centro Dom Bosco criticando aquele padreco petista. - Assim pregava na rua um pastor luterano.




- Amém! Amém! - Gritava a plebe.




- Ô, glória, pastor! Eu que ficava cobrando do meu filho idealismo de ser machão, machão, não sei o quê e ele é gay, é incapaz. Obrigado por suas palavras. - Com um sorriso de ponta-a-ponta no rosto uma senhorinha aproximou-se do pastor com flores para dar a ele.




Um filósofo, porém, aproximou-se do pastor e disse-lhe:




- Pastor, o senhor é muito conhecido nesta cidade de Z., moro em um bairro distante chamado de bairro de B. e noto em vossas palavras um certo descompasso com a verdade do ser que nós, filósofos, buscamos descobri-la e dizê-la, pois que o amor deixa marcas como os cravos que furaram as palmas das mãos, as marcas do amor maior do Cristo, segundo a crença rotineira, pré-gnosis, cristã popular em sua crucificacão. O amor, as obras boas, é fruto da raiz que é a fé que é a raiz da justificação, segundo os papistas, só sendo superior à fé a visão gnóstica de que o que é o divino não pode mentir e nem enganar-se, pois não é meramente humano.




- Bem - Redarguiu o luterano eclesiástico - eu sou luterano, sou um dissidente mais velho da Igreja Católica - E olhando triste para o horizonte olímpico crepuscular escarlate, continuou -  E em nossa reforma do século XVI com o nosso mestre gloriosíssimo Martinho Lutero não enfatizamos até hoje o moralismo, pois simul justus et peccator temos só a fé ainda que pequemos com força sempre chamando o pecado de pecado, sem perversidade, doideira. A verdade do nosso ser de homem é o de sermos pecadores. Nossas marcas humanas são de nossa aversão maior à verdade de que encerrou o nosso Kant luterano ilustre. Esse moralismo - O pastor olhou penetrante nos olhos do filósofo e endireitando a sua estola sacerdotal da cor do Tempo da Quaresma onde caíam-lhe os seus cabelos longos e louros de caucasiano com seus olhos bem destacadamente azuis celestes harmonicamente grandes em um rosto belíssimo, no vigor de seus trinta e um anos de idade adônico, e redondo com uma pele alva e um tanto avermelhada, concluiu -  Só para dar poder total e sem nenhum pudor como assumiu para mim querer isso olhando nos meus olhos um bandido, psicopata como aquele Samuel Câmara, neopentecostista.



Despediu-se com um até logo ao pastor o filósofo já um senhorzinho asiático com seus setenta e sete anos de idade com aquela tez nipônica de um amarelo saudabilíssimo e com olhos do extremo-oriente que sorriam-lhe com a alma bonachona e em um aperto de mãos mútuo retirou-se abotoando o seu paletó azul com gravata branca.

Uma lupa no estereótipo

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Com uma lupa no estereótipo nesta questão de gênero levantada na eleição da ou do deputado (a) Érika Hilton para a Presidência da tal Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados do Parlamento desta Republiqueta de apedeutas satisfeitos nota-se que em parte o homem e a mulher, macho e fêmea da espécie humana, é na verdade tal lugar-comum o genótipo e fenótipo. A questão de ser homem ou mulher, humanamente macho e fêmea é cultural, é uma performance, pois os mais completos retardados mentais pais e mães de pets colocam até laços e gravatas em cães machos e fêmeas. Mas a coisa é também biológica: genotípica e fenotípica ou obtém-se por hormônios uma transição de gênero, jamais fenótipo-genotípica, é evidente.




Um homem de verdade (homem no convencional), macho da espécie humana pode fecundar uma fêmea verdadeira, a verdadeira mulher (a convenção de mulher) que pelo menos potencialmente gesta e menstrua são tais atividades o de fato estereótipo, o clichê, a mesmice até a rotina mais banal familiar, ginecológica e urológica, porque baseados na biologia comum nos seres humanos, nos demais mamíferos incomensuravelmente abaixo do homem e comum nos galináceos e também nos jumentos animais e seres humanos, as imbeCIS de direita brasileira, enferma pelo bolsonarismo e pelo MBL doenças infantis do atual reacionarismo brasileiro, que agora estão adotando oportunista que o é o lugar-de-fala esquerdopata.

