You may translate my blog if you needing

Pesquisar este blog

Χριστός λυτρωτής (Cristo, o Salvador)

 photo Cristo_zpsi9u1t9yx.jpg

"Com efeito, de tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna." - São João 3:16 (Bíblia Ave-Maria)

Nossa Senhora, a Divina Maria, a Filha de Deus por excelência!

 photo triunfo444_zpsebb373bd.jpg

Denúncia! Filósofo Olavo de Carvalho desmascara Karl Marx


Seguidores

Preclaros Filósofos

anjos photo:  016_big.jpg

Principia sapientiae: Lentes platônico-cristãs

Assine minhas postagens

Ars gratia artis!

 photo triunfo444_zpsebb373bd.jpg

Triunfo de Vênus, pura poesia plástica do Renascimento.

De links longos para links curtos



Enter a long URL to make tiny:



Encurte os links longos para links curtos e práticos. Bom para postagens no microblog Twitter.


Ars gratia artis!

 photo madr_zpsa4265784.jpg

Vênus ou Afrodite, respectivamente, para romanos e gregos, nascendo de uma madrepérola em plena selva amazônica legal, brasileira, de minha cidade de Belém, a capital do Estado do Pará, em uma magnífica escultura no decadente logradouro público de minha referida cidade, na borda do mundo, na Praça da República.

Principia Sapientiae: a Filosofia como mãe e mestra

 photo Rafael_-_Escola_de_Atenas777_zps8e0f0f71.jpg

"Um filósofo é um intercessor, é um sacerdote. Um filósofo é o anfitrião da verdade digna e acessível aos homens." (João Emiliano Martins Neto)


Add me no ZapZap

 photo whatsapp-blue-tick_zpsae2o5yfc.jpg

Principia Sapientiae: Vamos filosofar? Viva a Filosofia!



Assistam ao meu vídeo, supra, em que faço um convite a você, caro leitor, à Filosofia. Meu convite a você leitor que saiamos da Matrix que é a mesmice, o banal do cotidiano e do senso comum tornados como algo muito ruins quando absolutamente inconscientes acerca de suas naturezas intrínsecas.

Entre em contato comigo pelo email (clique no ícone abaixo)









quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Cilada para evangélicos

Por João Emiliano Martins Neto


"Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, o qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus." (2 Tessalonicenses 2.3,4 ACF)


Chamaria de cilada para evangélicos, à esse tipo de igrejas evangélicas, as pentecostais (destacaria as Assembléias de Deus deste País), que como a Igreja Romana são episcopais. Ora, se a causa da Reforma do século dezesseis fora os abusos do alto clero romano centralizador, os evangélicos brasileiros parece que estão a comer coincidentemente do mesmo indigesto e sufocante prato que era aquele esquema clerical que imperava outrora. Temos novas violentas caçadas de bispos e pastores como aconteciam no passado por parte do Bispo Romano. O centralismo pentecostal, o assembleiano por exemplo, é esquema de poder para oportunistas que usam a cruz de meu Senhor Jesus Cristo como pé de cabra para arrombar corações, cofres e para até promover chantagens contra os justos crentes na inerrância, infalibilidade, poder e suficiência da Bíblia. Eu mesmo fui chantageado pelo principal destes reverendíssimos senhores aqui por fazê-lo ponderar que os seus parceiros e ele próprio, talvez, sejam muito mais doentes do que muitos outros doentes que há por aí no mundo.


Chamaria, outrossim, por cilada para protestantes, ainda à essas igrejas pentecostais (Assembléias de Deus brasileiras, sobretudo) e também os carismáticos católicos, os quais propalam suas crendices em histéricas e extáticas revelações pessoais, em um pano de fundo de montanismo soberbo como se só eles fossem os batizados no Espírito, só os pentecostais possuíssem a Terceira Pessoa da Santíssima Trindade.

