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A certeza

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"Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." - João 3:16 ARA

Ícones de uma Igreja cristã reformada: de fato bíblica



"E dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência." Jeremias 3:15 ACF


Da esquerda para a direita e de cima para baixo: Pedro Valdo (c. 1140-c. 1220), Martinho Lutero (1483-1546), João Calvino (1509-1564), John Knox (1514-1572), Charles Spurgeon (1834-1892), Martyn Lloyd Jones (1899-1981), Francis Schaeffer (1912-1984).

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Ars gratia artis!

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Triunfo de Vênus, pura poesia plástica do Renascimento.

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Vênus ou Afrodite, respectivamente, para romanos e gregos, nascendo de uma madrepérola em plena selva amazônica legal, brasileira, de minha cidade de Belém, a capital do Estado do Pará, em uma magnífica escultura no decadente logradouro público de minha referida cidade, na borda do mundo, na Praça da República.

Principia Sapientiae: a Filosofia como mãe e mestra

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"Um filósofo é um intercessor, é um sacerdote. Um filósofo é o anfitrião da verdade digna e acessível aos homens." (João Emiliano Martins Neto)


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Principia Sapientiae: Vamos filosofar? Viva a Filosofia!



Assistam ao meu vídeo, supra, em que faço um convite a você, caro leitor, à Filosofia. Meu convite a você leitor que saiamos da Matrix que é a mesmice, o banal do cotidiano e do senso comum tornados como algo muito ruins quando absolutamente inconscientes acerca de suas naturezas intrínsecas.

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sábado, 19 de dezembro de 2015

Lembre-se sempre

Para além da nossa agitação, ativismo, orgulho de fazer e acontecer neste mundo há Cristo e somente Cristo que com sua vida e ministério terreno impecáveis, perfeitos e irrepreensíveis satisfez e aplacou a ira e a justiça divina de ninguém menos que o Senhor mais absolutamente potente e exigente de todos que é o nosso próprio Deus e que foi concedido por esse mesmo Deus para satisfazê-Lo.

Lembre-se sempre que somente Cristo é o caminho, a verdade e a vida. Ele é o meio, o fim, a nossa fonte de sabedoria plena e a nossa vida e vida eterna desde que n'Ele depositemos nossa fé


A importância do Cristianismo na sociedade

Nada pode dar um princípio de ordem à sociedade humana do que o conhecimento da graça de Deus que nos torna justos diante de ninguém menos que o nosso Deus, mediante a fé em Jesus Cristo. O resto é sacrifício vão e orgulhoso a meros legalismos que podem ser bons em si mesmos, mas impossíveis de serem praticados em virtude da condição precária e humilde humana.

Os cristãos é que deveriam ser a ordem no Haiti, no Brasil, na França, na Arábia Saudita, na China, na Polinésia ou em Vila Nhocuné.

Mais do valor da Santa Missa

Claro que nossas orações particulares em nome de Cristo que tudo consumou na cruz e por uma vida e ministério perfeito, impecável e irrepreensível aplacou a ira e justiça divinas, mas a participação na Santa Missa que renova de forma incruenta o sacrifício de Cristo, a não ser que estejamos absolutamente impossibilitados por questões de doença ou de falta de igrejas perto e absolutamente inacessíveis, é fundamental, pois afora esses casos em que o Senhor supre nossas carências, a participação no máximo sacramento da fé que é a Eucaristia é o meio normal de tomarmos parte no sacrifício vicário de Cristo por nós e nos alimentarmos com a verdadeira comida e verdadeira bebida que é o corpo e o sangue de Cristo Jesus.

Católicos alegres e fortes

O católico precisa ser feliz e forte por ser católico. Feliz porque não é como tantos leprosos e pecadores por aí como os hereges protestantes que carregam o fardo esmagador do pecados de suas obras da carne, mas levam o fardo leve e o jugo suave da graça e da justiça de serem cristãos, isto é, aqueles que foram salvos e foram tornados justos mediante a fé na obra redentora perfeita e suficiente de Cristo na cruz. O católico deve ser forte, pois o reino de Deus se toma à força e com violência, como ensinou Cristo, pois quem tem a força da vida que é Cristo nosso Deus todo-poderoso Salvador em suas vidas é forte contra o maligno, é forte na tribulação e persevera até ao fim mesmo que isso lhe custe o derramamento de seu próprio sangue.