quinta-feira, 19 de março de 2026

Sim, a Santíssima Inquisição

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




Acabei de chamar a Santa Inquisição de Santíssima Inquisição em um comentário no Facebook na página oficial deste idiota aqui: Helkein Filosofia, que certamente não foi - desgraçado dele - aluno de Olavo de Carvalho, o gloriosíssimo mestre gnóstico do bem (gnóstico tradicionalista). Porque, realmente, é santíssimo algo que faz queimar, em um auto de fé em praça pública para servir de lição à baixa patuleia, os livrecos de Immanuel Kant, o principal deles: Kritik der Rainer Vernunft, onde o anão disforme de Königsberg ignorou que uma pedrada bem dada em sua cabeça ôca revelaria a coisa em si bem dura de uma pedra chocando-se e rachando o seu crânio que encimava o seu corpo monstruoso e mandar-lo-ia para o quinto dos infernos o mais rápido possível, para a maior glória de Deus, para o triunfo da Igreja Romana, para alívio das almas do purgatório e alívio da humanidade.

Érika Hilton super-mulher

Autoria: João Emiliano Martins Neto 






Érika Hilton é a super-mulher, o resto é o estereótipo de mulher, a chamada fêmea da espécie humana, que gesta, amamenta, menstrua nem que seja potencialmente. Não tem cabeça, como diz São Paulo Apóstolo, cuja cabeça é o marido, por isso mulher, fêmea, é naturalmente interrompida pelos homens seus mestres: man-interrupiting.




Érika Hilton sendo mais um macho da espécie, contudo com sua peculiaridade, encarna, sim, com seus belos cabelos de loura-burra, roupas certamente que de haute cousture, maquiagem, unhas o que caracteriza u'a mulher, porque o macho cis da espécie, incluindo Érika Hilton mesmo sendo trans, é mais visual como uma super-mulher não vai se cuidar? Ninguém aguenta uma Márcia ou Iracema da vida corcunda, velha, ressentida bolsonarista da vida e morte severina pobre de direita camelô de rua, que se acha só porque tem buceta e para piorar tem inveja dos invertidos, homens gays inclusive, mais jovens e belos do que ela.

quarta-feira, 18 de março de 2026

As imbeCIS

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




Estas mulheres de verdade são imbeCIS (grifo dele, Érika Hilton), de fato. Reclamam da "mulher" carnavalesca Hilton, "mulher" cultural, constructo social, homem fantasiado belíssimamente de mulher, então, deixem seus empregos, estudos, direito ao voto e vão ser mulheres a sério, sem Carnaval, sem excesso de cachaça e com mais oração e vão ser mães em suas casas, ó imbeCIS.

terça-feira, 17 de março de 2026

Érika Hilton

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Érika Hilton é uma comédia involuntária e ela tem razão, involuntariamente. As tais mulheres revoltadas com seu papel coadjuvante de mães, "pessoas que gestam", diria Hilton no sentido doido de gênero, quiseram sair de casa para votar, trabalhar, estudar, então, agora aguentem ser a tal de "mulher" um mero papel social, sociológico, ambíguo, cambiante, volúvel, histórico, epidérmico ao ponto de um macho da espécie humana, um homem, Érika Hilton, dizer-se mulher só porque fantasiou-se de mulher com cabelo de loura-burra, sapato alto, maquiagem, roupa de haute cousture para os ricos e prêt-à-porter para os pobres. 




Mulheres de verdade, vão se foder, sinceramente, e agora não venham com esta hipocrisia de na Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados de repente depois de décadas de feitiçaria feministóide com uma pauta sobre amamentação, por exemplo, própria de vocês fêmeas, quererem assim de súbito bancar as amélias, porque esse papel já de há muito vocês renegaram e ai de quem mandasse vocês para a cozinha, as senhôras sentir-se-iam profundamente ofendidas.




E outra, Érika Hilton é um travesti de altíssimo padrão, belíssimo, elegantérrimo, por mais falsária, postiça, absolutamente desnecessária que seja a sua situação carnavalesca, vocês quando muito portam bucetas, o que é uma coisa excelentíssima e fundamental de onde podem sair o que é o MAIS importante: santos; e também filósofos de peso gloriosos como o meu mestre Olavo de Carvalho; cientistas; generais. Mas muitas vezes vocês são mulheres descuidadas, com cabelos ressequidos, "ultrapassados", diria Hilton de Júlia Zanatta, encimados com coroas de flores nazistóides, o caso da mencionada, em pleno Parlamento em Brasília.

sábado, 14 de março de 2026

Carta fictícia ao Brasil | Vá tomar no teu cu, Brasil!

