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Χριστός λυτρωτής (Cristo, o Salvador)

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"Com efeito, de tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna." - São João 3:16 (Bíblia Ave-Maria)

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Vênus ou Afrodite, respectivamente, para romanos e gregos, nascendo de uma madrepérola em plena selva amazônica legal, brasileira, de minha cidade de Belém, a capital do Estado do Pará, em uma magnífica escultura no decadente logradouro público de minha referida cidade, na borda do mundo, na Praça da República.

Principia Sapientiae: a Filosofia como mãe e mestra

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"Um filósofo é um intercessor, é um sacerdote. Um filósofo é o anfitrião da verdade digna e acessível aos homens." (João Emiliano Martins Neto)


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Principia Sapientiae: Vamos filosofar? Viva a Filosofia!



Assistam ao meu vídeo, supra, em que faço um convite a você, caro leitor, à Filosofia. Meu convite a você leitor que saiamos da Matrix que é a mesmice, o banal do cotidiano e do senso comum tornados como algo muito ruins quando absolutamente inconscientes acerca de suas naturezas intrínsecas.

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sábado, 8 de setembro de 2012

"Elas gostam de apanhar"

Por Luiz Felipe Pondé, Folha de SP

"Elas gostam de apanhar." Esta é uma das máximas mais famosas de Nelson Rodrigues, nascido no dia 23 de agosto de 1912 no Recife. Esta afirmação ainda choca muita gente. "Reacionário!", "machista!", gritam os inteligentinhos que nada entendem da "vida como ela é". É comum se dizer que Nelson está assimilado ao cenário cultural, mas não é verdade. A prova é que livros best-sellers como "Fifty Shades of Grey" ("Cinquenta Tons de Cinza"), de E. L. James, ainda causam ira em setores "progressistas" (a esquerda festiva da qual tanto falava Nelson), apesar de as mulheres "normais", que segundo Nelson são as que gostam de apanhar, estarem devorando o livro com imenso prazer.
No livro de James, Anastasia Steele, universitária, se apaixona pelo poderoso Christian Grey, de quem se torna amante, perdida nas delícias de uma relação "sadomasô light" à qual ela se deixa submeter. E gozará maravilhosamente na submissão. No primeiro momento em que ela o encontra, tropeça e cai, anunciando o domínio que Christian terá sobre ela. Na linguagem feminina comum, "ele tem pegada!". E o afeto feminino responde à "pegada".
Não se trata de dizer que Nelson está estimulando surras, mas sim que o desejo feminino passa pelo gozo da submissão ao macho desejado, dentro do jogo da sedução e do sexo. O "elas gostam de apanhar" no Nelson também fala do enlouquecer o homem, como no caso de adultério, e esperar dele uma bofetada acompanhada de "sua vagabunda", revelando o quanto ele ama esta mulher que o traiu. A psicologia rodriguiana parte da sua máxima "a vida é sempre amor e morte".
"A prostituta é vocação, e não a profissão mais antiga." Há uma relação íntima entre sexualidade feminina e a figura da prostituta como eterna promiscuidade temida. A mulher que nunca encenou "sua" prostituta no sexo nunca fez sexo.
"Dinheiro compra até amor verdadeiro." Imaginemos duas situações hipotéticas. Hipótese 1: alguém convida você para um longo fim de semana na costa amalfitana na Itália. Executiva, hotel charmoso, longas caminhadas por ruas quietas e antigas, sem pressa, vinho (não "bom vinho" porque isso é papo de pobre querendo parecer rico, do tipo que os jovens chamam de "wannabe", gente que queria ser chique, mas não é).
Hipótese 2: alguém te convida para um fim de semana longo na Praia Grande, você pega oito horas de Imigrantes, trânsito infernal, o carro ferve, você fica na estrada esperando o socorro da Ecovias. Chega lá, apartamento apertado, cheiro de churrasco na laje por toda parte. Crianças dos outros gritando em seu ouvido.
Onde você acha que o amor verdadeiro nascerá? Se responder "hipótese 2", é mentiroso ou não sabe nada acerca dos seres humanos, vive num aquário vendo televisão e se olhando no espelho. Antes de alguém dizer obviedades entediantes como "preconceito" (agora quando alguém fala para mim "preconceito", não levo mais essa pessoa a sério) ou "depende do contexto em que a pessoa nasce", esclareço: é fácil migrar da Praia Grande para a costa amalfitana, mas não o contrário. E quanto ao "preconceito": não se trata de preconceito, trata-se do tipo de verdade que todo mundo sabe, mas é duro reconhecer. Sim, o amor verdadeiro está à venda, e, enquanto você não entender isso, você permanecerá um idiota moral.
O reconhecimento desse fato torna você adulto, não torna você "melhor". E ser adulto é saber que o mundo não é um lugar "bom". Começando por você e eu. Sábato Magaldi chamava o Nelson de "jansenista brasileiro". Jansenistas eram escritores franceses do século 17 que partilhavam uma visão de natureza humana na qual somos vítimas de desejos incontroláveis (ou pecado, na linguagem da época) e que, por isso, não conseguimos escapar dessa armadilha que é interior, e não "social". A raiz desse pensamento é a concepção de ser humano de santo Agostinho que eles herdaram. Pascal, Racine e La Fontaine foram jansenistas.
Eu acrescentaria que Nelson era um moralista. Moralista em filosofia é um especialista na alma humana. Proponho que ensinem mais Nelson na escola e menos Foucault.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Independência ou morte