Por que nunca vou parar de fumar?




  • Em primeiríssimo lugar, porque sigo a moral católica e não a arbitrária. Segundo a moral católica fumar NÃO É pecado, JAMAIS O SERÁ.

  •  Em segundo lugar, eu fumo, porque gosto.

  •  Em terceiro lugar a ciência que vá se foder, pois ninguém na ciência tem o direito a ter autoridade pública sobre nada, pois o que é descoberto, hoje, em ciência, a exemplo da campanha anti-tabagista, amanhã descobre-se como falso como é o caso da recente pesquisa da revista Science que indicou que o que causa o câncer é um azar, isto é, simplesmente é a falta de boa fortuna na vida de certas pessoas que contraem o temível cancro e não o cigarro, e não a falta de exercícios físicos ou certos alimentos. Autoridade pública merecem ter os cristãos, pois há 2000 anos dizemos para as pessoas crerem em Jesus Cristo, pois elas serão salvas e assim tem sido desde todo o sempre e sempre o será.


Aprenda a brigar

Eu penso que quem está na chuva é pra se molhar. Na briga devemos xingar, pegar um pedaço de pau, uma arma de fogo, um cinturão de couro ou um chicote com um couro legítimo bem estável e partir pra cima. Querer apaziguar é pior. A gente reconhece que eventualmente podemos ser o merda que, de fato, o nosso agressor está a vindicar, mas devemos brigar e brigar até o fim.

Senhor das nações

Jesus Cristo é o Senhor, é o Deus do Brasil, de Angola, da Argentina, de Portugal, da Espanha, dos Estados Unidos, da Alemanha, da China e de todas as nações que lhe abrem as portas dos corações de cada um dos indivíduos habitantes de todas as nações do mundo.

Em Cristo como na época dos malvados judeus não há mais uma só nação depositária da revelação divina, mas todos que recebem a Cristo por graça, mediante a fé, tornam-se um só com essa divindade, não havendo mais homem ou mulher, grego, bárbaro ou judeu, escravo ou liberto, mas somos um só em Cristo, somos Igreja Católica, filhos de Maria, somos santos com todos os anjos do céu em festa e comunhão permanente.

Jesus Cristo e os sagitarianos

Se sagitarianos são perseverantes e remetem ao deus pagão Júpiter que era o deus do céu, o líder do Olimpo, quando um sagitariano é cristão a sua ligação com a missão de Cristo é clara, pois Cristo foi até ao fim, perseverou, mesmo que sofrendo e mesmo que ameaçado de morte para salvar a humanidade e para assentar-se, junto com os salvos, à direita do poder divino no céu.

Cristo é meio que sagitariano, concordam? kkkkkk

Cristo nossa stairway to heaven

Ouvindo uma música antiga do Led Zeppelin, "Stairway to Heaven" ou em português claro "escada para o paraíso", lembrei-me da passagem bíblica que diz que Cristo é nossa escada para o céu. De fato Ele o é nossa stairway to heaven. De graça, mediante a nossa fé em Cristo, os anjos sobem com nossos pedidos a Deus e descem com os milagres que precisamos receber. E o mesmo Cristo escada de Jacó intercede por nós com os anjos e toda a Igreja para que sejamos santos que é a graça maior que conduz-nos ao céu.


sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Homilia Diária.94: Sexta-feira da 3.ª Semana do Advento - A vocação de São José

Causa de Cristo

Se a paixão pela causa de Cristo não leva os católicos nem ao menos a falarem de Cristo informalmente às pessoas, a repassarem a Sagrada Tradição de Sua Igreja nem ao menos em um bate-papo no portão com o vizinho ou com o dono da banca de jornais ou na padaria, então, é porque ser humano em plenitude tornou-se irrelevante, tedioso. A causa de Cristo, a mensagem cristã é uma carta de amor ao ser humano.