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Vá tomar no teu cu, Brasil! Eu não tenho culpa de tua situação de riso histérico de nervoso até aos teus acessos de fúria homofóbica e transfóbica diante da decadência brasileira e do mundo causada por essas coisas e outras doidas, pois sempre fostes relapso quanto a um de teus alicerces, junto com a língua pátria e não gostas de ler, que é a religião verdadeira, a única verdadeira de todo este mundinho maldito, que é a católica apostólica romana. Sempre foste católico não praticante, o que é patético, tu não mereces uma só lágrima, pois é muita cachaça e pouca oração já diria até jocosamente o Santíssimo Francisco.






Eu sou - Deus sempre permita e me guarde - um católico apostólico romano realmente praticante, de coração com castidade e tudo, ai de mim, Deus permita-me casto, puro em angelitude. Eu apenas brinco contigo que sou gay e eu sou mesmo mas com bom humor mesmo na minha dor, tu brincas comigo com teu riso não raro de nervoso, apavorado oscilando à tua fúria de gente que além de ser apedeuta nunca mais ou nunca soube o que é se confessar a um padre.




Então, Brasil, vá tomar no teu respectivo cu verde-e-amarelo papamaco, mistura de símio (macaquito) com papagaio, e não me encha o saco, realmente não devo nada a ti! Eu sigo rezando o meu Santo Rosário.

sexta-feira, 13 de março de 2026

Ao Frei R. (carta fictícia)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Caro Frei R., meu Pai, ontem eu dizia ao senhor sobre uma postagem de Olavo de Carvalho, outro que considero um Pai meu e dos principais, senão o principal, apesar de hoje Roma ter se livrado do autoritarismo imperial e medieval e ser no bom sentido mais moderna, porque aberta à gnose libertadora das garras dos meios mundanos de apreensão do real que desagua em Deus. Padre, ele é meu único professor depois de vocês. Em uma rede social na qual ele diz do pensamento de Deus sobre os homens por meio dos milagres contrapondo-se ao feitiço do pensamento dos homens por meio da straight-jack lógica da doutrinarice. Ele dizia dos milagres eucarísticos que transcendem doutrinas, as categorias, rótulos mentais aos quais se apegam com fúria este mundo maldito, perdido, segundo a gnose esplendorosa seguida por esse meu professor. Meu Pai, o que há de mais desafiador à vaidade mundana intelectualista do que dizer sub contraria specie? Isto é, de uma injustiça tão horrível cometida por Pôncio Pilatos que lavou as mãos para livrar a própria cara diante de Satanás assentado em seu trono usurpador na pessoa de Tibério César. De uma tal injustiça veio por meio da fé a justiça a nós homens justificação (dikaiosyne), algo tão próprio do cristianismo que torna pobres pecadores em santos onde eu concordo com os protestantes que descabelando este mundo tão terrivelmente vanglorioso por suas obras e nisso a sinergia católica tem lá a sua culpa. Concordo com os protestantes ao questionarem este mundo e os sofistas escolásticos da época da decadência anti-gnóstica medieval, concordo com a ideia cristã sub contraria specie pelo menos na realmente existencial testemunha do evangelho que foi Martinho Lutero segundo o Santíssimo Francisco, sem o evanjeguismo neopentecostal hodierno de um bandido psicopata Samuel Câmara que quer somente o poder como ele confessou para mim olhando nos meus olhos manipulando categorias misognósticas lamentáveis como as moralistóides e sentimentalóides manipuladoras do espírito humano para que ele não encare a realidade. 




Dileto Pai, Frei R., o que há de maior do que os milagres, segundo o meu Pai Olavo de Carvalho, que é o que Deus diz para nós dos pequenos aos maiores milagres como os eucarísticos, somados aos milagres de sacramentais a exemplo do simples sinal-da--cruz, o exorcismo, a Medalha Milagrosa, os crucifixos, mais ainda aos milagres que podemos fazer maiores dos que os quais o próprio Senhor fez - promessa Dele - aos que crerem poderão sem apegos a crendices categoriais mundanas como as moralistóides e sentimentalóides ou racionais?




Meu Pai querido, que não me contamine este mundo maldito de vanglória, falatório, rótulos, mensurado de forma indigente por homens que não curam uma espinha nas nádegas. Reze por mim, rezarei pelo senhor e que Deus o mais rápido possível coloque o demônio debaixo de nossos pés e com os castigos merecidos puna aqueles que o servem até mesmo com deboche e que ai de nós não sejamos nós a conhecer a ira divina vinda do alto céu aos que detém a verdade pela injustiça.



