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Χριστός λυτρωτής (Cristo, o Salvador)

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"Com efeito, de tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna." - São João 3:16 (Bíblia Ave-Maria)

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Vênus ou Afrodite, respectivamente, para romanos e gregos, nascendo de uma madrepérola em plena selva amazônica legal, brasileira, de minha cidade de Belém, a capital do Estado do Pará, em uma magnífica escultura no decadente logradouro público de minha referida cidade, na borda do mundo, na Praça da República.

Principia Sapientiae: a Filosofia como mãe e mestra

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"Um filósofo é um intercessor, é um sacerdote. Um filósofo é o anfitrião da verdade digna e acessível aos homens." (João Emiliano Martins Neto)


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Principia Sapientiae: Vamos filosofar? Viva a Filosofia!



Assistam ao meu vídeo, supra, em que faço um convite a você, caro leitor, à Filosofia. Meu convite a você leitor que saiamos da Matrix que é a mesmice, o banal do cotidiano e do senso comum tornados como algo muito ruins quando absolutamente inconscientes acerca de suas naturezas intrínsecas.

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sábado, 18 de maio de 2013

Balada do pastor ateu

Por João Emiliano Martins Neto

“As bofetadas da polícia que ele levou


Por amor a ti, ó suprema vacuidade: o deus ventre, aguentou

…E…

Até mesmo os fedorentos camaradas comunistas que na última eleição votou.”

segunda-feira, 13 de maio de 2013

A noite escura da alma

Por Hernandes Dias Lopes


Há momentos em que a noite trevosa desce sobre a nossa vida e os horrores do inferno bafejam nossa alma. Sentimos uma opressão do inimigo, com seu hálito pesado vindo sobre nós. Nossa carne treme, nossos ossos são abalados e nossos olhos se enchem de lágrimas. Não escapamos desses ataques. Não vivemos blindados. Estamos expostos ao sofrimento. Na verdade nos importa entrar no reino de Deus por meio de muitas tribulações (At 14.22). O próprio Jesus saiu do cântico no Cenáculo para o pranto no Getsêmani. O autor da vida suou sangue no Getsêmani (Lc 22.44) e derramou sua alma na morte na cruz (Is 53.12). Ele começou a entristecer-se e a angustiar-se. Disse a seus discípulos: “A minha alma está profundamente triste até à morte” (Mc 14.34). Nenhum homem tinha experimentado tristeza tão profunda e ninguém jamais a enfrentaria no futuro. Num sentido único, Jesus foi “um varão de dores”. Aquela fatídica noite no Getsêmani era a noite escura da alma, quando Jesus travou a mais renhida batalha da humanidade. Naquele momento, ele ficou só, dobrado sobre seus joelhos, com o rosto em terra, com forte clamor e lágrimas (Hb 5.7). Ali, submeteu-se à vontade do Pai, foi consolado pelo anjo e saiu vitorioso para caminhar para a cruz, como um rei caminha para a coroação.

Na cruz, o Filho de Deus foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades. Agradou ao Pai moê-lo. Ali, suspenso entre a terra e o céu, sorveu cada gota do amargo cálice da ira de Deus. Na cruz, carregou sobre seu corpo todos os nossos pecados e suportou o juízo de Deus que deveria cair sobre nossa cabeça. Na cruz ele satisfez todas as demandas da justiça divina ao fazer-se pecado e maldição por nós. Na cruz, porém, Jesus adquiriu para nós eterna redenção. A noite escura da alma não foi um acidente na vida de Jesus, mas uma agenda traçada na eternidade. Essa noite desceu sobre sua alma, para que a luz bendita do céu invadisse a nossa vida. Ele bebeu o cálice amargo da ira de Deus, para nos oferecer a água da vida. Ele suou sangue e chorou para que nós pudéssemos experimentar uma alegria indizível e cheia de glória. Ele morreu para nos oferecer a vida eterna.