"A Cúria pode até ter 15 doenças, mas o papa também não está nada bem".

Do blog Fratres in Unum.com

Aproxima-se o dia em que o Papa Francisco vai entregar os seus votos natalícios aos dirigentes da Cúria Romana, com muito discurso.

A nota é de Sandro Magister, publicada no seu blog Seu Settimo Cielo, 11-12-2015. A tradução é de Moisés Sbardelotto.




E muitos se perguntam o que ele vai dizer desta vez, depois do golpe do ano passado, quando derramou sobre os curiais a lista das 15 vergonhosas “doenças” pelas quais ele os julgava afetados.

Desde então, o Vaticano, o murmúrio das críticas contra Jorge Mario Bergoglio foi crescendo, mas sempre protegida pelo anonimato, sendo conhecida a reatividade do papa contra qualquer um que o critique ou o irrite.

A mais instrutiva antologia desses rumores de bispos e cardeais da Cúria foi, no fim de abril de 2015, o serviço do vaticanista suíço Giuseppe Rusconi, que apareceu em alemão na revista berlinense Cicero e, em italiano, no seu blog Rosso Porpora.

Mas agora, novamente na Alemanha, e desta vez na revista Focus, saiu mais uma bordoada, sob a forma de uma carta aberta ao papa, por obra de um ex-curial de longo curso, de nacionalidade presumivelmente alemã.

O autor é conhecido da direção da Focus, mas nem mesmo ele assina com nome e sobrenome, não só pelo “clima de medo” que ele diz reinar hoje no Vaticano, mas também para “proteger da ira do papa” os seus anteriores superiores na Cúria.

O que se segue é a tradução integral da carta publicada na Focus no dia 29 de novembro.

Eis o texto.

Padre Santo,

no seu discurso para o Natal de 2014, você chamou os seus colaboradores da Cúria para fazerem, em primeiro lugar, um exame de consciência. De fato, o Advento é uma ocasião para refletir sobre o que Deus nos promete e espera de nós. Você afirmou que os seus colaboradores no Vaticano devem ser um exemplo para toda a Igreja e, depois, elencou uma série de “doenças” das quais a Cúria sofreria.

Naquele momento, eu senti esse julgamento como bastante duro e até mesmo injusto contra muitos no Vaticano que eu conheço pessoalmente, enquanto você parecia falar como alguém que conhece o Vaticano apenas de fora ou apenas de cima. No entanto, justamente aquele seu discurso inspirou esta carta que eu lhe escrevo. Seguindo o seu próprio exemplo, vou deixar de lado todas as coisas boas que você faz e diz, e vou listar apenas aqueles aspectos do seu exercício do ministério papal que me parecem problemáticos.

1. Uma atitude emotiva e anti-intelectual

A alternativa a uma Igreja da doutrina é uma Igreja do arbítrio, não uma Igreja do amor. Entre muitos dos seus colaboradores e conselheiros, há uma real falta de competência em termos de doutrina e teologia; são homens que muitas vezes têm pelas costas uma carreira no governo eclesial ou na administração de uma universidade, e muito frequentemente preferem raciocinar em termos pragmáticos e políticos. Você, como sumo mestre da Igreja, deveria mostrar com mais clareza o primado da fé, para você mesmo e para todos os católicos. A fé sem a doutrina não é nada.

2. Autoritarismo

Você está se distanciando da sabedoria que é conservada na disciplina eclesial, no direito canônico e também na práxis histórica da Cúria. Junto com a sua aversão a um ensinamento supostamente teórico, essa inclinação leva a um autoritarismo que nem mesmo Santo Inácio, o fundador da sua ordem dos jesuítas, teria aprovado. Você realmente escuta as advertências daqueles que lhe apontam aquilo que você, sozinho, imediatamente não viu nem entendeu? O que aconteceria se você viesse a conhecer o meu nome? Agir de modo menos autoritário ajudaria a mudar o atual clima de medo.