De Belém do Pará em 13 de março de 2026.



Vosso irmão em Cristo,
João Emiliano Martins Neto.

quinta-feira, 12 de março de 2026

Olhar gnóstico?

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Será que foi mesmo um olhar gnóstico sobre a Santíssima Trindade que eu fizera na minha postagem imediatamente passada ou foi um brevíssimo exercício filosófico? O que de especificamente gnóstico havia ali? O cristianismo onde encontra-se a Trindade presta-se à gnose? Parece tudo muito prêt-à-porter no cristianismo, apesar da complexidade icônica de basílicas e catedrais como a gótica pelo mundo só para ficar em uma "pegada" mais estética. A sophia, o Eterno Feminino buscado na gnosis, pelo menos segundo eu venho aprendendo sobre gnosis com o Caraio Rossi, como tal complexidade basilical e catedral bem que cabe à Bem-aventurada sempre Virgem Maria sem ela ser deusa no cristianismo mesmo que sendo chamada de Divina Maria como Santo Tomás de Aquino é o Divino Tomás junto com os demais santos partícipes místicos da natureza divina.




Bom, em minha postagem passada nem usei o termo grego homousios niceno de Cristo ser da mesma substância do Pai. Como um conhecimento direto da Trindade pode dar-se em pessoas divinas trinitárias distintas e livres? Parecem ser três deuses, mas unidos pela mesma natureza o que torna-Os um só e único Deus, mas ainda assim tripartidos. Como enxergar isso para além da dominância racionalista e ou empiricista de descrições? A gnose esplêndida busca a visão. Enfim, como conhecer a Santíssima Trindade mais do que "pensá-las" segundo a decadence kantiene do maldito evanjegue protestante anão disforme de Königsberg atravessador desgraçado no "mercado" do humano entendimento?

quarta-feira, 11 de março de 2026

Um olhar gnóstico sobre a Trindade

Autoria: João Emiliano Martins Neto 




Eu soube de detratores como Caraio Rossi (Caio Rossi) e os irmãos Veadascos (Jorge e Carlos Velasco), zelite que é ralé dolosamente muito abaixo do Seu Zé da esquina, do blog Punheteu Liberto (Prometheo Liberto) que Rama Coosmarawamy dizia que o dogma da Trindade seria uma dificuldade no cristianismo para a gnose, termo guarda-chuva, para fenômenos como o perenialismo, a Tradição Primordial, a metafísica no sentido guenoniano.




O Pai, a vontade divina, gerou desde toda a eternidade o Filho, a sabedoria, o Logos divino, Ele não o criou, segundo reza-se no Credum niceno-constantinopolitano. Porque há uma inteligência, sabedoria, separada de uma vontade que a ponha em ação para buscar simplesmente pensar e por fim contemplar e na prática se for o caso e com os meios agir e Deus pode tudo que for o bem? A menos que o pensar e contemplar da sabedoria seja algo afeminado, gay, doentio, como diz o Víctor Victorelli que diz que pensar é gay, Pai e Filho: vontade e Logos divino seriam inseparáveis. O Espírito Santo é o Espírito de Cristo é a mente de Cristo que encabeça Ele, o Cristo, o corpus mysticum - que são exclusivamente os santos para a crença cristã decadente anti-gnóstica medieval - de Cristo gestado hoje na ordem da graça pela Bem-aventurada sempre Virgem Maria, antes hoje na ordem da graça fecundada pelo Seu divino Esposo, o mesmo Espírito Santo para a geração de tal corpus com a sua cabeça.




Eu acho que um olhar gnóstico para a Trindade Santa pode ser desse jeito supra demonstrado. Espero ter dado alguma contribuição destoando da estreiteza de uma elite que é ralé como os caraios e os boiolascos incapazes de guiar uma ralé de pobrezinhos cristãozinhos, a canalha da rua no limite do excesso de merda na cabeça e desorientação geral de brasileiros noticiada no Jornal Nacional.

terça-feira, 3 de março de 2026

Itinerário da destruição: um marginal complicado (conto cristão)

Autoria: João Emiliano Martins Neto 





Samuel Câmara estava folheando uns rascunhos seus sobre as vidas de sua clientela na sua seita ou a fornecedora de dinheiro que alegadamente ele lava para a sua talvez off-shore em algum paraíso fiscal, aquela paupérrima concorrente da Roma Sagrada, a tal Assembleia de Deus de Belém do Pará.




