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Χριστός λυτρωτής (Cristo, o Salvador)

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"Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." - João 3:16 ARA

Ícones de uma Igreja cristã reformada: de fato bíblica



"E dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência." Jeremias 3:15 ACF


Da esquerda para a direita e de cima para baixo: Pedro Valdo (c. 1140-c. 1220), Martinho Lutero (1483-1546), João Calvino (1509-1564), John Knox (1514-1572), Charles Spurgeon (1834-1892), Martyn Lloyd Jones (1899-1981), Francis Schaeffer (1912-1984).

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Triunfo de Vênus, pura poesia plástica do Renascimento.

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Vênus ou Afrodite, respectivamente, para romanos e gregos, nascendo de uma madrepérola em plena selva amazônica legal, brasileira, de minha cidade de Belém, a capital do Estado do Pará, em uma magnífica escultura no decadente logradouro público de minha referida cidade, na borda do mundo, na Praça da República.

Principia Sapientiae: a Filosofia como mãe e mestra

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"Um filósofo é um intercessor, é um sacerdote. Um filósofo é o anfitrião da verdade digna e acessível aos homens." (João Emiliano Martins Neto)


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Principia Sapientiae: Vamos filosofar? Viva a Filosofia!



Assistam ao meu vídeo, supra, em que faço um convite a você, caro leitor, à Filosofia. Meu convite a você leitor que saiamos da Matrix que é a mesmice, o banal do cotidiano e do senso comum tornados como algo muito ruins quando absolutamente inconscientes acerca de suas naturezas intrínsecas.

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sábado, 27 de novembro de 2010

O que é um filósofo cristão?

Olavo de Carvalho, filósofo cristão brasileiro
Descrição de uma comunidade que pertence a mim no site Orkut:



"E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará." - João 8:32 (ACF)


O que é um filósofo cristão? Não sou nenhum teólogo, sábio e nem muito menos sou nenhum santo, mas defino um filósofo cristão como alguém que, por possuir a mente de Cristo ou, eu diria, um filósofo cristão por experimentar da sabedoria cristã, não ignora que há o chamado débito ontológico humano causado pela Queda e suas conseqüências cognitivas. No entanto, um filósofo cristão, sabe que nosso Senhor Jesus Cristo Redentor por ser Redentor de somente todo homem dado a Ele pelo Pai, o Senhor resolveu na cruz do Calvário o tal débito. Pelo exposto, então, um filósofo cristão consegue com muito mais competência, coragem e sinceridade, indispensáveis na pesquisa do ser das coisas, encarar os impasses próprios do fazer filosófico e ser um legítimo filósofo.

Ser filósofo de verdade, por fim, é ser filósofo cristão. Eu creio!


Solus Christus!!

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Em defesa do Reverendo

"Lembrai-vos dos vossos pastores, que vos falaram a palavra de Deus, a fé dos quais imitai, atentando para a sua maneira de viver." - Hebreus 13:7 (ACF)

 
Debate em um site fanático pelo homossexualismo:


Reverendo Augustus Nicodemus Lopes, chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie
Mas homofobia, caro autor, que eu saiba, não é crítica ao homossexualismo e sim homofobia é instinto homicida contra gays! Olha, antes de eu ser cristão e abandonar o homossexualismo, nunca sofri sequer nenhum tapa na cara de nenhum heterossexual por mais incompreensivo que o mesmo fosse perante o meu espetáculo pessoal de perversão sexual. No máximo, na pior das hipóteses, porque pelo menos comigo foi assim, um gay sofre críticas, porém não agressões ao ponto de matá-lo, entende? O meu irmão Reverendo Augustus Nicodemus apenas expressou a opinião cristã acerca do homossexualismo, até porque ele é um chanceler ou um representante político de uma igreja como a excelente IPB que mantém essa Mackenzie, entende? Não houve incitamento a violência, a não ser que levemos em conta de maneira exagerada, a assertiva de Friedrich Nietzsche de que não adianta cercar nenhuma idéia, porque os porcos que a seguem sempre conseguirão sair voando do cercado ideológico. Relaxe, portanto, amigo, senão não encaixa (sem trocadilhos), ok? Que Deus o abençoe. Ahhh! Visite, por favor, o meu blog http://joaoemilianoneto.blogspot.com

Brevíssimo comentário sobre Salmos 133:1

Pedro e Paulo Apóstolos

"OH! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união." - Salmos 133:1 (ACF)


A assertiva bíblica de Salmos 133:1 faz-me lembrar, caro teófilo visitante deste meu Blog, de que irmão no contexto da Igreja de Jesus Cristo, pode ser também o nosso inimigo. Por exemplo, um humanista arminiano ingênuo, um esquerdista cristão iludido com o poder da carne e do sangue ou um cessacionista protestante histórico ignorante de que devemos levar a Bíblia a sério por inteiro, eles são meus inimigos no contexto eclesiástico, sim, mas, são irmãos ainda que equivocadíssimos, segundo nós da direita cristã, por causa dessas heresias que acabei de enumerar que os destroem...

Que Deus perdoe... e abençoe a sua eleita que é a Igreja contra a qual os portões do Inferno não prevalecerão ainda que a fumaça das inimizades entre irmãos, espalhada por Satanás, seja contra a mesma. Aleluia. Amém.

Soli Deo gloria!

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Um Destino cruel...

Eis, acima, um justo destino para os seguidores do PT!

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Artigo 8 - A eficácia da morte de Cristo

Este foi o soberano conselho, a vontade graciosa e o propósito de Deus, o Pai, que a eficácia vivificante e salvífica da preciosa morte de seu Filho fosse estendida a todos os eleitos. Daria somente a eles a justificação pela fé e, por conseguinte, os traria infalivelmente à salvação. Isto quer dizer que foi da vontade de Deus que Cristo, por meio do seu sangue na cruz (pelo qual ele confirmou a nova aliança), redimisse efetivamente, de todos os povos, tribos, línguas e nações, todos aqueles, e somente aqueles, que foram escolhidos desde a eternidade para serem salvos e lhe foram dados pelo Pai. Deus quis que Cristo lhes desse a fé, que ele mesmo lhes conquistou com sua morte, com outro dons salvíficos do Espírito Santo. Deus quis também que Cristo os purificasse de todos os pecados por meio do seu sangue, tanto do pecado original como dos pecados atuais, que foram cometidos antes e depois de receberem a fé. E que Cristo os guardasse fielmente até o fim e, finalmente, os fizesse comparecer perante o Pai em glória, sem mácula, nem ruga (Efésios 5:27).

"Cânones de Dort", 2º Capítulo da Doutrina: A Morte de Cristo e a Redenção por meio dela.