3. Populismo da mudança

Invocar a mudança está na moda hoje. Mas especialmente o sucessor de Pedro tem o dever de recordar a si mesmo e aos outros coisas que mudam apenas lentamente, e ainda mais coisas que não mudam em nada. Você realmente acredita que o consenso que obtém dos gurus da política e da mídia é um bom sinal? Cristo não prometeu a Pedro a popularidade na mídia e o culto de uma celebridade (Jo 21, 18). Muitas das suas afirmações levantam falsas expectativas e dão a impressão prejudicial de que a doutrina e a disciplina da Igreja poderiam e deveriam ser adaptadas às opiniões mutáveis da maioria. O apóstolo Paulo pensa de modo diferente sobre isso (Rm 12m 2; Ef 4, 14).

4. Nada de “humildade” diante da herança dos seus antecessores

O seu comportamento é percebido como uma crítica ao modo pelo qual os seus antecessores (muitas vezes canonizados) viveram, falaram e agiram. Eu não consigo ver como isso se concilia com a humildade que você tantas vezes invocou e exigiu. Essa humildade seguramente é necessária, sobretudo quando se trata de continuar a tradição que remonta a Pedro. O seu comportamento sugere implicitamente a ideia de que você quer, de algum modo, reinventar o ministério petrino. Em vez de preservar fielmente a herança dos seus antecessores, você quer se apropriar dela de um modo muito criativo. Mas São João não disse que “é preciso que Ele, o Cristo, cresça, e eu diminua” (Jo 3, 30)?

5. Pastoralismo

Recentemente, você disse que o que mais lhe agrada em ser papa é quando pode agir como pastor. Naturalmente, nem um papa nem qualquer outro pastor deve pôr minimamente em dúvida que a Igreja segue a doutrina de Cristo em tudo aquilo que faz (pastoral, sacramentos, liturgia, catequese, teologia, caridade), porque, em última análise, tudo depende da fé revelada assim como ela nos chega nas Santas Escrituras e na sagrada tradição, e portanto ela é vinculante para a consciência dos fiéis. Não podemos nem mesmo viver a fé e transmiti-la aos outros se não a conhecemos. Sem uma boa teoria, não podemos agir bem no longo prazo. Sem um ensinamento doutrinal, no campo do cuidado pastoral, nos encontraremos apenas com alguns sucessos emocionais e principalmente efêmeros.

6. Exibição exagerada da simplicidade do seu estilo de vida

Certamente, você quer dar o exemplo; mas convém se ocupar, você mesmo, de cada mínima atividade cotidiana? No campo ascético, a mão esquerda não deve saber o que faz a mão direita (Mt 6, 3); caso contrário, o conjunto parece de algum modo artificial. Se você realmente quer dirigir carros ecológicos, é preciso pagar muito mais, ou fazer com que outro pague o preço das tecnologias mais caras: a ecologia tem o seu preço.

7. Particularismo

Há um particularismo que muitas vezes subordina os objetivos da Igreja universal aos pontos de vista de apenas uma parte da Igreja. Essa atitude em um papa é quase cômica, se pensarmos como o nosso mundo está muito mais interconectado, mais móvel e mais aproximado do que nunca. Especialmente hoje, é um tesouro que a Igreja Católica seja sempre a mesma em todo o mundo, que os católicos em todos os países vivam, rezem e pensem de modo similar e, juntos, uns com os outros, correspondam à realidade global da vida.

8. Uma contínua vontade de espontaneidade

Uma falta de profissionalismo não é um sinal da obra do Espírito Santo. Expressões como “proliferar como coelhos” ou “quem sou eu para julgar?” podem impactar muitas pessoas, mas levam a graves mal-entendidos. Todas as vezes, outros têm que correr para explicar o que você realmente queria dizer. Agir fora do programa e fora do protocolo tem os seus tempos e lugares; mas não pode se tornar a norma. Trata-se também do devido direito aos seus colaboradores em Roma e em todo o mundo. Para um papa, a medida da espontaneidade deve ser muito inferior ao dos pastores.