Urge, eu acrescentaria finalmente, ó meu amado leitor, por uma nova reforma protestante. A reforma na reforma, porque inclusive uma casa que um dia foi renovada, um dia poderá acabar tão ou muito pior devastada como o era a residência anterior. E talvez aí, nessa reforma da reforma, resida a tragédia do fato de que o Protestantismo se esgotou. Como ensinava o velho Karl Marx, bem, a História se repete pela segunda vez qual tragédia... A tragédia da trave nos olhos que precisamos tirar de nossos olhos de protestantes, antes de acusarmos a Modernidade com a qual nos acumpliciamos, até porque penso que só por tal ideologia conseguimos nos libertar das amarras de certas autoridades, segundo pensávamos, absolutamente indignas. Tal auto-exame será, sem dúvida alguma, a redenção por nossos crimes, práticas e divergências nada evangélicas...


Ecclesia reformata et semper reformanda est!

Soli Deo gloria!

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

De volta ao Inferno

Por João Emiliano Martins Neto

Hoje julgo compreender melhor o pecado original, o pecado comum a todo homem como uma ida de todo homem junto com seu pai comum Adão, pela primeira vez ao Inferno. Ao pecado segue-se a paga com a morte, porque ao alerta divino quanto à morte que se seguiria à desobediência. À, concluiria eu, ingratidão humana de quem tinha tudo em um jardim  paradisíaco como o Éden.


Há uma passagem na carta de Paulo aos cristãos romanos, o Apóstolo dos Gentios, se refere à uma paciência do SENHOR mesmo que perante os chamados vasos de desonra destinados, como qualquer teólogo honesto pensaria: desde antes da fundação do mundo preordenados para o Inferno. Ora, sou da opinião que muitos de nós seres humanos que por infortúnio formos os tais vasos de desonra, após desfrutarmos do sol e da chuva, bençãos de saúde, vida, talentos, que tremamos, porque esse é o destino reservado quem sabe para mim atroz pecador ou para você, meu leitor, à um Inferno que, biblicamente, não estará esvaziado.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Meu irmão Kierkegaard

por Luiz Felipe Pondé

Quando você estiver lendo esta coluna, estarei em Copenhague, Dinamarca, terra do filósofo
Soren Aabye Kierkegaard (1813-1855), pai do existencialismo. Ao falarmos em existencialismo, pensamos em gente como Jean-Paul Sartre, Simone de Beauvoir, Albert Camus, tomando vinho em Paris, dizendo que a vida não tem sentido, fumando cigarros Gitanes.

O ancestral é Pascal, francês do século 17, para quem a alma vive numa luta entre o "ennui" (angústia, tédio) e o "divertissement" (divertimento, distração, este, um termo kierkegaardiano).

O filósofo dinamarquês afirma que nós somos "feitos de angústia" devido ao nada que nos constitui e à liberdade infinita que nos assusta.

A ideia é que a existência precede a essência, ou seja, tudo o que constitui nossa vida em termos de significado (a essência) é precedido pelo fato que existimos sem nenhum sentido a priori.

Como as pedras, existimos apenas. A diferença é que vivemos essa falta de sentido como "condenação à liberdade", justamente por sabermos que somos um nada que fala. A liberdade está enraizada tanto na indiferença da pedra, que nos banha a todos, quanto no infinito do nosso espírito diante de um Deus que não precisa de nós.

O filósofo alemão Kant (século 18) se encantava com o fato da existência de duas leis. A primeira, da mecânica newtoniana, por manter os corpos celestes em ordem no universo, e a segunda, a lei moral (para Kant, a moral é passível de ser justificada pela razão), por manter a ordem entre os seres humanos.

Eu, que sou uma alma mais sombria e mais cética, me encanto mais com outras duas "leis": o nada que nos constitui (na tradição do filósofo dinamarquês) e o amor de que somos capazes.

Somos um nada que ama.