Saiba que, se a noite escura da alma chegou em sua vida, Deus é poderoso para transformar essas trevas em luz e o seu sofrimento em prelúdio de glória. O apóstolo Paulo, homem que enfrentou apedrejamento, açoites, prisões e naufrágios, afirma com entusiasmo, que os sofrimentos do tempo presente não são para comparar com as glórias porvir a serem reveladas em nós. Disse ainda que a nossa leve e momentânea tribulação produz, para nós, eterno peso de glória, acima de toda comparação.

O sofrimento aqui é inevitável. Ainda não chegamos ao paraíso. Aqui não é o céu. Porém, o sofrimento não hasteará sua bandeira em nosso lar eterno. Lá Deus enxugará dos nossos olhos toda a lágrima. Lá a dor não mais açoitará nosso corpo. Lá desfrutaremos da bem-aventurança eterna. Aqui cruzamos vales escuros, marcharmos por desertos tórridos e atravessamos pântanos perigosos. Mas, lá receberemos um consolo eterno, uma alegria sem fim, uma glória que jamais se contou ao mortal.

Não se desespere diante dos dramas da vida. Não perca a esperança diante das circunstâncias adversas. Não duvide do amor de Deus por causa da dor que assola seu peito. Deus nunca vai desamparar você. Ele está do seu lado como seu refúgio e fortaleza. Você vai caminhar para a pátria celeste de força em força, de fé em fé, sendo transformado de glória em glória. Deus segurará firme a sua mão até receber você na glória. Então, a noite escura da alma desembocará na manhã gloriosa de uma eternidade de gozo e paz!


***


Meu comentário: A noite escura da alma pode ser uma bela metáfora de uma noite onde estão escondidas as raízes amargas de uma árvore que será fecunda por produzir em um futuro próximo frutos doces.

Quem for justo por viver de fé em fé e de glória em glória, verá!

domingo, 12 de maio de 2013

O Dia das Mães. Liberalismo vs. Conservadorismo: Afif, o pérfido

Por João Emiliano Martins Neto

Sobre esta semana marcada pela defecção de Guilherme Afif Domingos para o lado sinistro do Brasil, gostaria que minha desprezível opinião ecoasse pela rede mundial a respeito desse episódio e para ilustrar a efeméride do Dia das Mamães desses bandos de marmanjões e marmanjonas que somos todos nós.

Dilma e Afif


Ora, é que por esses e outros exemplos de covardia, é que penso, de fato, melhor ser um conservador cristão "fanático" - como dizem caluniosamente - do que ser apenas um señorito satesfecho como o é esse tal Sr. Afif. Melhor ser cristão do que ser um acólito da grande prostituta que é este nosso mundo que será socialista em toda parte e que se embriaga com o sangue dos mártires que trouxeram, por exemplo, essa nossa prosperidade capitalista que tanto apreciamos.

Afif, o pérfido escreveu em um artigo seu publicado na Folha:


Sou, acima de tudo, um servidor da micro e pequena empresa. A presidenta Dilma está empenhada em lutar pela classe batalhadora. Esse é um grande ponto de identificação entre nós.



Na batalha Liberalismo vs. Conservadorismo, percebo que aquele saiu perdendo de novo por causa da aposta ingênua em uma liberdade que é só a desculpa para a mais louca libertinagem. Acima de tudo, ao que parece segundo o Sr. Afif, ninguém menos que o próprio Deus fica abaixo do coração do louco homem libertino que é, no caso, aquele só pensa em uma jornada deleitosa (e/ou delituosa?!) para si e para tudo e todos que a ele pertencem e que lhe são ligados. Talvez menos por causa do coração ferido e sombrio de um homem sinceramente ateu e liberal do que na prática muitos como o novo ministro do Governo do PT, acabam acreditando que talvez não haja Criador algum.

Para concluir, nesse dia das mães, minha oração é que nós, os filhos de nossas digníssimas mães, segundo a geração, mas outrossim filhos de nossa pátria mãe gentil - como diz o hino de meu Brasil - ambas com seus pecados como todo homem e organização humana e política detém lá seus pecados, por isso saibamos ser filhos magnânimos e cheios boa-fé. Com perdão e boa vontade, portanto, não para afeiá-las cada vez mais, como fez esse Sr. Afif, mas para honrá-las.