9. Falta de clareza sobre a relação entre liberdade religiosa, política e econômica

Muitas das suas declarações indicam que o Estado deveria sempre governar mais, controlar mais e ser mais responsável, em particular no campo econômico e social. Na Europa, estamos acostumados a Estados muito fortes. Mas o fato de que o Estado pode cuidar de tudo é refutado pela história. A Igreja deve defender organizações não governamentais que podem fornecer bens que o Estado não pode fornecer do mesmo modo. Contra a tendência de esperar tudo da parte do Estado, a Igreja deve ajudar as pessoas a cuidar da própria vida. O estado de bem-estar social também pode se tornar poderoso demais e, com isso, paternalista, autoritário e não liberal.

10. Metaclericalismo

De um lado, você mostra pouco interesse pelo clero, mas, de outro, critica um clericalismo que é mais imaginário do que real. Essa falta de interesse não pode ser compensada por boas intenções ou por declarações diante de pequenos grupos.

Os bispos e os sacerdotes precisam saber que o papa está às suas costas quando defendem o Evangelho, “no tempo e fora do tempo”, mesmo que façam isso de um modo que, pessoalmente, não agrade ao papa. Não é bom que algumas pessoas pensem que o papa vê muitas coisas de um modo diferente do Catecismo, e que outras o imitem a fim de fazer carreira neste pontificado.

Como papa, você presta um serviço necessário para a continuidade e a tradição da Igreja, e também cristãos não católicos são da mesma opinião. Seria melhor que você reduzisse as suas inovações e provocações; já temos muitas pessoas que fazem isso. O seu magistério, como tal, já é, por si só, palavra definitiva de provocação e de inovação, e, no fim das contas, você é o representante de Cristo e o mestre supremo da nossa fé sobrenatural.

“Graça, misericórdia e paz” vêm “da parte de Deus Pai e de Jesus Cristo, o Filho do Pai, na verdade e no amor” (2Jo 1, 3); e só vêm em bloco. Enquanto neste ano de misericórdia você também se prepara para o Natal, por favor, acolha esta ocasião como um incentivo para descobrir o que você negligenciou nos últimos tempos.

Deixe-se ajudar pelos seus colaboradores, que vão aprender com você apenas se você estiver disposto a aprender alguma coisa com eles. Como eu, muitos outros se encontram em dificuldade com o modo pelo qual você às vezes fala e age. Mas isso pode ser ajustado, se ficar claro que você escuta o que outros têm a dizer.

Infelizmente, eu sei que você não tolera bem esse tipo de crítica e, por esse motivo, não escrevo o meu nome no fim desta carta. Quero proteger os meus superiores da sua ira, sobretudo os sacerdotes e bispos com os quais eu trabalhei por muitos anos em Roma e dos quais eu aprendi tanto. Mas você pode agir de modo a varrer de mim e dos outros os nossos temores ou, melhor ainda, pode tornar supérfluas cartas como esta, simplesmente aprendendo alguma coisa com os outros.

Nesse espírito, desejo-lhe um abençoado e meditativo tempo de Advento!

O poder da direita do Pai com Cristo

Com Jesus Cristo estamos assentados à direita do Pai nas regiões celestes já aqui neste mundo, por graça e mediante a fé para reinarmos, sermos profetas, sacerdotes intercessores e julgarmos a vivos e a mortos e até mesmo aos anjos. Com Cristo, por Cristo e em Cristo, somos os irmãos mais jovens do Primogênito que é nosso Deus que se fez um de nós para que jamais novamente fôssemos apenas párias melhorados da criação, mas um sacrifício de fidelidade para o amor, a paz, o conhecimento da glória de Deus e a salvação do mundo inteiro.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Homilia Diária.93: Quinta-feira da 3.ª Semana do Advento - A genealogia de Jesus

Jesus é o cara!


