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Χριστός λυτρωτής (Cristo, o Salvador)

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"Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." - João 3:16 ARA

Ícones de uma Igreja cristã reformada: de fato bíblica



"E dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência." Jeremias 3:15 ACF


Da esquerda para a direita e de cima para baixo: Pedro Valdo (c. 1140-c. 1220), Martinho Lutero (1483-1546), João Calvino (1509-1564), John Knox (1514-1572), Charles Spurgeon (1834-1892), Martyn Lloyd Jones (1899-1981), Francis Schaeffer (1912-1984).

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Triunfo de Vênus, pura poesia plástica do Renascimento.

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Vênus ou Afrodite, respectivamente, para romanos e gregos, nascendo de uma madrepérola em plena selva amazônica legal, brasileira, de minha cidade de Belém, a capital do Estado do Pará, em uma magnífica escultura no decadente logradouro público de minha referida cidade, na borda do mundo, na Praça da República.

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Assistam ao meu vídeo, supra, em que faço um convite a você, caro leitor, à Filosofia. Meu convite a você leitor que saiamos da Matrix que é a mesmice, o banal do cotidiano e do senso comum tornados como algo muito ruins quando absolutamente inconscientes acerca de suas naturezas intrínsecas.

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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Prada, lingerie e o brasileiro

Serena era uma doidinha aí, desgarrada,  personagem da atriz e modelo brasileira, Gisele Budchen, no filme O Diabo vestre Prada (2006). Nas poucas cenas em que aparece a modelo latinoamericana com muito dinheiro no banco, talvez perenemente sem parentes importantes e vinda do interior do mundo (Brasil), a personagem Serena já começa como todo brasileiro obstinadamente insiste em ser: sempre sem qualquer vestígio de caráter. Serena xinga a personagem principal do filme vivida pela atriz Anne Hathaway. A fulana critica a personagem citada por usar roupas recatadas bem ao gosto americano: biblicamente correto, "da avó da personagem", segundo palavras bem pouco serenas de Serena.

 
Ora, mas tal recato no vestir, seria impensável para o brasileiro materialista (metido a ser sensual) comum. Lembro-me de uma parente próxima minha ser insultada duramente para ela (será tão duramente mesmo? foi chamada de "protestante" {cristã bíblica, verdadeira} e daí?) por outro parente próximo nosso por se vestir com alguma - para o meu gosto - fidelidade bíblica.



O que fez-me escrever o presente artigo foi ter assistido, caro leitor, ontem se bem me recordo, a uma matéria em um famoso telejornal de que uma propaganda de roupas íntimas femininas estrelado por Gisele Budchen seria censurado no Brasil por desmerecer as sacrossantas fêmeas da espécie humana ao mostrá-las dignas de credibilidade para os seus parceiros somente quando usam lingeries...



Ué, mas, pelo exposto por mim, baseado no que percebo da cultura de meu pobre e infeliz País, o Brasil, acho que realmente p'ra brasileiro, o Diabo não precisa vestir Prada, lingerie já serve. Dona Gisele e o que sei de Brasil é que não deixam-me mentir.


JOÃO EMILIANO MARTINS NETO

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Artigo 8 - A eficácia da morte de Cristo

Este foi o soberano conselho, a vontade graciosa e o propósito de Deus, o Pai, que a eficácia vivificante e salvífica da preciosa morte de seu Filho fosse estendida a todos os eleitos. Daria somente a eles a justificação pela fé e, por conseguinte, os traria infalivelmente à salvação. Isto quer dizer que foi da vontade de Deus que Cristo, por meio do seu sangue na cruz (pelo qual ele confirmou a nova aliança), redimisse efetivamente, de todos os povos, tribos, línguas e nações, todos aqueles, e somente aqueles, que foram escolhidos desde a eternidade para serem salvos e lhe foram dados pelo Pai. Deus quis que Cristo lhes desse a fé, que ele mesmo lhes conquistou com sua morte, com outro dons salvíficos do Espírito Santo. Deus quis também que Cristo os purificasse de todos os pecados por meio do seu sangue, tanto do pecado original como dos pecados atuais, que foram cometidos antes e depois de receberem a fé. E que Cristo os guardasse fielmente até o fim e, finalmente, os fizesse comparecer perante o Pai em glória, sem mácula, nem ruga (Efésios 5:27).

"Cânones de Dort", 2º Capítulo da Doutrina: A Morte de Cristo e a Redenção por meio dela.