MARIDOS APEDREJARÃO MARIDAS?

Por Janer Cristaldo

Vivemos em um mundo preto e branco, em que as pessoas têm dificuldade de distinguir todas as cores que existem entre preto e branco. Outro dia, manifestei meu espanto ante articulistas que se pretendem intelectuais e curtem filmes de super-heróis e mesmo a Disnêylândia. Fui logo rotulado como cultor da Nouvelle Vague e dos filmes iranianos.

Ora, sempre mantive distância não só da Nouvelle Vague, como do cinema francês como um todo. O cinema francês é muito teatral. Eu, que já não gosto de teatro, não me disponho a assistir a teatro filmado. Com isto não quero dizer que os filmes franceses sejam ruins. Apenas que não gosto do jeito deles filmarem. São muito literários. O cômico francês Louis de Funès estabelecia uma diferença entre o cinema francês e o americano. Diante de uma porta, no cinema americano o personagem abre a porta e entra. No cinema francês, o personagem não abre a porta sem antes falar: "Voilà, la porte!" E só depois entra.

Quanto ao cinema iraniano, até hoje não entendi o prestígio que assumiu ante os ditos intelectuais. Deve ser seqüela desse estranho amor que vem unindo ultimamente marxistas e muçulmanos. Alguém destes nossos dias já viu os filmes de Antonioni? Lentos, monótonos, insuportáveis. Cinema iraniano consegue ser pior.

Mais ainda: por manifestar minha ojeriza à indústria cinematográfica ianque, não faltou quem me classificasse como marxista. Ora, desde que me conheço por gente venho criticando os marxistas, o que me valeu outros qualificativos, como agente do Dops, do SNI e da CIA, respectivamente. Enfim, para quem já foi definido como católico fanático por uma interlocutora judia, nada de espantar.

Aconteceu de novo, aliás há horas vem acontecendo. Porque denuncio a incongruência do casamento entre homossexuais, que nossa Constituição não admite – embora os vultures do STF a tenham rasgado com gosto, há quem julgue que me oponho ao homossexualismo. Ontem ainda, em minha coluna no Baguete, mereci estas delicadezas, por ter publicado artigo sobre as neobichas, isto é, os homoafetivos. Assinadas por um anônimo, é claro. 



É incrível que um site como o Baguete publique tão preconceituoso artigo. Este senhor, ultrapassado e felizmente a beira da cova, mantém a mesma mentalidade de 50 anos atrás. Isso francamente nao me surpreende. Se eu perguntar a opinião do meu avô sobre o assunto, provavelmente seria algo similar. Agora, o Baguete publicar tal artigo me surpreende de maneira muito negativa. É um absurdo este tipo de artigo preconceituoso em uma midia de TI. Vergonha.

Comovido com o “felizmente à beira da cova”, que demonstra o apreço do leitor por quem dele discorda, parece que o leitor cometeu o equívoco usual de tantos outros leitores. Se não sou a favor do casamento homossexual, obviamente sou contra o homossexualismo.

Ora, desde meus verdes anos convivo bem com homossexuais e tive entre eles bons amigos. Há um bom meio século venho defendendo toda e qualquer opção sexual, desde que não implique violência. O que é ridículo é esse desejo de casar – pior ainda pelo religioso – e de freqüentar igrejas cristãs, que só podem condenar o homossexualismo, pois esta condenação está no livro que as embasa. Os homossexuais querem ser acolhidos por uma religião que prescreve a morte para os homossexuais.

Ah! Não se fazem mais homossexuais como antigamente – escrevia eu ano passado. Tanto que viraram gays, homoafetivos, tudo menos homossexuais. Convivi com eles desde o ginásio à universidade e mais tarde na vida profissional. Ostentavam uma certa aura, não digo de heróis, mas de rebeldes avessos à sociedade bem comportada, à ética vigente, ao casamento e à religião. Entre os homossexuais com os quais convivi – e alguns eram companheiros de bar – nunca vi casais nem pessoas com pendores religiosos. Todos tinham consciência de que as religiões vigentes condenavam seus comportamentos, e das igrejas só queriam distância. Eram geralmente pessoas cultas e sensíveis. Quando penso nos homossexuais de minha juventude, sempre me vem à mente o “non serviam” de Lucifer, a primeira afirmação de liberdade ante a arrogância do Altíssimo.

