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Χριστός λυτρωτής (Cristo, o Salvador)

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"Com efeito, de tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna." - São João 3:16 (Bíblia Ave-Maria)

Nossa Senhora, a Divina Maria, a Filha humana de Deus por excelência!

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Principia sapientiae: Lentes platônico-cristãs

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Triunfo de Vênus, pura poesia plástica do Renascimento.

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Vênus ou Afrodite, respectivamente, para romanos e gregos, nascendo de uma madrepérola em plena selva amazônica legal, brasileira, de minha cidade de Belém, a capital do Estado do Pará, em uma magnífica escultura no decadente logradouro público de minha referida cidade, na borda do mundo, na Praça da República.

Principia Sapientiae: a Filosofia como mãe e mestra

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"Um filósofo é um intercessor, é um sacerdote. Um filósofo é o anfitrião da verdade digna e acessível aos homens." (João Emiliano Martins Neto)


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Principia Sapientiae: Vamos filosofar? Viva a Filosofia!



Assistam ao meu vídeo, supra, em que faço um convite a você, caro leitor, à Filosofia. Meu convite a você leitor que saiamos da Matrix que é a mesmice, o banal do cotidiano e do senso comum tornados como algo muito ruins quando absolutamente inconscientes acerca de suas naturezas intrínsecas.

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Exodus meum: Por que sou ex-gay?

É preciso em apreço à virtude da humildade reconhecer-nos um nada, ademais amarmos nossa miséria e em tudo perceber-nos dependentes, dependentes da graça de Deus. Tudo que temos e somos veio de Deus, veio do Pai das luzes por intermédio da gloriosa graça e poder maravilhosos de Deus. Humildes e com agudo olhar realista reconheçamos simplesmente o que somos, isto é, criaturas frágeis. Fujamos, pois, da soberba tão típica de certos pecados e misérias, meros gostinhos e maluquices humanas como o homossexualismo ou como o vício da bebedeira que não raramente iludi-nos a não assumirmos que estamos fazendo algo que é dado como errado ao nos deleitarmo-nos sobre os mesmos. Muitas vezes, coisa doida de se notar, vemos uma pessoa totalmente ébria dizer que nada bebeu! Inconsciência total!



Sem dúvida que certos pecados como os supracitados pela como que sanha tenaz que são impostos pelos homens ao mundo, em destaque o caso da homossexualidade, por causa da ambição mesma do homossexual, quando empedernido em suas práticas obscuras, no que é considerado como erro, essa pessoa pretende projetar no mundo real, o seu mundinho individualista e subjetivista arbitrário e às avessas. Tal vasta ambição é o reino do capeta, do diabo, querendo impor-se neste mundo. O diabo não podendo ser Deus, pois Deus é um só, quer usurpar-Lhe a governança divina, calcado em um mundo forjado por sua mente maligna, obscura, um mundo totalmente postiço.

Dito tudo isso, decidi-me por abandonar a homossexualidade, ainda que sofrendo tentações terríveis como a da humilhação por minha miserável condição viciada e distorcida por minhas preferências homossexuais torpes. O caso é que a Palavra de Deus, que é a revelação especial, somado ao equívoco e alucinação contra a chamada lei natural, obscurecendo a luz da razão natural que preside o humano conhecimento filosófico, em face dos quais o homossexualismo no-los contraria, pois tal lei aplicada sobretudo ao homem diz que o homem mais que os animais colabora com a atividade criadora divina ao gerar filhos fruto de sua união com seu cônjuge no sagrado sacramento do matrimônio indissolúvel aonde o homem é chamado de como Cristo dar a sua vida por sua esposa que prefigura a Igreja. Mas ampliando o sentido de lei natural é claro que poderia incluir, parece-me evidente, que do ânus de um macho não podem nascer bebês e o sexo tem como fim a reprodução, é claríssimo, como os olhos servem ao sentido da visão. Também, parece-me evidente, que a fungada em um pescoço perfumado feminino e sem barba e o apalpar as pernas lisinhas de uma dama podem ser belos atrativos para alguém tentar a boa e velha heterossexualidade. Então, por tais tremendos, arrasadores e absolutamente definitivos motivos decidi-me por abandonar a homossexualidade.

Ninguém precisa após livrar-se de um crime, erro ou hábito funesto que por azar haja adquirido na vida, sair por aí humilhando e esmagando os que ainda estão nas trevas do pecado, pois os mesmos são como os escravos da caverna platônica, não raro como no caso dos escravos ilustrados no Livro VII d'A República de Platão, e que é o que acontece no homossexualismo, desde que nasceram encontram-se em tais trevas, contemplando sombras das coisas e não as coisas mesmas, manietados de tal forma que não conseguem olhar nem para os lados, como ilustra Platão, ou seja, não conseguem ter uma visão dialética, do todo e católica do mundo. Quem já se livrou, com a graça de Deus, de tal cativeiro sabe o quanto lhe foi dolorosa a subida do verdadeiro túmulo em que jazia, até chegar ao reino exterior em que apalpava as coisas reais, que outrora só via em sombras, as quais lhes apareciam à vista com um resplendor fulgurante até que essa pessoa a começar por contemplar a Luz que ilumina as coisas em um espelho d'àgua, finalmente um dia dia pôde contemplar face a face tal Luz, o Sol, o Summum Bonum  que em tudo projeta a sua luz revelando-lhes quem são, ou seja, criaturas de origem divina, boas em si mesmas.

Eis que foi em tudo isso um longo processo, longo e doloroso, cabe ao liberto ter paciência com quem ainda é escravo do diabo, soberano das trevas angustiantes e absolutamente enganadoras, e, nada esperar, nem que a sua própria vida lhe seja poupada, a sua vida de liberto, porque os escravos se aferrarão à sua antiga condição e tentarão a ousadia de matar o liberto que volta à caverna para informar aos seus antigos companheiros, acerca do erro em que laboram. Mas que o fiel leve a boa notícia do Evangelho aos pobres, acessível pelo testemunho dos santos, dos doutores da Igreja, dos reformadores protestantes e dos teólogos evangélicos de peso  e de certa maneira pelos verdadeiros filósofos.

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Um Destino cruel...

Eis, acima, um justo destino para os seguidores dos revolucionários esquerdistas, liberais e libertários.

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