- Completos idiotas. Ha ha ha!



Ele passava uma vista d'olhos na papelada como quem conta batatas, mas que causaria espécie para uma pessoa que não fosse um psicopata como ele aquelas affaire das dores humanas sacudidas pela pressa dos dias atuais.



- Idiotas, idiotas, idiotas e mais idiotas. Cafonas, pobres, feios, enfim, protestantes... Os católicos pelo menos são mais inteligentes e têm estilo. Ha ha ha!



Entra Rebekah Câmara, estrábica com cara de demente e cabelo tingido de palha de milho, a esposa de Samuel Câmara:



- Marcelo Campelo foi discreto no Instagram ao criticar o seu aluguel do Centenário Centro de Convenções. O que o psiquiatra disse para você, Samuel, sobre o medo?



De repente o contador de batatas percebeu-as quentes, a remembrança do medo sentido por um psicopata como ele. 



- Sim... Eu sou complicado quando sinto medo. Ninguém me entende. Ninguém me entende. Ninguém me entende. - Ele tremia - O desprezo é grande a nós, psicopatas.



Samuel Câmara, o suspeito de ser um marginal comum para a Polícia Federal torna-se vulnerável, o medo, é a ferida na terrível pedra de gelo psicopatológica.



- Marcelo Campelo era meu chegado. Aquele doido do passado que me xingou, escapou-me pela mão.



Em algum lugar de Belém do Pará.



- Aquele marginal é complicado. - Diz a esposa, uma moça gorda e loura com aspecto de bonachona, de Marcelo Campelo ao marido.



- Eu rompi com o Samuel Câmara, eu disse para aquele jornalista. - Comentou Marcelo Campelo um rapaz obeso e muito dedicado, apesar do protestantismo em si, um tipo de sussurro aos hoi sophoi de uma sophia da famigerada gnosis por meio fiduciário? - Quero distância dele. - Concluiu ele.



Em uma clínica psiquiátrica em algum outro lugar de Belém do Pará.



- Para mim esse Samuel Câmara tinha que acabar em um manicômio judiciário. O sujeito é perigoso, tem o destino de muitos em suas garras. Eu soube que ele grita e trata mal os seus subordinados, é o medo transformando em gelo em quebradiças escamas do bloco de gelo da psicopatologia. Eu percebo, ele imita os melhores sentimentos como quem recita os versos de uma canção sem nunca ter ouvido a canção. Ele não me engana. Deus queira que nenhum zumbi psicopatológico nunca me engane. Aquele marginal Samuel Câmara é complicado para os leigos. - Disse em um gravador de áudio no celular com ar de galã e grisalho, o psiquiatra de Samuel Câmara.



Em um casebre de madeira no bairro da Terra Firme (Montese) de Belém do Pará. 



- Porco ateu! Tu bebes na tua adega em teu apartamento luxuoso como o teu irmão falsário, Silas Câmara, que tu vives às custas dos idiotas que te sustentam! Rezar nunca rezas! - Vociferava a entidade demoníaca em um exorcismo feito por Samuel Câmara. As pessoas ao redor "oravam" com fervor, mãos espalmadas como é o costume sui generis pentecostal protestante.



Samuel Câmara pensava: "Maldição esta coisa de demônio, exorcismo, a entidade diz toda a verdade a meu respeito. Filha da puta."



- Off-shore! Off-shore! Tu beijaste a minha bunda no Panamá com o dinheiro lavado do tráfico de drogas e das milícias, Samuel! Berrava o demônio com a língua para fora. A janela esverdeada de madeira do aposento sacudia.



- Cale-se, e saia em nome de Jesus! - Gritara ele não por devoção religiosa alguma, mas porque  naquele instante de exorcismo, sentia o medo das verdades que o demônio pronunciava.



As mulheres "orando" no exíguo quarto do rapaz possesso permaneciam de olhos fechados parecendo não crer em nenhuma das palavras do demônio como Ana mulher de Elcana seus lábios mexiam-se dizendo:



- Em nome de Jesus! Em nome de Jesus! ... ...



- Samuel Câmara, marginal, tarado, maldito, porco ateu, comunista, capitalista selvagem, herege! Tu és um marginal complicado só para quem não é psicopata como tu! - Soltando um agudo grito a entidade diabólica saiu do jovem.



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