Por João Emiliano Martins Neto


Pão ou morte
Empanturrado e bêbado vomito ou morro
Sem os nacos dos grandes vencedores existenciais deste mundo, morre o trigo

Não ficando ele só com o vômito do pão reabsorvido.

O País do Porto e nem mesmo uma comum independência não era, ó Brasil, teu seguro porto.


Tua justiça está em Cristo
Diz que nem só de naco se vive a Mefisto.
Pão ou ainda que a morte
Eis que teu norte
É a independência, a liberdade dos filhos de Deus
No Brasil ou em qualquer lugar
Dignas dos que nunca a primeira seguida de uma segunda e definitiva morte jamais experimentarão.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

O guardião da vila

Por João Emiliano Martins Neto

Sem-dentes existenciais
Invejo o sem-dentes materiais
Não consigo mastigar
Esperar e decifrar.

O longo rio de lama, ódio, calçada quebrada, cuspe e desprezo
A ser percorrido e expelido daquela boca sem-dentes
Mais um cuspe pendente
Acusação e menosprezo,
rumo ao portão
aquele guardião,
claro que pendentes.

À paz do Senhor ardente
Segue-se um tapinha nas costas por dó pendente
Sorridente naquela boca sem-dente
O da vila guardião de amor pendente
Só me pergunto que tipo de anjo guarda aquele núcleo de desprezo
Sem nenhum dente?

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Sobre o incidente de Franca

Por João Emiliano Martins Neto

Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe de jure do Brasil
Sobre a agressão sofrida, há poucos dias, por Sua Alteza Imperial Dom Bertrand de Orleans e Bragança , a qual paternalmente, o monarca brasileiro chamou de estupidez da parte de seus agressores, eu diria que foi fruto de verdadeira psicose pseudocultural e ignorância sincretizada à safadeza tipicamente brasileira da grossa acerca do declínio cultural, institucional, moral e até mesmo espiritual que sofreu o meu País, o Brasil em sua época presente que é a republicana. Aliás, o republicanismo brasileiro foi fruto de uma mentira armada por positivistas desprezados pelo povo contra a segurança pessoal de Deodoro da Fonseca, pois diziam falsamente que o chefe do Exército brasileiro fora ameaçado de morte por um ministro de Sua Majestade Imperial Pedro II.

Porém, nem mesmo Generalíssimo Deodoro da Fonseca - ludibriado pelos republicanos enlaçados pelo diabo, através da ideologia positivista - que era amigo pessoal de SMI Pedro II, defendia o republicanismo, muito menos - é bom relembrar sempre - o povão.

Sou monarquista e honro o meu rei: Dom Bertrand de Orleans e Bragança.

Incidente (acidente) com o príncipe do Brasil: O que é monarquia?

Por Timbre Vivo ( cf. http://tinyurl.com/cl9l35z )

Bom, chamaremos de "acidente" mesmo. Não há como não chamar que os delinquentes de Franca 'coisa' diferente. Um acidente, em que a república tupiniquim demonstra total falta de respeito (e conhecimento) do que é monarquia, o príncipe e o que representa. Seriam esses os doutrinadinhos de tal faculdade? É bem óbvio que sim. Tais alunos, praticamente adolescentes, mal saberiam dizer o que é monarquia, como ela sobrevive, o que representa, quais são os tipos de monarquia, não fosse a estupidez ensinada (possivelmente ensinando que monarquia é um sistema basicamente escravagista) em certos cursos e universidades brasileiras.

Quem gosta de república? Os republicanos, claro. Mas há de se saber o que, tanto ela, quanto a monarquia, significam. Diferente disso, não há como ensinar aos adolescentes recém saídos do ensino fundamental "quem é quem". Definitivamente, não havia tal conhecimento para os vândalos de Franca. Melhor até do que não saber, é poder não saber e ainda sim ser contra. Algo que é inescusável em qualquer país decente, é prática aceita no nosso.

A barbárie brasileira que a esquerda produz é sem precedentes: Renega o passado, vivendo sem querer saber as bases de sua história. Fosse outro evento, estariam todos estarrecidos por Dilma, algum representante do PT, ou da esquerda. Quando se tem algo como o MEC por trás do ensino, trazendo uma didática um tanto fascista para essa nova geração (Che é herói nesses livros), o resultado só pode ser esse: lixo!

