"E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom;" (cf. Gn 1.31 ACF)
Noto que há má-intenção dos carnavalescos, hoje, pois eles querem dizer com a empáfia carnavalesca que lhes é própria de que o espírito que é o próprio Deus que os criou é algo frágil, irrelevante, conversa fiada, inexistente e etc. Ué, mas do supostamente frágil, irrelevante, conversa fiada, inexistente e etc. que seria o espiritual e invisível para eles é que veio todas as coisas, como diz o antigo Credo Niceno-Constantinopolitano, inclusive a carne. Ora, Deus mesmo na Bíblia honrou a carne ao considerar que se Cristo ressurreto viesse apenas em espírito aos discípulos os ameaçaria de alguma forma.
Deus honrou a carne ao considerá-la muito mais significativa do que um impalpável e quimérico ente espiritual que pode assustar como acontece com quem é louco. Paulo ironizou espiritualóides que oram em espírito com línguas sem interpretá-las (cf. 1Co 14. 2). Deus honrará a carne quando transformá-la em vestes gloriosas (cf. 1Co 15. 53, 54) quando da volta de Cristo. Quem desonra e se aparta para o perecível são esses malditos ingratos verdadeiramente castrados carnais e maus carnavalescos. Não sejamos gnósticos e curtamos um carnaval santo sem retiros espiritualóides (cf. Jo 17.15), mas evangelizando sempre (cf. Tm 4.2).






