Jesus é o cara, é inigualável, foi a aparição de ‪Deus‬ mesmo entre nós a passagem dele por este nosso mundo torto, infernal. Jesus fecunda a nossa vida de verdade, beleza, sabedoria, sentido. Amo muito a Jesus Cristo.

A obra de Cristo


Jesus Cristo é que é nosso verdadeiro, único e supremo pastor que levou uma vida perfeita, impecável, inigualável no nosso lugar pra nos salvar. Nós no lugar de Cristo em menos de um milésimo de segundo se suportássemos o que Cristo suportou por nós seríamos esmagamos, viraríamos menos que pó de bosta.

Em defesa da Palavra de Deus

A Palavra de Deus é a verdade e deve ser absolutamente obedecida, porque o homem por mais inteligente que seja não é capaz de tornar-se perfeito, santo e bom por si mesmo, pois se pudesse os ricos, poderosos e sábios deste século seriam as melhores pessoas do mundo e não o são, porém são sempre orgulhosos, presunçosos, presumidos e acabam em um ceticismo atroz e egoísta sabendo que não podem plasmar nos outros, na sociedade em geral as virtudes que se acham os únicos ou que a seu grupo fechado foi lhes dada pelo triste e sem rosto acaso.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Rascunho de autobiografia

Nos 15 anos que eu fiquei na homossexualidade sempre depois de um bom tempo na névoa da subjetividade dos meus caprichos românticos gays eu via algo de profundamente hilário, também triste e paradoxal em gostar de gente do meu sexo sendo que essa gente buscava em mim e eu neles algo de viril que nem eles e nem eu poderíamos dar uns para os outros.

Homilia Diária.92: Quarta-feira da 3.ª Semana do Advento - Eis o Cordeiro de Deus!

Os pérfidos judeus até hoje esperam um Messias e plasmaram um reinozinho aqui neste mundo que é o Estado laico de Israel miseravelmente perseguido por outros que querem também o Céu e o bem aqui por essas bandas mundanas, porque é realmente como diz o Padre Paulo, nossos esquemas mentais não concebem abraçar a cruz da humildade, da renúncia e do amor como provas absolutas de fé e esperança em um Deus que não precisa de nossas expectativas, planos e esquemas humanos para realizar o seu plano de profundo e total amor à humanidade, planos esses que se concretizam no desejo divino de que nenhum homem, nenhuma nação, e não somente a dos hebreus, se perca.

 

O que eu penso do Papa Francisco

Eu acho interessante o nosso amantíssimo Pontifex Maximus Franscisco ser esse homem afável, bonachão, simpático, fulgurante mesmo como todo latino que ele é. Enfim, o portenho é mais um pastor, de fato, do que um cientista como Bento XVI que é um teólogo e um filósofo, um acadêmico. Mas isso pode muito bem ser usado pela esquerda para promover-se, porque a esquerda é nada mais nada menos do que as idéias cristãs tornadas loucas.

Mas eu diria, apesar de tudo, que o papado do jesuíta é ruim, porque ele estaria sob a pena de interdito, segundo o Codex Iuris Canonici, que pune quem apóia organizações que conspirem contra a Igreja como as facções de defesa da reforma agrária como a Via Campesina defendida por Francisco em um vídeo caseiro que o Romano Pontífice fez apoiando as tais.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Vinho novo

O Jubileu da Misericórdia será um festival do abuso que o mundo fará da boa vontade vicária mesmo dos cristãos. Mas tudo bem, a nossa Bodas de Caná será no Céu na, Nova Jerusalém, em novos céus e novas terras, aonde com Cristo beberemos do fruto da vide junto com Cristo que se abstém de tal bebida, como Ele disse na última ceia. Cristo se abstém dessa bebida inebriante e maravilhosa para beber conosco no Último Dia, enquanto o mundo bebe até se fartar o vinho que é o sangue dos mártires que dão vida por generosíssima misericórdia de um mundo tão perdido, sujo e terrível.