A filosofia da existência é uma educação pela angústia. Uma vez que paramos de mentir sobre nosso vazio e encontramos nossa "verdade", ainda que dolorosa, nos abrimos para uma existência autêntica.

Deste "solo da existência" (o nada), tal como afirma o dinamarquês em seu livro "A Repetição", é possível brotar o verdadeiro amor, algo diferente da mera banalidade.

É conhecida sua teoria dos três estágios como modos de enfrentamento desta experiência do nada. O primeiro, o estético, é quando fugimos do nada buscando sensações de prazer. Fracassamos. O segundo, o ético, quando fugimos nos alienando na certeza de uma vida "correta" (pura hipocrisia). Fracassamos. O terceiro, o religioso, quando "saltamos na fé", sem garantias de salvação. Mas existe também o "abismo do amor".

Sua filosofia do amor é menos conhecida do que sua filosofia da angústia e do desespero, mas nem por isso é menos contundente.

Seu livro "As Obras do Amor, Algumas Considerações Cristãs em Forma de Discursos" (ed. Vozes), traduzido pelo querido colega Álvaro Valls, maior especialista no filósofo dinamarquês no Brasil, é um dos livros mais belos que conheço.

A ideia que abre o livro é que o amor "só se conhece pelos frutos". Vê-se assim o caráter misterioso do amor, seguido de sua "visibilidade" apenas prática.

Angústia e amor são "virtudes práticas" que demandam coragem.

Kierkegaard desconfia profundamente das pessoas que são dadas à felicidade fácil porque, para ele, toda forma de autoconhecimento começa com um profundo entristecimento consigo mesmo.

Numa tradição que reúne Freud, Nietzsche e Dostoiévski (e que se afasta da banalidade contemporânea que busca a felicidade como "lei da alma"), o dinamarquês acredita que o amor pela vida deita raízes na dor e na tristeza, afetos que marcam o encontro consigo mesmo.

Deixo com você, caro leitor, uma de suas pérolas:

"Não, o amor sabe tanto quanto qualquer um, ciente de tudo aquilo que a desconfiança sabe, mas sem ser desconfiado; ele sabe tudo o que a experiência sabe, mas ele sabe ao mesmo tempo que o que chamamos de experiência é propriamente aquela mistura de desconfiança e amor... Apenas os espíritos muito confusos e com pouca experiência acham que podem julgar outra pessoa graças ao saber."

Infelizes os que nunca amaram. Nunca ter amado é uma forma terrível de ignorância.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

O acidente de Veja São Paulo

Por João Emiliano Martins Neto

Veja São Paulo com esta (cf. http://tinyurl.com/bdgqp3l ) sua matéria antipática apenas destacou aspectos acidentais da fé protestante que é a mais digna do Cristianismo, sim, por ser bíblica. Logo, o Protestantismo é, filosoficamente, fundacionista no intelecto de quem é evangélico, pois não torna a fé em nosso Senhor Jesus um mero salto: talvez uma espécie de estupidez ou luxo como querem certos ramos cristãos como o Catolicismo que sempre pagaram pedágio para filosofias mundanas e espúrias a fim de existirem no mundo.

Quanto aos acidentes tão exaltados há tempos pela Imprensa e nessa edição de VejaSP, ora, eu diria que o dia que todos os pastores se corromperem ainda haverão crentes devotos que até mesmo oram sem cessar e ardentemente, bem como haverão, ainda, muitas edições de papel ou virtuais da Bíblia, pela qual, o meu Deus falará aos corações de forma real, racional, verdadeira e salvífica.
Soli Deo gloria!

Google+ Badge

Um Destino cruel...

Eis, acima, um justo destino para os seguidores dos revolucionários esquerdistas, liberais e libertários.

Ars gratia artis!

 photo IMG_20170501_100356_zpsq2vzl3ws.jpg

Add me no Zapzap

 photo whatsapp-blue-tick_zpsae2o5yfc.jpg

Outros sites relevantes

Postagens mais visitadas