Eram também avessos ao convívio familiar e trocavam de parceiros como quem troca de roupa. Não havia namorinhos na época, nem mãozinhas dadas. Mas uma sexualidade intensa e diversificada. Dispensavam aquelas longas conversas que tínhamos de suportar, na época, para levar uma menina à cama. Bastava um olhar trocado na rua. O tempo entre o olhar e os fatos era igual ao necessário para encontrar o quarto mais próximo. Não enganavam parceiro algum com promessas de amor duradouro, muito menos de casamento, aliás nem se cogitava disto na época.

Hoje, vemos uma corrida dos homossexuais aos templos. Ao que tudo indica, o homossexualismo foi cooptado pelo sistema. Homossexuais agora constituem famílias, nos mesmos moldes dos heterossexuais e se submetem às mesmas regras de fidelidade destes. A qualquer infidelidade, o divórcio. A Suécia, sempre pioneira nestas questões, é talvez o país campeão em matéria de separações legais entre pessoas do mesmo sexo. Em maio de 2004, um estudo publicado pelo Institute for Marriage and Public Policy (IMAPP), mostrava o elevado índice de “divórcios” legais entre homossexuais que registraram uma união civil na Suécia.

Segundo o Instituto, entre os anos de 1995 e 2002, houve na Suécia 1.526 uniões homossexuais, comparadas com as 280.000 heterossexuais. Em cada 1000 novos parceiros registrados na Suécia, cinco é entre pessoas do mesmo sexo. Dessas, 62% são entre homens do mesmo sexo. A pesquisa revelou uma elevada taxa de divórcios legais entre os homossexuais suecos. Os homens homossexuais eram 50% mais susceptíveis de se divorciarem dentro dum período de oito anos do que os heterossexuais, enquanto as lésbicas eram 167% mais susceptíveis de se “divorciarem” do que os heterossexuais.

Para compatibilizar homossexualismo e religião, os militantes tentam torcer os textos bíblicos a seu talante. Ainda há pouco, o pastor Marcos Gladstone, fundador da Igreja Cristã Contemporânea – seja lá o que isto quer dizer – afirmava que algumas traduções do livro sagrado dos cristãos foram feitas de forma "maliciosa", e citava como exemplo Coríntios, 1:6. "Versões preconceituosas traduziram o trecho como 'efeminados e sodomitas não herdarão o Reino dos Céus'; porém, o escrito original do grego diz 'Depravados e pessoas de costumes infames não herdarão o Reino dos Céus'".

Consultei amiga tradutora de grego, que foi às fontes. Na Carta aos Coríntios, lá está, na versão em grego moderno: Ή μήπως δεν ξέρετε πως οι άδικοι δε θα κληρονομήσουν τη βασιλεία του Θεού; Mη γελιέστε! Oύτε πόρνοι ούτε ειδωλολάτρες ούτε μοιχοί ούτε ομοφυλόφιλοι ούτε σοδομίτες.

Traduzindo: “Vocês não sabem que os injustos não herdarão o Reino de Deus? Não se iludam! Nem os imorais, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os depravados (não tem no texto original), nem os efeminados, nem os sodomitas.

Das palavras controversas: μαλακοὶ = está mais para "efeminados" mesmo; ἀρσενοκοῖται = literalmente, "aqueles que dormem com homens".

O pastor mente. Os jornais reproduzem tais mentiras sem checar, e temos uma bíblia que não condena os homossexuais. Quem quiser ser homossexual, que o seja prazerosamente. Mas que não deturpem os textos antigos. Se alguém optar pelo bom esporte, que largue a Bíblia de vez. Porque Bíblia, decididamente, não rima com homossexualismo.

Ou os maridos terão de apedrejar as maridas, quando estas forem flagradas em adultério.

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Um Destino cruel...

Eis, acima, um justo destino para os seguidores dos revolucionários esquerdistas, liberais e libertários.

Ars gratia artis!

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