Homilia Diária.91: Terça-feira da 3.ª Semana do Advento - Meretrizes e publicanos

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Segunda-feira da 3.ª Semana do Advento - Bem-aventurados os perseguidos

Quando o nosso mestre o Padre Paulo Ricardo foi perseguido pelo pessoal da Arquidiocese de Cuiabá e fizeram um abaixo-assinado para defender o padre, na época eu era protestante, mas com gosto apoiei o Padre Paulo, assinei a petição em favor dele e escrevi mensagens de apoio ao mestre. Com verdadeiro espírito cristão o fiz, mesmo na heresia luterana-calvinista em eu vivia, isso só prova que mesmo no erro algo do nosso sacerdócio real e profético permanece mesmo nos maus cristãos como os hereges, mas não tão maus assim para jamais procederem como os fariseus que perseguiram a Cristo e para nunca agir como certos fariseus de hoje que são tão piores quanto aqueles de outrora da época de Cristo e que vivem em uma descrença atroz e lamentável em relação à virtude.


domingo, 13 de dezembro de 2015

Sobre a ascensão gloriosa de Cristo ao Céu


Cristo está no Céu em corpo e alma, carne mesmo, à direita do Pai. Gloriosamente ascendeu ao Céu, após cumprir a sua missão. Assim devemos ser e como Cristo jamais deixaremos de ser humanos demasiado e simplesmente humanos. Quem rezar o Rosário nos mistérios gloriosos, que sempre se lembre dessa lição da ascensão gloriosa de Cristo ao Céu. Isso é mais que simplesmente política é algo profundamente humano, como a própria política, os políticos neste mundo é que esquecem a própria humanidade e se acham mais que humanos, mas como deuses. Somos capazes de como Cristo reinar e julgar, pois julgaremos até os anjos, como diz São Paulo, já neste mundo, se formos fiéis e santos.

Que neste domingo, dia do acendimento da terceira vela da Corôa do Advento, domingo da alegria, estejamos alegres de estar à direita do Pai, já neste século, porque do lado luminoso, verdadeiro e forte, porque o lado direita, como o braço direito é o nosso lado de força; a direita é lado forte, é o braço forte do Pai.

O amor é a chave

A chave da ‪Filosofia‬ é o ‪‎amor‬, por isso o ‎filósofo‬ é quem é, de fato, é o amante do saber, do um. A melhor definição para o amor é a do Apóstolo das Gentes (São Paulo) que escreveu às gentes gregas que o amor tudo crê, tudo sofre, tudo espera, tudo suporta, o amor não se acabará, o amor não se ensoberbece, o amor é paciente, o amor é bom, o amor não se ressente do mal. Enfim, agindo assim provaremos que queremos saber, que amamos com verdadeiro isso aí que chamam de ‪sabedoria‬ e decerto que seremos filósofos.

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Um Destino cruel...

Eis, acima, um justo destino para os seguidores do PT!

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Artigo 8 - A eficácia da morte de Cristo

Este foi o soberano conselho, a vontade graciosa e o propósito de Deus, o Pai, que a eficácia vivificante e salvífica da preciosa morte de seu Filho fosse estendida a todos os eleitos. Daria somente a eles a justificação pela fé e, por conseguinte, os traria infalivelmente à salvação. Isto quer dizer que foi da vontade de Deus que Cristo, por meio do seu sangue na cruz (pelo qual ele confirmou a nova aliança), redimisse efetivamente, de todos os povos, tribos, línguas e nações, todos aqueles, e somente aqueles, que foram escolhidos desde a eternidade para serem salvos e lhe foram dados pelo Pai. Deus quis que Cristo lhes desse a fé, que ele mesmo lhes conquistou com sua morte, com outro dons salvíficos do Espírito Santo. Deus quis também que Cristo os purificasse de todos os pecados por meio do seu sangue, tanto do pecado original como dos pecados atuais, que foram cometidos antes e depois de receberem a fé. E que Cristo os guardasse fielmente até o fim e, finalmente, os fizesse comparecer perante o Pai em glória, sem mácula, nem ruga (Efésios 5:27).

"Cânones de Dort", 2º Capítulo da Doutrina: A Morte de Cristo e a Redenção por meio dela.