Disponível ai a reportagem da possível punição aos alunos baderneiros:


Protesto aconteceu durante visita do herdeiro da família real à universidade. Dom Bertrand, 71 anos, palestrou sobre a história da monarquia no país.

por: Adriano Oliveira

A diretoria da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Franca (SP) informou nesta sexta-feira (31) que analisa punir os estudantes que realizaram um protesto durante a palestra do príncipe herdeiro da família real brasileira, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, de 71 anos, na noite da última terça-feira (29).
O príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança fez palestra sobre a história da monarquia brasileira em Franca (Foto: Reprodução/TV Integração).

Segundo o diretor da Unesp, professor Fernando Andrade Fernandes, o príncipe havia sido convidado para falar sobre a história da monarquia no Brasil. Entretanto, cerca de 100 universitários invadiram o auditório na abertura do evento com bandeiras e cartazes, chamando Dom Bertrand de “nazista”, “fascista” e “assassino”.
Após o tumulto, o príncipe saiu escoltado por seguranças e o encontro foi transferido para a Faculdade de Direito de Franca. “A administração está avaliando a adoção de medidas punitivas em relação aos responsáveis pelo ato. Não somos contra a liberdade de pensamento, mas não aceitamos a atitude de um grupo extremista que sempre adota posturas radicais dessa natureza”, afirmou o diretor da Unesp.

O protesto
O estudante de Direito Arthur Cantarella, de 21 anos, disse que integrantes do grupo contrário à realização da palestra distribuíram cartazes pela universidade criticando a casa imperial brasileira e convocando os alunos para participarem da manifestação.
Para Cantarella, o principal motivo do protesto foi a postura ideológica do príncipe, que defende a volta do regime monárquico ao país. “O problema é que esses alunos extrapolam. Manifestações são válidas e permitidas, a questão é agredir verbalmente um convidado”, criticou.
O G1 tentou falar com estudantes que organizaram o protesto, mas nenhum deles retornou as ligações ou e-mails enviados até a manhã de sábado (1º).
Príncipe Por telefone, Dom Bertrand disse ao G1 que considerou o protesto uma “estupidez” e que já sofreu críticas semelhantes em outras ocasiões. “Ficaram me acusando de ser nazista sem o mínimo conhecimento sobre a história da minha família, que foi perseguida pelo nazismo. Isso demonstra que eles desconhecem a própria história."
link da reportagem: g1.globo.com

terça-feira, 4 de setembro de 2012

O triângulo de bermudas da vila

Por João Emiliano Martins Neto

O gentio com cartaz do Círio em casa, lá da Gentil
Daquela nação sutil
Erros, crimes, mentira, sobretudo fingimento: é! Eis o Brasil...
De dia em dia, de bermudas em bermudas: "e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu."

Louco na tríplice cilada do Diabo
"Concupiscência da carne, concupiscência dos olhos e a soberba da vida."
É o triângulo de bermudas da vila.
A invalidez, o abandono, a solidão, aquele pé inchado...

Descobri com ele que tudo na vida passa
Menos motorista, cobrador e ele, o triângulo de bermudas.
Perenes bermudas
Por meio do que o cara de papagaio fez por meio do próprio corpo
O julgamento não tardará
Quando por fim em tangas espirituais:
Ele será um possível vizinho no Inferno que também não passa!!

Perfil do invejado segundo filho de Deus

Por João Emiliano Martins Neto

Comentário meu na blogosfera ( cf. http://tinyurl.com/9e7d383 )

Renato Aragão não foi aquele que deixou a família de um dos grandes amigo dele, Antônio (Mussum) Carlos, passando fome? Não fosse a imprensa descobrir um filho extemporâneo do finado artista negro Mussum e essa família sucumbiria de fome. Renato Aragão não é esse camarada (embaixador [sic!])que trabalha pelo governo mundial (ONU/Unesco e semelhantes) que quer impor o aborto em todos os países do mundo? Renato Aragão não foi obrigado a admitir Dedé Santana como parceiro no seu programa de televisão, sob chantagem, senão o Sr. Dedé processaria o nordestino por não dividir direitos autorais como Dedé e com a miserável família de Mussum? 



Renato Aragão
Ora, com um currículo como esse, por que nós que criticamos esse sujeito, Sr. Renato Aragão, precisaríamos ter inveja deste senhor só por criticá-lo? Sr. Aragão veio também lá da miserável seca do semi-árido brasileiro, logo, não é possui o pedigree proveniente de nenhuma família brasileira ou de qualquer outro país tradicional e rica; ora, por que invejar um campônio como esse? 

Penso, por fim, que Aragão é um poço de ressentimento nordestino brasileiro e orgulho. Como um homem como esse seria o novo filho de Deus com competência suficiente para vencer a nosso Senhor que corajosamente declarou e mostrou ser manso e humilde de coração? Por que invejar um velhote tão miserável como esse Sr. Renato Aragão?


JOÃO EMILIANO MARTINS NETO

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Um Destino cruel...

Eis, acima, um justo destino para os seguidores dos revolucionários esquerdistas, liberais e libertários.

Ars gratia artis!

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