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Χριστός λυτρωτής (Cristo, o Salvador)

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"Com efeito, de tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna." - São João 3:16 (Bíblia Ave-Maria)

Nossa Senhora, a Divina Maria, a Filha de Deus por excelência!

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Triunfo de Vênus, pura poesia plástica do Renascimento.

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Vênus ou Afrodite, respectivamente, para romanos e gregos, nascendo de uma madrepérola em plena selva amazônica legal, brasileira, de minha cidade de Belém, a capital do Estado do Pará, em uma magnífica escultura no decadente logradouro público de minha referida cidade, na borda do mundo, na Praça da República.

Principia Sapientiae: a Filosofia como mãe e mestra

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"Um filósofo é um intercessor, é um sacerdote. Um filósofo é o anfitrião da verdade digna e acessível aos homens." (João Emiliano Martins Neto)


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Principia Sapientiae: Vamos filosofar? Viva a Filosofia!



Assistam ao meu vídeo, supra, em que faço um convite a você, caro leitor, à Filosofia. Meu convite a você leitor que saiamos da Matrix que é a mesmice, o banal do cotidiano e do senso comum tornados como algo muito ruins quando absolutamente inconscientes acerca de suas naturezas intrínsecas.

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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Escapes do Egito

Sigmund Freud, libertou uma paciente lésbica da homossexualidade.


Por João Emiliano Martins Neto


Na história da Psicanálise está registrado que o fundador dessa terapia, Sigmund Freud, libertou uma paciente lésbica da homossexualidade. Segundo o que me recordo desse caso, a paciente tinha fixação na mãe que era oprimida pelo pai. Há outras causas para a homossexualidade como abusos sexuais, transtornos mentais e abandono dos filhos por parte de pais mulheres ou homens conforme o gênero do paciente.

Há tratamento, há escape não só religioso, mas também humano-científico contra o Egito da homossexualidade. Basta que o conselho de classe dos psicólogos brasileiros deixe-os trabalhar, que possam estudar e analisar o tema. Verdadeiro fenômeno que é o homossexualismo, por definição ainda em aberto e que como citei, acima, por ter várias causas.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Ateus e ateus


 Mas o ateu militante, doutrinário, intransigente, opta pela recusa peremptória do mistério, deleitando-se no ódio ao espírito, na ânsia de fechar a porta do desconhecido para melhor mandar no mundo conhecido.



Há dois tipos de ateus: os que não acreditam que Deus existe e os que acreditam piamente que Deus não existe. Os primeiros relutam em crer naquilo de que não têm experiência. Os segundos não admitem que possa existir algo acima da sua experiência. A diferença é a mesma que há entre o ceticismo e a presunção de onissapiência. 

Acima da distinção de ateus e crentes existe a diferença, assinalada por Henri Bergson, entre as almas abertas e as almas fechadas. Vou explicá-la a meu modo. Como tudo o que sabemos é circunscrito e limitado, vivemos dentro de uma redoma de conhecimento incerto cercada de mistério por todos os lados. Isso não é uma situação provisória. É a própria estrutura da realidade, a lei básica da nossa existência. Mas o mistério não é uma pasta homogênea. Sem poder decifrá-lo, sabemos antecipadamente que ele se estende em duas direções opostas: de um lado, a suprema explicação, a origem primeira e razão última de todas as coisas; de outro, a escuridão abissal do sem-sentido, do não-ser, do absurdo. Há o mistério da luz e o mistério das trevas. Ambos nos são inacessíveis: a esfera de meia-luz em que vivemos bóia entre os dois oceanos da claridade absoluta e da absoluta escuridão.

O simbolismo imemorial dos estados "celestes" e "infernais" demarca a posição do ser humano no centro do enigma universal. Essa situação - a nossa situação - é de desconforto permanente. Ela exige de nós uma adaptação ativa, dificultosa e problemática. Daí as opções da alma: a abertura ao infinito, ao inesperado, ao heterogêneo, ou o fechamento auto-hipnótico na clausura do conhecido, negando o mais-além ou proclamando com fé dogmática a sua homogeneidade com o conhecido. A primeira dá origem às experiências espirituais das quais nasceram os mitos, a religião e a filosofia. A segunda leva à "proibição de perguntar", como a chamava Eric Voegelin: a repulsa à transcendência, a proclamação da onipotência dos métodos socialmente padronizados de conhecer e explicar. 

A religião é uma expressão da abertura, mas não é a única. A simples admissão sincera de que pode existir algo para lá da experiência usual basta para manter a alma alerta e viva. É possível ser ateu e estar aberto ao espírito. Mas o ateu militante, doutrinário, intransigente, opta pela recusa peremptória do mistério, deleitando-se no ódio ao espírito, na ânsia de fechar a porta do desconhecido para melhor mandar no mundo conhecido. 

Dostoiévsky e Nietzsche bem viram que, abolida a transcendência, só o que restava era a vontade de poder. Aquele que proíbe olhar para cima faz de si próprio o topo intransponível do universo. É uma ironia trágica que tantos adeptos nominais da liberdade busquem realizá-la através da militância anti-religiosa. As religiões podem ter-se tornado violentas e opressivas ocasionalmente, mas a anti-religião é totalitária e assassina de nascença. Não é uma coincidência que a Revolução Francesa tenha matado dez vezes mais gente em um ano do que a Inquisição Espanhola em quatro séculos. O genocídio é o estado natural da modernidade "iluminada".

domingo, 11 de agosto de 2013

Pergunta aos ateus

 Quem ou o que se candidataria a suceder ao Absoluto? Você?
 
Por João Emiliano Martins Neto


O ateísmo se disseminado nas massas não tornaria a idolatria a um homem ou a um partido político ou a qualquer facção humana uma consequência inevitável? Ou seja, a ideologia ateística em termos sociais e políticos não seria o fim da liberdade? 

Quem ou o que se candidataria a suceder ao Absoluto? Você? Sua família? Seu partido ou facção?

A verdadeira paternidade

 Nada Como Alguém que Gere Filhos do Nada do Pecado para a Vida Eterna
Por João Emiliano Martins Neto

Sou cristão e, por isso, acho que a verdadeira paternidade é a espiritual. O homem é alguém espiritual: inteligente emocional e intelectual. Portanto, nada como alguém que gere filhos do nada do pecado para a vida eterna, mediante a fé em Jesus.

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Um Destino cruel...

Eis, acima, um justo destino para os seguidores dos revolucionários esquerdistas, liberais e libertários.

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